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  <title>DSpace Community: Coleção voltada para a inserção de documentos desenvolvidos pela gestão de pessoas, seus servidores e/ou colaboradores.</title>
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  <subtitle>Coleção voltada para a inserção de documentos desenvolvidos pela gestão de pessoas, seus servidores e/ou colaboradores.</subtitle>
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  <updated>2026-04-18T11:02:00Z</updated>
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    <title>Prevalência de fatores de risco para doenças não transmissíveis na população adulta de 18 capitais brasileiras: um inquérito domiciliar.</title>
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      <name>Casado, Letícia</name>
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    <updated>2026-04-10T12:26:22Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Prevalência de fatores de risco para doenças não transmissíveis na população adulta de 18 capitais brasileiras: um inquérito domiciliar.
Authors: Casado, Letícia
Abstract: Introdução: No Brasil, devido às mudanças nos perfis demográfico, epidemiológico e nutricional da população, as doenças infecciosas vêm cedendo lugar às crônicodegenerativas, o que tem ocasionado um aumento significativo na prevalência das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). O Brasil se divide em cinco macro regiões (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro Oeste) que possuem grande heterogeneidade demográfica, social e econômica, que se reflete em diferentes padrões de mortalidade e de morbidade pelas DCNTs, exigindo ações de Saúde Pública que sejam adequadas às realidades locais. Somente por meio de inquéritos de saúde é possível obter dados consistentes que reflitam essas realidades, permitindo a construção de indicadores das condições de saúde de uma determinada população, assim como dos fatores de risco e dos determinantes sociais do processo saúde/doença. Por outro lado, a morbidade e mortalidade pelas DCNTs podem ser reduzidas ao se eliminar o impacto dos comportamentos de alto risco (por exemplo, tabagismo, alimentação inadequada, alcoolismo ou inatividade física). Métodos: Foi realizado um inquérito domiciliar, entre junho de 2002 a outubro de 2005, em amostra representativa de 18 das 27 capitais dos Estados brasileiros, com a seguinte distribuição: Região Norte: Manaus, Belém e Palmas; Região Nordeste: São Luis, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Aracaju; Região Sudeste: Vitória, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo; Região Sul: Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre; Região Centro-Oeste: Campo Grande e Brasília. Dos 13.885 domicílios selecionados, realizou-se a pesquisa em 89,1%. Foram entrevistadas 19.252 pessoas (90,6% dos elegíveis) de 25 e mais anos de idade. Resultados: As prevalências dos fatores de risco para DCNTs foram elevadas na população estudada, sendo o sobrepeso ou obesidade identificados a partir do Índice de Massa Corporal os de maior frequência (48,1%; IC 95% 46,6-49,6). Pessoas irregularmente ativas fisicamente ou sedentárias totalizaram 39,7% (IC 95% 38,0-41,5). Consumo de cigarros foi identificado em 20,8% (IC 95% 19,8-21,9) da população estudada. Consumo de álcool de risco esteve presente em 7,8% (IC 95% 7,2-8,5) dos entrevistados. Os que referiram hipertensão arterial em duas consultas representaram 25,2% (IC 95% 24,1-26,4) e os que referiram diabetes totalizaram 8% (IC 95% 7,1-8,9) da amostra. A presença de hipercolesterolemia foi de 23,6% (IC 95% 22,4-24,8) na população. A ausência de fatores de risco foi observada em apenas 8,5% (IC 95% 7,7-9,3) da população estudada. Conclui-se que a alta prevalência (91,5%; IC 95% 90,7-92,4) de exposição a pelo menos um dos fatores de risco estudados evidencia que as ações em saúde devem ser multifatoriais.
Description: 83 f. : il. color</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação dos serviços de tratamento de fumantes e determinação dos fatores associados à cessação do tabagismo</title>
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      <name>Casado, Letícia</name>
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    <updated>2026-04-10T12:25:40Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação dos serviços de tratamento de fumantes e determinação dos fatores associados à cessação do tabagismo
Authors: Casado, Letícia
Abstract: Introdução: No Brasil, vem crescendo o número de serviços públicos especializados no tratamento intensivo do fumante. Entretanto avaliações desses serviços são escassas. A avaliação permite medir e provocar mudanças a partir da identificação e monitoramento dos pontos fortes e fracos de um serviço ou programa. Objetivo: Avaliar os serviços de tratamento de fumantes do Município do Rio de Janeiro (MRJ) e determinar os fatores relacionados à tentativa de deixar de fumar e ao abandono ao tabagismo em uma coorte de fumantes residentes em três capitais brasileiras. Metodologia: Foram realizados dois estudos independentes: o primeiro estudo consistiu na elaboração e pré-teste de um instrumento para avaliar serviços de tratamento de fumantes [Artigo 1] e por meio de sua aplicação a profissionais de saúde foram descritos os recursos disponíveis e as atividades desenvolvidas pelos serviços de tratamento de fumantes em todas as Unidades do SUS do MRJ que realizaram tratamento de fumantes em 2013, bem como o acesso aos serviços, a adesão aos protocolos preconizados pelo Ministério da Saúde e o grau de sucesso em curto prazo do tratamento de fumantes [Artigo 2]. No segundo estudo, foi analisada uma coorte acompanhada, entre 2009 a 2012 ou 2013, composta por uma amostra probabilística representativa de fumantes adultos participantes do Projeto International Tobacco Control Policy Evaluation Project - ITC Brasil, residentes em domicílios com telefone fixo nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. As informações foram armazenadas e analisadas no aplicativo SPSS. Foi realizada uma análise descritiva por meio de medidas de tendência central para as variáveis contínuas e frequência absoluta e relativa para as variáveis categóricas e calculadas medidas de associação entre o desfecho (tentativa de parar de fumar e cessação do tabagismo) e as variáveis independentes selecionadas por meio de odds ratio (OR), com Intervalos de Confiança a 95% (IC95%). Foram considerados como estatisticamente significantes os valores de p&lt;0,05. Um modelo de regressão logística foi utilizado para analisar a associação entre os desfechos e as variáveis preditoras. Resultados: [Artigo 1] O questionário teve boa aceitação, foi considerado claro e com cobertura de todos os parâmetros necessários à avaliação do tratamento do fumante por 100% dos respondentes. A duração média do preenchimento do questionário variou entre 15 e 30 minutos em todos os casos. Após a realização do pré-teste, o instrumento foi reformulado. O resultado final foi um questionário autopreenchível, multidimensional, composto por 30 questões. [Artigo 2] No MRJ, dos 177 serviços que realizaram o tratamento do fumante em 2013, 81,9% responderam ao questionário. Os percentuais de cumprimento a 80% ou mais dos indicadores de acesso, adesão e sucesso do tratamento por Área de Planejamento variou, respectivamente, entre 33,3 e 80%; 9,1 e 36,4; e 28,6 e 75,0%. Apenas 6 (4,1%) serviços de saúde atingiram, simultaneamente, 80% ou mais de cumprimento nos três indicadores avaliados. [Artigo 3] Por fim, os dados do ITC mostraram que cerca de dois terços (65,6%) dos fumantes tentaram parar entre as ondas, e 25,6% tinham parado com êxito. Intenção de parar de fumar no futuro só foi associada com fazer uma tentativa de parar (OR = 2,85; IC 95% 1,64-4,94; p &lt;0,001). Fumantes com status socioeconômico mais elevado (RR = 2,13; IC95% 1,23-3,68; p = 0,01) e menor dependência à nicotina (RR = 2,04; IC 95% 1,14 -3,63; p = 0,02) eram mais propensos a deixar de fumar com êxito. A presença de qualquer outro adulto fumante em casa foi inversamente relacionada com a parar de fumar com sucesso (OR = 0,51; IC 95% 0,27-0,96; p = 0,04). Conclusões: A realização dos pré-testes propiciou aprimorar o questionário, minimizou dificuldades na compreensão das perguntas e aperfeiçoou as opções de resposta. Foi produzido um questionário eficiente, compreensível, de conteúdo adequado, de fácil utilização, bem aceito pelos profissionais de saúde que poderá contribuir no processo de avaliação do tratamento do fumante em unidades do Sistema Único de Saúde no Brasil. A avaliação dos serviços de cessação de fumar é essencial, a fim de ser capaz de oferecer o melhor protocolo e atendimento aos fumantes com o melhor uso dos recursos públicos. Embora mais de 20% dos 11.287 pacientes registrados para tratamento não tenham participado da primeira sessão de grupo, a taxa de sucesso daqueles que participaram da quarta sessão de grupo foi superior a 80%. Nossos resultados podem fornecer orientação para futuras intervenções do governo sobre os fatores que poderiam influenciar a cessação do tabagismo.
Description: 172 f.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Construção, validação e aplicação de um questionário para avaliar o conhecimento e utilização da ferramenta de Avaliação Subjetiva Global Produzida pelo Paciente (ASGPPP) pela equipe multiprofissional em ambiente hospitalar</title>
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      <name>Feijó, Patricia Moreira</name>
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    <updated>2026-04-07T14:57:36Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Construção, validação e aplicação de um questionário para avaliar o conhecimento e utilização da ferramenta de Avaliação Subjetiva Global Produzida pelo Paciente (ASGPPP) pela equipe multiprofissional em ambiente hospitalar
Authors: Feijó, Patricia Moreira
Abstract: A doença oncológica é uma das principais barreiras para o aumento da expectativa de vida, sendo a segunda maior causa de morte no mundo. A desnutrição é frequente no paciente com câncer, sendo associada a piora da qualidade de vida e aumento da morbimortalidade. Traçar estratégias para diagnosticar a desnutrição precocemente e intervir de forma eficaz, podem melhorar os desfechos clínicos dos pacientes. A abordagem multidisciplinar é importante para um cuidado mais abrangente, inclusive na atenção ao estado nutricional. A Avaliação Subjetiva Global Produzida pelo Paciente (ASG-PPP), é um método de avaliação nutricional que possui vários aspectos multidisciplinares, que não só o nutricionista pode atuar, outros profissionais podem atuar e auxiliar na resolução dos problemas identificados e com isso favorecer o cuidado mais amplo e interdisciplinar a população com câncer. O objetivo deste trabalho é desenvolver um questionário para avaliar o conhecimento de profissionais nãonutricionistas especializados no tratamento de pacientes com câncer sobre a utilização da ASGPPP antes e após treinamento. Foi desenvolvido um estudo de avaliação prospectiva sobre o conhecimento e utilização da ASG-PPP com a equipe multiprofissional do Hospital de Câncer I do Instituto Nacional de Câncer (INCA), composto por profissionais de diferentes áreas, além da nutrição: enfermagem, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia e serviço social. Um questionário no formato eletrônico foi desenvolvido e validado por especialistas da área de nutrição, por meio do método Delphi. Os profissionais não nutricionistas selecionados, a partir dos critérios de inclusão, responderam ao questionário e foram avaliados quanto ao conhecimento da ASG-PPP. Após o diagnóstico inicial, esses profissionais realizaram um treinamento (teórico e prático) e após o treinamento responderam novamente o questionário, sendo avaliado o conhecimento da ASG-PPP. Após 4 meses do treinamento, os profissionais foram novamente abordados sobre a efetiva utilização da ASG-PPP da sua prática clínica e no cuidado com o paciente. As análises foram realizadas utilizando o programa estatístico SPSS 22.0. Foi realizada a construção do questionário MultiASG-PPP, onde a validade de conteúdo se deu por meio da avaliação de especialistas, após 3 rodadas de discussão, com concordância &gt;90%. A confiabilidade do MultiASG-PPP foi por meio do índice de Kappa (0,615) e o percentual de concordância entre os avaliadores (83,3%).  A validade de critério observados do questionário em relação ao julgamento do padrão-ouro, foram sensibilidade (90,0%), especificidade (70,0%), valores preditivos positivos (85,7%) e negativos (77,8%). Todos os valores de validade encontrados apontam que o MultiASG-PPP é confiável e possui uma boa capacidade em avaliar o conhecimento da ASG-PPP. O percentual reduzido de acertos do MultiASG-PPP pelos profissionais não nutricionistas, indicam o não conhecimento da ASGPPP e o treinamento realizado foi importante pois favoreceu aumento do nível de conhecimento da ferramenta (41,96% para 74,46%) com p&lt;0,001. Conclui-se que todas as etapas são fundamentais para validação do MultiASG-PPP, o tornando viável para ser utilizado na avaliação do conhecimento da ASG-PPP. E que o conhecimento dos dados contidos na ASGPPP pelos profissionais não nutricionistas favorece o atendimento integral ao paciente com câncer.
Description: 212 f.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Prevenção de assédios e discriminações no ambiente de trabalho</title>
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      <name>Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil</name>
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    <updated>2026-04-01T11:54:39Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Prevenção de assédios e discriminações no ambiente de trabalho
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil
Abstract: Esta cartilha é fruto de um esforço coletivo e se destina a todas as pessoas que integram nossa comunidade INCA. Representantes de todas as coordenações se reuniram para – com base na Portaria n.o 6.719, de 13 de setembro de 2024 (Brasil, 2024c), no Guia Lilás da Controladoria-Geral da União (CGU) (2024a) e em outras publicações sobre assédio (moral e sexual) e discriminação no trabalho – elaborar um material alinhado à realidade do Instituto Nacional de Câncer. O objetivo é que cada pessoa compreenda o que caracteriza as diferentes formas de assédio e discriminação, saiba como evitá-las e como se proteger. A sociedade, os grupos e as instituições estão em constante transformação, como demonstram as recentes portarias e normativas sobre o tema. Hoje, felizmente, alguns comportamentos que eram naturalizados em um passado nem tão distante já não podem ser tolerados. Também é importante reconhecer o que não configura assédio ou discriminação, para fazer bom uso das informações. Esperamos que esta cartilha ajude a construir um ambiente saudável, respeitoso, produtivo e comprometido com o bem comum e a nobre missão do INCA.
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    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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