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    <title>DSpace Collection: Coleção voltada para a inserção de artigos de periódicos desenvolvidos pela área de citopatologia, seus servidores e/ou colaboradores.</title>
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    <description>Coleção voltada para a inserção de artigos de periódicos desenvolvidos pela área de citopatologia, seus servidores e/ou colaboradores.</description>
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    <dc:date>2026-04-20T22:53:02Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17589">
    <title>Qual Formação Oferecer a Técnicos em Citopatologia com a Incorporação de Testes Moleculares no Rastreio do Câncer do Colo do Útero?</title>
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    <description>Title: Qual Formação Oferecer a Técnicos em Citopatologia com a Incorporação de Testes Moleculares no Rastreio do Câncer do Colo do Útero?
Authors: Santana, Daniela Alves; Araújo Junior, Mario Lucio Cordeiro; Stephens, Paulo Roberto Soares
Abstract: No Brasil, em março de 2024 o Ministério da Saúde tornou pública a decisão de incorporar os testes moleculares para rastreamento do câncer do colo de útero. Com a incorporação desse novo protocolo irá ocorrer uma redução considerável no quantitativo de exames citopatológicos, impactando diretamente os profissionais que atuam realizando esse exame, incluindo o técnico em citopatologia. Dessa forma, é necessário pensar na atuação desse profissional para que a sua formação esteja de acordo com as exigências do mercado de trabalho. O Instituto Nacional de Câncer atua na formação de técnicos em citopatologia e, de modo a consolidar uma proposta de fortalecimento desta categoria de trabalhadores está reestruturando o seu currículo para atender as novas demandas do mercado. A partir de março deste ano será incorporado na grade curricular do técnico em citopatologia os conhecimentos de histopatologia, imuno-histoquímica e o treinamento técnico para a confecção de material para avaliação rápida no local durante procedimentos de aspiração por agulha fina ampliando as possibilidades de atuação desse profissional.  Os centros de formação precisam estar atentos aos avanços tecnológicos para dispor de infraestrutura necessária para capacitar esses profissionais para atenderem as demandas atuais.
Description: e-065099</description>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17208">
    <title>Falso negativo em colpocitologia: Estudo transversal retrospectivo no monitoramento da qualidade do Instituto Nacional de Câncer – INCA/RJ</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17208</link>
    <description>Title: Falso negativo em colpocitologia: Estudo transversal retrospectivo no monitoramento da qualidade do Instituto Nacional de Câncer – INCA/RJ
Authors: Quintana, Shirley Borges de Souza; Silva, Glória Regina Ferreira da; Moreira, Ana Celina Palmieri Parente; Quintana, Marcel de Souza Borges; Evaristo, Simone Maia; Araújo Júnior, Mario Lucio Cordeiro
Abstract: Introdução: Falsos negativos (FN) podem resultar em prejuízo à saúde da mulher, postergam o tratamento, impactam no programa de rastreamento e aumentam as taxas de morbidade e mortalidade. Objetivos: Analisar o indicador falso negativo do Setor Integrado de Tecnologia em Citopatologia (SITEC) do Instituto Nacional de Câncer. Metodologia: Estudo transversal retrospectivo. Período de 2008 a 2018. As frequências absolutas e relativas foram apresentadas (proporções) além dos intervalos de confiança de 95%. Os programas Microsoft Excel 2010 e R versão 4.3.2 foram utilizados na análise estatística dos dados. Resultados: A proporção no período foi de 1,4% (IC95%: 1,38% - 1,48%). Dos 100% dos exames revisados pelo Monitoramento Interno da Qualidade (MIQ) (n=196.803), utilizando os métodos de revisão aleatória de 10% e revisão dos esfregaços selecionados com base em critérios clínicos de risco, foram encontrados 2.811 falsos negativos. O total absoluto e relativo (n(%)) para cada categoria correspondeu a ASC-US (1.332 (47,4)); ASC-H (167 (5,9)); AGC-SOE (108 (3,8)); AGC-NEO (16 (0,6)); LSIL (1.074 (38,2)); HSIL (103 (3,7)) e neoplasia maligna invasora (11(0,4)). Conclusão: Exames falsos negativos estão principalmente relacionados às categorias indeterminadas (ASC), em especial ASC-US. O MIQ trabalha para melhorar a proporção do FN e do índice de positividade.
Description: 9 p.: il. color.</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17207">
    <title>Avaliação comparativa da qualidade da coloração de Papanicolaou em diferentes tempos de fixação  em álcool etílico a 96%</title>
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    <description>Title: Avaliação comparativa da qualidade da coloração de Papanicolaou em diferentes tempos de fixação  em álcool etílico a 96%
Authors: Quintana, Shirley Borges Souza; Carvalho, Fabiano Lacerda; Silva, Glória Regina Ferreira; Campos, Maria Beatriz Teixeira; Maia, Maria Conceição Silva; Araújo Júnior, Mario Lucio Cordeiro; Quintana, Marcel de Souza Borges
Abstract: Introdução: A fixação dos esfregaços citológicos consiste na imersão imediata em fixador adequado para preservar as características morfológicas celulares, sendo essencial para a análise microscópica e a interpretação diagnóstica. Objetivo: Avaliar a influência dos tempos de fixação nas características morfológicas e tintoriais de amostras fixadas em álcool etílico e coradas pelo método de Papanicolaou. Método: Realizou-se pesquisa experimental, quantitativa e qualitativa de 99 amostras de raspado da mucosa jugal de 33 participantes, fixadas em álcool etílico 96% em três tempos diferentes. Grupo A: 15 minutos; grupo B: 30 minutos; grupo C: sete dias. A qualidade da coloração foi categorizada em ótima, boa, regular e ruim, com posterior recategorização em ótimo e não ótimo. Para verificar a associação entre os grupos e as categorias, realizou-se teste exato de Fisher, com nível de significância de 0,05. Resultado: Das 99 lâminas coradas, 19 foram desprezadas por acelularidade, restando 80 lâminas para serem analisadas. Destas, foram avaliadas 28 no grupo A, 26 no grupo B e 26 no grupo C. No grupo A, foi encontrada qualidade ótima – 60,7% (n = 17); boa – 28,6% (n = 8); regular – 10,7% (n = 3) e ruim – 0% (n = 0). No grupo B, ótima – 61,5% (n = 16); boa – 30,8% (n = 8); regular – 7,7% (n = 2); e ruim – 0% (n = 0). E no Grupo C, ótima – 92,3% (n = 24); boa – 7,7% (n = 2); regular – 0% (n = 0); e ruim – 0% (n = 0). Nos três grupos não houve representação na categoria ruim. Conclusão: Os resultados sugerem que há diferença significativa na qualidade da coloração (p = 0,01) de acordo com o tempo de fixação.
Description: 7 p.: il. color.</description>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17206">
    <title>Monitoramento externo da qualidade em citopatologia cervical no Instituto Nacional do Câncer, Rio de Janeiro, Brasil</title>
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    <description>Title: Monitoramento externo da qualidade em citopatologia cervical no Instituto Nacional do Câncer, Rio de Janeiro, Brasil
Authors: Quintana, Shirley Borges de Souza; Araujo Junior, Mario Lucio Cordeiro; Santana, Daniela Alves; Silva, Gloria Regina Ferreira da; Botelho, Carine Fernandes
Abstract: O Monitoramento Externo da Qualidade (MEQ) é uma estratégia proposta pelo Ministério da Saúde a fim de monitorar a qualidade do trabalho de laboratórios públicos ou privados que prestam serviço ao Sistema Único de Saúde, referentes aos exames colpocitológicos. Neste trabalho, o funcionamento do MEQ na Seção Integrada de Tecnologia em Citopatologia (SITEC), da Divisão de Patologia (DIPAT) do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) é apresentado com o passo a passo de ações de laboratório tipo II e o manuseio das informações necessárias para levar a uma quantificação dos dados, transformando-os em indicadores. São abordadas a apresentação de fluxogramas, planilhas, a formatação de relatórios, além de enfatizada a literatura relacionada à implantação do MEQ no Brasil. O presente trabalho pretende contribuir para que o gestor saiba onde será necessário intervir visando melhorias no laboratório, seja no âmbito técnico ou profissional.
Description: 5 p.: il. p&amp;b.</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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