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  <title>DSpace Collection: Coleção voltada para a inserção de livros desenvolvidos pela área de oncologia clínica, seus servidores e/ou colaboradores.</title>
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  <subtitle>Coleção voltada para a inserção de livros desenvolvidos pela área de oncologia clínica, seus servidores e/ou colaboradores.</subtitle>
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    <title>Comunicação de notícias difíceis: compartilhando desafios na atenção à saúde</title>
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    <updated>2022-12-19T21:44:41Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Comunicação de notícias difíceis: compartilhando desafios na atenção à saúde
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil
Abstract: O projeto considerou as diretrizes propostas pela Política Nacional de Humanização da Atenção e da Gestão do SUS incorporadas pelo INCA de maneira articulada à proposta de construção de um modelo de gestão participativa e compartilhada.
Description: 206p. : il. color</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Cuidados paliativos oncológicos: controle da dor</title>
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      <name>Brasil. Ministério da Saúde</name>
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    <updated>2024-04-11T16:19:38Z</updated>
    <published>2001-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Cuidados paliativos oncológicos: controle da dor
Authors: Brasil. Ministério da Saúde; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil
Abstract: A Medicina paliativa, já reconhecida como especialidade em alguns países, visa a tratar pacientes com doença ativa e prognóstico reservado desviando o foco de suas atenções da cura para a qualidade de&#xD;
vida.&#xD;
A assistência a pacientes com câncer avançado, que não encontram resposta curativa com os tratamentos tradicionais, iniciou o caminho da especialização há cerca de 40 anos.&#xD;
Historicamente o marco de transformação desta assistência se deu&#xD;
na Inglaterra, quando a Drª Cecily Saunders, médica e uma das fundadoras do St. Christopher Hospice em 1967 passou a defender o cuidado a&#xD;
estes pacientes como atribuição de equipe. Equipe que deveria se empenhar em aumentar a qualidade de vida restante de pacientes e familiares&#xD;
que lutavam com uma doença mortal. Ao enfocar a diversidade das&#xD;
necessidades destes pacientes, contemplar os benefícios da&#xD;
multidisciplinaridade para o êxito dos objetivos e incluir os familiares na&#xD;
problemática da doença avançada, Drª Cecily Saunders moldou o futuro&#xD;
do que conhecemos hoje por Cuidados Paliativos. Os quais diferem da&#xD;
Medicina Paliativa pela interdisciplinaridade.&#xD;
Para a Organização Mundial da Saúde, Cuidado Paliativo é: “O&#xD;
cuidado total e ativo de pacientes cuja doença não é mais responsiva ao&#xD;
tratamento curativo. São da maior importância: o controle da dor e outros&#xD;
sintomas, como também os psicológicos, espirituais e sociais” WHO&#xD;
1990.&#xD;
A magnitude dos termos “cuidado total e ativo” dão a exata dimensão da visão ideal sobre cuidados paliativos. Cuidado no sentido mais&#xD;
amplo possível, considerando as necessidades destes pacientes em todos&#xD;
os seus aspectos e ativo, no sentido do afastamento da passividade e&#xD;
conformismo em direção a investimentos pelo aprimoramento e qualificação da assistência.&#xD;
A ênfase na importância dos sintomas psicológicos, espirituais e&#xD;
sociais amplia as responsabilidades desta assistência que deve atuar para&#xD;
além do controle de sintomas físicos, priorizando o alívio do sofrimento&#xD;
humano e considerando o impacto de suas ações segundo as considerações de qualidade de vida dos próprios pacientes.&#xD;
A dor é uma das mais freqüentes razões de incapacidade e sofrimento para pacientes com câncer em progressão. Em algum momento&#xD;
da evolução da doença, 80% dos pacientes experimentarão dor.&#xD;
Atualmente, 70% dos tumores malignos na infância são curáveis.&#xD;
No entanto, o maior medo enfrentado pelos pais é que sofram neste decurso. Devemos desenvolver e divulgar rotinas multidisciplinares para&#xD;
assegurar que o alívio da dor é possível na maioria dos casos.&#xD;
O adequado preparo da equipe é estratégia fundamental para o controle&#xD;
da dor e sintomas prevalentes em pacientes com câncer avançado sob&#xD;
cuidados paliativos.&#xD;
É condição imprescindível que os profissionais de saúde saibam&#xD;
como controlar a dor de pacientes com câncer avançado, que reajam&#xD;
contra mitos e conceitos principalmente sobre as drogas disponíveis e&#xD;
que se mantenham atualizados. Para tanto, aborda as possibilidades de&#xD;
tratamento da dor adequado aos recursos disponíveis. Especialmente neste&#xD;
momento em que o Ministério da Saúde, disponibiliza um arsenal suficiente de medicamentos, conforme demonstrado na última parte desta&#xD;
publicação, facilitando às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde a&#xD;
viabilização de condições para que se possa assistir adequadamente os&#xD;
cidadãos brasileiros.
Description: 124 p. : il. color.</summary>
    <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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