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  <title>DSpace Collection: Coleção voltada para a inserção de teses, dissertações e monografias defendidas pelos servidores do INCA</title>
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  <subtitle>Coleção voltada para a inserção de teses, dissertações e monografias defendidas pelos servidores do INCA</subtitle>
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  <updated>2026-07-09T02:40:53Z</updated>
  <dc:date>2026-07-09T02:40:53Z</dc:date>
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    <title>Fatores ocupacionais, incidência e mortalidade por câncer : resultados dos estudos longitudinal de saúde do adulto (ELSA-Brasil)</title>
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      <name>Bernardino, Débora Cristina de Almeida Mariano</name>
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    <updated>2026-07-08T13:16:52Z</updated>
    <published>2025-12-18T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Fatores ocupacionais, incidência e mortalidade por câncer : resultados dos estudos longitudinal de saúde do adulto (ELSA-Brasil)
Authors: Bernardino, Débora Cristina de Almeida Mariano
Abstract: O câncer relacionado ao trabalho (CRT) é uma das principais causas de adoecimento e morte entre trabalhadores no mundo, resultante da exposição a agentes carcinogênicos presentes nos ambientes e processos de trabalho. Apesar da relevância, no Brasil há carência de investigações sobre CRT, sobretudo de estudos conduzidos ao longo do tempo com grupos de trabalhadores. Para realização desta tese, utilizou-se dados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), com resultados apresentados sob a forma de dois artigos. No primeiro, o objetivo foi explorar as relações conjuntas entre a mortalidade por câncer, fatores ocupacionais e características socioeconômicos, entre os participantes do estudo. Para isso, foi realizada uma análise seccional, por meio da Análise de Correspondência Múltipla (ACM), incluindo trabalhadores ativos da linha de base (2008-2009) do ELSA-Brasil, que foram à óbito por câncer até 2018. A ACM possibilitou a representação gráfica do perfil de comportamento do grupo de variáveis analisadas. Como resultado do estudo, observou-se dois grandes perfis distintos de trabalhadores. O primeiro perfil reúne características socioeconômicas e ocupacionais como: alto grau de escolaridade, idade mais avançada, sexo feminino, sem exposição ao trabalho noturno, regime de trabalho diarista, jornada de trabalho limitada a 40 horas semanais, baixo desgaste no trabalho, ocupações não carcinogênicas, trabalho ativo e óbito por câncer não relacionado ao trabalho. O segundo perfil apresentou características expressamente opostos: baixo grau de escolaridade, idade mais Jovem, sexo masculino, exposição ao trabalho noturno, regime de plantão, jornada de trabalho que excede 40 horas semanais, alto desgaste no trabalho, ocupação carcinogênica, trabalho passivo e óbito por câncer relacionado ao trabalho. No segundo artigo, o objetivo foi avaliar a associação entre trabalho noturno e incidência de câncer de mama feminino, próstata e cólon reto na população de estudo. Mais de 12 mil participantes da primeira onda (2008-2010), de ambos os sexos, foram acompanhados em média por 13 anos. As razões de risco foram estimadas por modelos de regressão de Cox. A exposição ao trabalho noturno ao longo da vida, foi associada a um maior risco de câncer, especialmente de próstata, sobretudo, em trabalhadores expostos por mais de 10 anos. A tese sugere que trabalhadores com condições socioeconômicas desfavoráveis, expostos a fatores ocupacionais carcinogênicos, como o trabalho noturno, têm maior risco de adoecer e morrer por câncer relacionado ao trabalho. São necessários esforços para o cumprimento das políticas de saúde do trabalhador vigentes no Brasil, com o objetivo de promover ambientes laborais seguros, com foco na prevenção de neoplasias decorrentes dessas exposições.</summary>
    <dc:date>2025-12-18T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação da aprendizagem das práticas profissionais em saúde: problematizando processos avaliativos em programas de residência em área profissional da saúde: o caso  do INCA</title>
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      <name>Ribeiro, Nélia Beatriz Caiafa</name>
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    <updated>2026-05-14T19:07:10Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação da aprendizagem das práticas profissionais em saúde: problematizando processos avaliativos em programas de residência em área profissional da saúde: o caso  do INCA
Authors: Ribeiro, Nélia Beatriz Caiafa
Abstract: Esta tese busca identificar os limites e as possibilidades da avaliação da aprendizagem prática nos programas de residência em área profissional da saúde do Instituto Nacional do Câncer (INCA), discutindo o modo como preceptores e residentes se relacionam com as práticas avaliativas e com eventuais alterações do processo. Para tanto, foram realizados grupos de discussão compostos, separadamente, por representantes do corpo docente-assistencial e por residentes. O referencial teórico-metodológico foi a Análise Institucional, e a pesquisa- intervenção, que pressupõe uma intervenção de ordem micropolítica na experiência social. O estudo aborda os modelos de práticas e de formação em saúde, com vistas a embasar a compreensão do modelo de formação adotado no INCA. Aborda, também, distintas visões teóricas sobre avaliação da aprendizagem, com destaque para autores que discutem práticas avaliativas de caráter formativo, e a avaliação da aprendizagem como dispositivo pedagógico produtor de subjetividade. Os efeitos do ensino em serviço nas residências em saúde são debatidos com base em estudos que relacionam as condições de saúde e o sofrimento gerado pelo trabalho e no trabalho. Estão também em debate nesta pesquisa os fatores que limitam o trabalho docente em saúde e, ainda, a Educação Permanente em Saúde como espaço ativo para processos de ensinagem. O estudo traz reflexões buscando contribuir para o sucesso da formação profissional oferecida pelo INCA. A tese afirma a necessidade de percebermos a avaliação como uma estratégia auxiliar na formação profissional em saúde. E, por fim, destaca a importância de a Instituição definir o lugar que o ensino ocupa entre as suas prioridades, oferecer suporte institucional para as ações de ensino, além de reconhecer e valorizar o trabalho dos profissionais que exercem função docente, de tutoria e preceptoria.
Description: 201 f.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Prevalência de fatores de risco para doenças não transmissíveis na população adulta de 18 capitais brasileiras: um inquérito domiciliar.</title>
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      <name>Casado, Letícia</name>
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    <id>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18060</id>
    <updated>2026-04-10T12:26:22Z</updated>
    <published>2010-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Prevalência de fatores de risco para doenças não transmissíveis na população adulta de 18 capitais brasileiras: um inquérito domiciliar.
Authors: Casado, Letícia
Abstract: Introdução: No Brasil, devido às mudanças nos perfis demográfico, epidemiológico e nutricional da população, as doenças infecciosas vêm cedendo lugar às crônicodegenerativas, o que tem ocasionado um aumento significativo na prevalência das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). O Brasil se divide em cinco macro regiões (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro Oeste) que possuem grande heterogeneidade demográfica, social e econômica, que se reflete em diferentes padrões de mortalidade e de morbidade pelas DCNTs, exigindo ações de Saúde Pública que sejam adequadas às realidades locais. Somente por meio de inquéritos de saúde é possível obter dados consistentes que reflitam essas realidades, permitindo a construção de indicadores das condições de saúde de uma determinada população, assim como dos fatores de risco e dos determinantes sociais do processo saúde/doença. Por outro lado, a morbidade e mortalidade pelas DCNTs podem ser reduzidas ao se eliminar o impacto dos comportamentos de alto risco (por exemplo, tabagismo, alimentação inadequada, alcoolismo ou inatividade física). Métodos: Foi realizado um inquérito domiciliar, entre junho de 2002 a outubro de 2005, em amostra representativa de 18 das 27 capitais dos Estados brasileiros, com a seguinte distribuição: Região Norte: Manaus, Belém e Palmas; Região Nordeste: São Luis, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Aracaju; Região Sudeste: Vitória, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo; Região Sul: Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre; Região Centro-Oeste: Campo Grande e Brasília. Dos 13.885 domicílios selecionados, realizou-se a pesquisa em 89,1%. Foram entrevistadas 19.252 pessoas (90,6% dos elegíveis) de 25 e mais anos de idade. Resultados: As prevalências dos fatores de risco para DCNTs foram elevadas na população estudada, sendo o sobrepeso ou obesidade identificados a partir do Índice de Massa Corporal os de maior frequência (48,1%; IC 95% 46,6-49,6). Pessoas irregularmente ativas fisicamente ou sedentárias totalizaram 39,7% (IC 95% 38,0-41,5). Consumo de cigarros foi identificado em 20,8% (IC 95% 19,8-21,9) da população estudada. Consumo de álcool de risco esteve presente em 7,8% (IC 95% 7,2-8,5) dos entrevistados. Os que referiram hipertensão arterial em duas consultas representaram 25,2% (IC 95% 24,1-26,4) e os que referiram diabetes totalizaram 8% (IC 95% 7,1-8,9) da amostra. A presença de hipercolesterolemia foi de 23,6% (IC 95% 22,4-24,8) na população. A ausência de fatores de risco foi observada em apenas 8,5% (IC 95% 7,7-9,3) da população estudada. Conclui-se que a alta prevalência (91,5%; IC 95% 90,7-92,4) de exposição a pelo menos um dos fatores de risco estudados evidencia que as ações em saúde devem ser multifatoriais.
Description: 83 f. : il. color</summary>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Avaliação dos serviços de tratamento de fumantes e determinação dos fatores associados à cessação do tabagismo</title>
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      <name>Casado, Letícia</name>
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    <updated>2026-04-10T12:25:40Z</updated>
    <published>2016-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Avaliação dos serviços de tratamento de fumantes e determinação dos fatores associados à cessação do tabagismo
Authors: Casado, Letícia
Abstract: Introdução: No Brasil, vem crescendo o número de serviços públicos especializados no tratamento intensivo do fumante. Entretanto avaliações desses serviços são escassas. A avaliação permite medir e provocar mudanças a partir da identificação e monitoramento dos pontos fortes e fracos de um serviço ou programa. Objetivo: Avaliar os serviços de tratamento de fumantes do Município do Rio de Janeiro (MRJ) e determinar os fatores relacionados à tentativa de deixar de fumar e ao abandono ao tabagismo em uma coorte de fumantes residentes em três capitais brasileiras. Metodologia: Foram realizados dois estudos independentes: o primeiro estudo consistiu na elaboração e pré-teste de um instrumento para avaliar serviços de tratamento de fumantes [Artigo 1] e por meio de sua aplicação a profissionais de saúde foram descritos os recursos disponíveis e as atividades desenvolvidas pelos serviços de tratamento de fumantes em todas as Unidades do SUS do MRJ que realizaram tratamento de fumantes em 2013, bem como o acesso aos serviços, a adesão aos protocolos preconizados pelo Ministério da Saúde e o grau de sucesso em curto prazo do tratamento de fumantes [Artigo 2]. No segundo estudo, foi analisada uma coorte acompanhada, entre 2009 a 2012 ou 2013, composta por uma amostra probabilística representativa de fumantes adultos participantes do Projeto International Tobacco Control Policy Evaluation Project - ITC Brasil, residentes em domicílios com telefone fixo nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. As informações foram armazenadas e analisadas no aplicativo SPSS. Foi realizada uma análise descritiva por meio de medidas de tendência central para as variáveis contínuas e frequência absoluta e relativa para as variáveis categóricas e calculadas medidas de associação entre o desfecho (tentativa de parar de fumar e cessação do tabagismo) e as variáveis independentes selecionadas por meio de odds ratio (OR), com Intervalos de Confiança a 95% (IC95%). Foram considerados como estatisticamente significantes os valores de p&lt;0,05. Um modelo de regressão logística foi utilizado para analisar a associação entre os desfechos e as variáveis preditoras. Resultados: [Artigo 1] O questionário teve boa aceitação, foi considerado claro e com cobertura de todos os parâmetros necessários à avaliação do tratamento do fumante por 100% dos respondentes. A duração média do preenchimento do questionário variou entre 15 e 30 minutos em todos os casos. Após a realização do pré-teste, o instrumento foi reformulado. O resultado final foi um questionário autopreenchível, multidimensional, composto por 30 questões. [Artigo 2] No MRJ, dos 177 serviços que realizaram o tratamento do fumante em 2013, 81,9% responderam ao questionário. Os percentuais de cumprimento a 80% ou mais dos indicadores de acesso, adesão e sucesso do tratamento por Área de Planejamento variou, respectivamente, entre 33,3 e 80%; 9,1 e 36,4; e 28,6 e 75,0%. Apenas 6 (4,1%) serviços de saúde atingiram, simultaneamente, 80% ou mais de cumprimento nos três indicadores avaliados. [Artigo 3] Por fim, os dados do ITC mostraram que cerca de dois terços (65,6%) dos fumantes tentaram parar entre as ondas, e 25,6% tinham parado com êxito. Intenção de parar de fumar no futuro só foi associada com fazer uma tentativa de parar (OR = 2,85; IC 95% 1,64-4,94; p &lt;0,001). Fumantes com status socioeconômico mais elevado (RR = 2,13; IC95% 1,23-3,68; p = 0,01) e menor dependência à nicotina (RR = 2,04; IC 95% 1,14 -3,63; p = 0,02) eram mais propensos a deixar de fumar com êxito. A presença de qualquer outro adulto fumante em casa foi inversamente relacionada com a parar de fumar com sucesso (OR = 0,51; IC 95% 0,27-0,96; p = 0,04). Conclusões: A realização dos pré-testes propiciou aprimorar o questionário, minimizou dificuldades na compreensão das perguntas e aperfeiçoou as opções de resposta. Foi produzido um questionário eficiente, compreensível, de conteúdo adequado, de fácil utilização, bem aceito pelos profissionais de saúde que poderá contribuir no processo de avaliação do tratamento do fumante em unidades do Sistema Único de Saúde no Brasil. A avaliação dos serviços de cessação de fumar é essencial, a fim de ser capaz de oferecer o melhor protocolo e atendimento aos fumantes com o melhor uso dos recursos públicos. Embora mais de 20% dos 11.287 pacientes registrados para tratamento não tenham participado da primeira sessão de grupo, a taxa de sucesso daqueles que participaram da quarta sessão de grupo foi superior a 80%. Nossos resultados podem fornecer orientação para futuras intervenções do governo sobre os fatores que poderiam influenciar a cessação do tabagismo.
Description: 172 f.</summary>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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