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    <title>DSpace Community: Coleção voltada para a inserção de documentos relacionados com a história da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco.</title>
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    <description>Coleção voltada para a inserção de documentos relacionados com a história da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco.</description>
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    <dc:date>2026-04-22T14:51:10Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17255">
    <title>A política de controle do tabaco no Brasil de 1986 a 2016: contexto, trajetória e desafios</title>
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    <description>Title: A política de controle do tabaco no Brasil de 1986 a 2016: contexto, trajetória e desafios
Authors: Portes, Leonardo Henriques
Abstract: O estudo buscou analisar a política de controle do tabaco no Brasil de 1986 a 2016, sendo adotados três eixos de análise. No primeiro, explorou-se a adesão dos países à Convenção Quadro para Controle do Tabaco (CQCT) e a implantação das medidas da Convenção no cenário mundial, com foco na América Latina. No segundo eixo, analisou-se a trajetória da política brasileira de controle do tabaco, considerando o contexto, processo e conteúdo da política. O terceiro eixo consistiu na análise da dinâmica de funcionamento da Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CONICQ). A pesquisa baseou-se em contribuições das perspectivas da economia política, da análise das políticas públicas e do institucionalismo histórico. O estudo compreendeu as seguintes estratégias metodológicas: revisão bibliográfica; pesquisa e análise documental; análise de bases de dados secundários; observação direta de eventos nacionais da política; e realização de entrevistas semiestruturadas com atores-chave. Em relação à adesão e implantação da CQCT na América Latina, os resultados evidenciaram uma alta proporção de Estados Partes na região que adotaram as medidas preconizadas pela CQCT, com destaque para Brasil e México. No entanto, constatou-se uma heterogeneidade da situação de implantação das ações entre os países. A análise da trajetória da política brasileira de controle do tabaco permitiu constatar a estruturação do controle do tabaco no país a partir dos anos 1980, sendo a implementação da CQCT no Brasil, a partir de 2006, fundamental para a expansão e consolidação da política nacional. No entanto, interesses econômicos limitaram a implementação de algumas ações estratégicas. A sustentabilidade da política e a superação de limitações referentes à diversificação em áreas plantadas de fumo, ao combate ao comércio ilícito de cigarros e à interferência da indústria do fumo apresentaram-se como os principais desafios. A análise da atuação da CONICQ evidenciou a sua relevância como uma instância estratégica de coordenação governamental da política, apresentando grande complexidade de interação entre órgãos influenciados por diferentes interesses, opções políticas e níveis de engajamento com o controle do tabaco. Apesar de sua legitimidade institucional, constatou-se que a atuação da CONICQ sofre limitações por fatores internos e externos àquela instância. Por fim, ressalta-se que a sustentabilidade da PNCT se configura como o principal desafio a ser destacado. A manutenção do tema na agenda do setor saúde de forma prioritária e a expansão de medidas legislativas, educativas, de comunicação e de regulação contínuas são fundamentais. O enfrentamento dos interesses econômicos relacionados à indústria do tabaco é determinante para assegurar avanços em áreas ainda frágeis. A garantia de financiamento das diversas medidas e a busca de avanços nos diversos setores são condições essenciais para a sustentabilidade da PNCT como política intersetorial. A continuidade e consolidação da política de controle do tabaco em médio e longo prazos também dependem da persistência de um marco institucional amplo que norteie a atuação do Estado na proteção social, consoante com as diretrizes do Sistema Único de Saúde, em que as necessidades sanitárias se sobreponham aos interesses econômicos.
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    <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/15799">
    <title>Relatório Técnico Final: estudo de caso sobre a ratificação da “Convenção Quadro para o Controle do Tabaco"</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/15799</link>
    <description>Title: Relatório Técnico Final: estudo de caso sobre a ratificação da “Convenção Quadro para o Controle do Tabaco"
Authors: Cavalcante, Tânia Maria; Wong Un, Julio Alberto; Cunha, Valéria de Souza; Menezes, Maria de Fátima Batalha de; Vianna, Cristiane; Mendes, Felipe Lacerda; Pérez, Cristina; Rangel, Erica Cavalcanti
Abstract: Esta pesquisa é um estudo de caso sobre a ratificação da&#xD;
Convenção Quadro para Controle do Tabaco que aconteceu no Brasil&#xD;
dentre os anos 2004 e 2005. Foram identificados atores sociais&#xD;
chave, estratégias a favor e contra a ratificação, estilos de&#xD;
ação, negociação e acordo por parte de vários grupos envolvidos.&#xD;
A lição central que fica é que governos e sociedade civil têm que&#xD;
estar preparados de forma profunda e séria para lidar com este&#xD;
tipo de processos políticos. A defesa da vida, e da saúde,&#xD;
demanda não só preparo técnico, mas também habilidades políticas&#xD;
de indivíduos, organizações e instituições.
Description: 27 p.</description>
    <dc:date>2006-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Convenção do Tabaco na OMS : gênese e papel da presidência brasileira nas negociações</title>
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    <description>Title: Convenção do Tabaco na OMS : gênese e papel da presidência brasileira nas negociações
Authors: Saldanha, Pedro Marcos de Castro
Abstract: A Convenção-Quadro da Organização Mundial da Saúde para o Controle do Tabaco constituiu um marco na história da saúde pública. Pela primeira vez, a comunidade internacional se reuniu para redigir um acordo juridicamente vinculante para lidar com um problema que, à época da negociação e mantidas as tendências então verificadas, ceifaria, ao longo do século XXI, as vidas de meio bilhão de pessoas. Não seria exagerado afirmar que, ao desempenhar papel fundamental para a adoção da Convenção-Quadro, o Brasil ajudou a salvar milhões de vidas. Esta obra, além de traçar um histórico da questão, busca registrar em que medida o Brasil contribuiu para o êxito das negociações. Ressalta os desafios e pressões enfrentados durante o processo e procura analisar, igualmente, os mecanismos internos que foram desenhados de forma criativa e inteligente para fortalecer e conferir ainda mais credibilidade e legitimidade aos posicionamentos assumidos pelo país durante as negociações.
Description: 276 p.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/7172">
    <title>A Ratificação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco pelo Brasil: mitos e verdades</title>
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    <description>Title: A Ratificação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco pelo Brasil: mitos e verdades
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Brasil. Ministério da Saúde
Abstract: A ciência já demonstrou de forma inequívoca que o consumo de tabaco é uma doença que&#xD;
gera dependência química em seus usuários, condenando-os a desenvolverem doenças graves e&#xD;
fatais como o câncer, infarto, enfisema e outras.&#xD;
Apesar de todo esse conhecimento, as grandes transnacionais de tabaco seguem cada&#xD;
vez mais fortalecidas, graças ao grande capital acumulado proveniente dos 1,3 bilhões de&#xD;
fumantes existentes hoje no planeta. Isso tem lhes permitido vencer as fronteiras dos países e&#xD;
influenciar políticas públicas para retardar a adoção de ações para reduzir o consumo de seus&#xD;
produtos e assim garantir que a cada dia 100.000 jovens comecem a fumar em todo planeta,&#xD;
80% dos quais vivem em países pobres.&#xD;
O número de mortes anuais no mundo devido ao consumo de tabaco já atinge cinco&#xD;
milhões e tenderá a atingir 10 milhões nos próximos 15 anos se nada for feito para reverter a expansão do consumo.&#xD;
Esse cenário gerou uma reação global e levou 192 países membros das Nações Unidas a&#xD;
adotarem, em maio de 2003, a Convenção Quadro para Controle do Tabaco, um tratado internacional que visa “proteger a população mundial e suas gerações futuras das devastadoras&#xD;
conseqüências do consumo de tabaco”.&#xD;
Esse movimento colocou o controle do tabaco diante de todas as nações como uma questão ética e de responsabilidade social dos seus governos para com seu povo. E esse parece ser um&#xD;
entendimento que se globalizou, traduzido na rapidez com que os países assinaram esse tratado,&#xD;
o estão ratificando e já adotando muitas das medidas recomendadas por ele, embora ainda não&#xD;
tenha entrado em vigor até a data da publicação deste documento.&#xD;
O processo de negociação deste tratado se iniciou em 1999 de forma pública e transparente na sede da Organização Mundial da Saúde, tendo sido inclusive acompanhado por representantes nacionais do setor produtivo de fumo. O reconhecimento da liderança do Brasil no controle do tabagismo levou os 192 países a confiarem à delegação brasileira a presidência do processo&#xD;
negociador da Convenção durante 4 anos.&#xD;
Infelizmente, embora o Brasil tenha sido o 2º país a assinar a Convenção e já cumpra a&#xD;
maior parte das suas propostas, a ratificação vem sendo obstruída pela indústria do tabaco&#xD;
com base em argumentos falsos e infundados. Hoje seu texto se encontra no Senado, porém&#xD;
sem o caráter de urgência com o qual foi aprovado na Câmara dos Deputados em maio de&#xD;
2004, onde tramitou durante um ano.&#xD;
É preciso que todos entendam que ao reconhecer o impacto que a redução do consumo&#xD;
trará no longo prazo sobre a demanda de produção e ao se preocupar com a busca de alternativas&#xD;
economicamente viáveis, a Convenção não deveria ser vista como uma ameaça e sim como uma&#xD;
proteção, principalmente para o elo mais frágil da cadeia produtiva do fumo, os fumicultores.&#xD;
Nosso tempo é curto. Até outubro de 2004, 35 países já haviam ratificado a Convenção.&#xD;
Precisamos também ratificar, para que estejamos entre as 40 ratificações necessárias para que a&#xD;
Convenção entre em vigor. Assim seremos um dos Estados Parte das negociações de futuros&#xD;
Protocolos, dentre eles o que buscará captar apoio para o desenvolvimento de alternativas economicamente viáveis e saudáveis à cultura do fumo. Esta publicação é uma iniciativa do Instituto Nacional de Câncer, órgão do Ministério da&#xD;
Saúde, subsidiada pelo projeto “Apoio à Ratificação e Implementação da Convenção Quadro para&#xD;
Controle do Tabaco” da organização canadense International Development Research Center (IDRC)/&#xD;
International Development Research for International Tobacco Control (RITC). Seu objetivo é&#xD;
desmistificar as distorções criadas para impedir a ratificação da Convenção pelo Brasil.&#xD;
É preciso que mudemos o rumo que está sendo dado a ratificação da Convenção Quadro&#xD;
por nosso país, pois destoa do cenário mundial onde os Objetivos para o Desenvolvimento do&#xD;
Milênio das Nações Unidas estimula os países a incluírem o controle do tabaco como importante&#xD;
aspecto do desenvolvimento social e destoa da liderança que o governo brasileiro vem conquistando na mobilização global para o combate à fome e à pobreza.&#xD;
Com a ratificação da Convenção Quadro para Controle do Tabaco, esperamos estar contribuindo para uma sociedade global mais justa e saudável.
Description: 35 p.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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