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    <title>DSpace Collection: Coleção voltada para a inserção de capítulos de livros desenvolvidos pela área de farmácia, seus servidores e/ou colaboradores.</title>
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    <description>Coleção voltada para a inserção de capítulos de livros desenvolvidos pela área de farmácia, seus servidores e/ou colaboradores.</description>
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    <title>Bioquímica</title>
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    <description>Title: Bioquímica
Authors: Alves, Emanuele Amorim; Santos, Elisângela de Souza; Murito, Mônica Mendes Caminha; Finete, Virgínia de Lourdes; Manaças, Liliane Rosa Alves
Description: p. 27-131.: il. p&amp;b. e color.</description>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Interações medicamentosas: definições e mecanismos</title>
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    <description>Title: Interações medicamentosas: definições e mecanismos
Authors: Badin, Rebeka Caribé; Manaças, Liliane Rosa Alves
Abstract: A interação medicamentosa é definida como uma alteração nos efeitos e/ou na toxicidade&#xD;
de um fármaco devido a sua administração concomitante com outro fármaco ou alimento.&#xD;
Essas interações podem ser benéficas ou maléficas, podendo ser classificadas em&#xD;
farmacocinéticas, farmacodinâmicas ou farmacêuticas. As interações farmacocinéticas&#xD;
ocorrem quando um dos fármacos é capaz de interferir no perfil farmacocinético do outro,&#xD;
podendo afetar os padrões de absorção, distribuição, metabolização ou excreção. Enquanto,&#xD;
que as interações farmacodinâmicas ocorrem quando dois fármacos competem pela ligação&#xD;
de um mesmo alvo (receptores, transportadores, enzima ou canal iônico), podendo causar&#xD;
efeitos semelhantes ou opostos. Por último, as interações farmacêuticas ou&#xD;
incompatibilidades medicamentosas deve-se as reações físico-químicas entre fármacos e “in&#xD;
vitro”, isto é, antes da administração. Quanto a gravidade, as interações medicamentosas&#xD;
podem ser classificadas como graves, moderadas ou leves. No ambiente hospitalar, uma&#xD;
crescente atenção tem sido direcionada para as interações medicamentosas, visto que&#xD;
algumas interações apresentam potencial para causar danos e muitas vezes são&#xD;
responsáveis pela deterioração clínica do paciente acarretando aumento no tempo de&#xD;
internação, reações adversas, toxicidade cumulativa e elevação dos custos assistenciais.
Description: p. 78-87. : tab. p&amp;b.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/15603">
    <title>Etnofarmacologia da Luffa operculata Cogn</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/15603</link>
    <description>Title: Etnofarmacologia da Luffa operculata Cogn
Authors: Badin, Rebeka Caribé; Manaças, Liliane Rosa Alves
Abstract: Luffa operculata Cogn. pertence à família Cucurbitaceae, sendo popularmente conhecida&#xD;
como buchinha, cabaçinha, purga-de-jalapa e purga-dos-paulistas. Seu fruto é empregado&#xD;
na medicina popular tradicional principalmente como purgante, emenagogo e&#xD;
descongestionante nasal. Na homeopatia é largamente utilizada para o tratamento de&#xD;
sinusite e rinite. O perfil fitoquímico demonstrou a presença glicosídeos, saponina e resina,&#xD;
além de esteróis livres, ácidos orgânicos, fenóis e ausência de taninos. Sendo produtora de&#xD;
triterpenos com esqueletos modificados denominados de cucurbitacinas, apresenta grande&#xD;
valor farmacológico devido as atividades anti-inflamatória, antitumoral e antimicrobiana.&#xD;
Entretanto, alguns estudos apresentam resultados contraditórios e existem lacunas de&#xD;
comprovação das suas reais atividades farmacológicas e dos mecanismos de ação. Por esse&#xD;
fato, apesar de ser largamente utilizada na medicina popular faz-se pertinente a realização&#xD;
de estudos mais aprofundados do perfil farmacológico e toxicológico no intuito viabilizar a&#xD;
obtenção de futuros fármacos.
Description: p. 106-113.: il. color.</description>
    <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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