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    <title>DSpace Collection: Coleção voltada para a inserção de livros da história da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco.</title>
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    <description>Coleção voltada para a inserção de livros da história da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco.</description>
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    <title>Convenção do Tabaco na OMS : gênese e papel da presidência brasileira nas negociações</title>
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    <description>Title: Convenção do Tabaco na OMS : gênese e papel da presidência brasileira nas negociações
Authors: Saldanha, Pedro Marcos de Castro
Abstract: A Convenção-Quadro da Organização Mundial da Saúde para o Controle do Tabaco constituiu um marco na história da saúde pública. Pela primeira vez, a comunidade internacional se reuniu para redigir um acordo juridicamente vinculante para lidar com um problema que, à época da negociação e mantidas as tendências então verificadas, ceifaria, ao longo do século XXI, as vidas de meio bilhão de pessoas. Não seria exagerado afirmar que, ao desempenhar papel fundamental para a adoção da Convenção-Quadro, o Brasil ajudou a salvar milhões de vidas. Esta obra, além de traçar um histórico da questão, busca registrar em que medida o Brasil contribuiu para o êxito das negociações. Ressalta os desafios e pressões enfrentados durante o processo e procura analisar, igualmente, os mecanismos internos que foram desenhados de forma criativa e inteligente para fortalecer e conferir ainda mais credibilidade e legitimidade aos posicionamentos assumidos pelo país durante as negociações.
Description: 276 p.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A Ratificação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco pelo Brasil: mitos e verdades</title>
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    <description>Title: A Ratificação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco pelo Brasil: mitos e verdades
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Brasil. Ministério da Saúde
Abstract: A ciência já demonstrou de forma inequívoca que o consumo de tabaco é uma doença que&#xD;
gera dependência química em seus usuários, condenando-os a desenvolverem doenças graves e&#xD;
fatais como o câncer, infarto, enfisema e outras.&#xD;
Apesar de todo esse conhecimento, as grandes transnacionais de tabaco seguem cada&#xD;
vez mais fortalecidas, graças ao grande capital acumulado proveniente dos 1,3 bilhões de&#xD;
fumantes existentes hoje no planeta. Isso tem lhes permitido vencer as fronteiras dos países e&#xD;
influenciar políticas públicas para retardar a adoção de ações para reduzir o consumo de seus&#xD;
produtos e assim garantir que a cada dia 100.000 jovens comecem a fumar em todo planeta,&#xD;
80% dos quais vivem em países pobres.&#xD;
O número de mortes anuais no mundo devido ao consumo de tabaco já atinge cinco&#xD;
milhões e tenderá a atingir 10 milhões nos próximos 15 anos se nada for feito para reverter a expansão do consumo.&#xD;
Esse cenário gerou uma reação global e levou 192 países membros das Nações Unidas a&#xD;
adotarem, em maio de 2003, a Convenção Quadro para Controle do Tabaco, um tratado internacional que visa “proteger a população mundial e suas gerações futuras das devastadoras&#xD;
conseqüências do consumo de tabaco”.&#xD;
Esse movimento colocou o controle do tabaco diante de todas as nações como uma questão ética e de responsabilidade social dos seus governos para com seu povo. E esse parece ser um&#xD;
entendimento que se globalizou, traduzido na rapidez com que os países assinaram esse tratado,&#xD;
o estão ratificando e já adotando muitas das medidas recomendadas por ele, embora ainda não&#xD;
tenha entrado em vigor até a data da publicação deste documento.&#xD;
O processo de negociação deste tratado se iniciou em 1999 de forma pública e transparente na sede da Organização Mundial da Saúde, tendo sido inclusive acompanhado por representantes nacionais do setor produtivo de fumo. O reconhecimento da liderança do Brasil no controle do tabagismo levou os 192 países a confiarem à delegação brasileira a presidência do processo&#xD;
negociador da Convenção durante 4 anos.&#xD;
Infelizmente, embora o Brasil tenha sido o 2º país a assinar a Convenção e já cumpra a&#xD;
maior parte das suas propostas, a ratificação vem sendo obstruída pela indústria do tabaco&#xD;
com base em argumentos falsos e infundados. Hoje seu texto se encontra no Senado, porém&#xD;
sem o caráter de urgência com o qual foi aprovado na Câmara dos Deputados em maio de&#xD;
2004, onde tramitou durante um ano.&#xD;
É preciso que todos entendam que ao reconhecer o impacto que a redução do consumo&#xD;
trará no longo prazo sobre a demanda de produção e ao se preocupar com a busca de alternativas&#xD;
economicamente viáveis, a Convenção não deveria ser vista como uma ameaça e sim como uma&#xD;
proteção, principalmente para o elo mais frágil da cadeia produtiva do fumo, os fumicultores.&#xD;
Nosso tempo é curto. Até outubro de 2004, 35 países já haviam ratificado a Convenção.&#xD;
Precisamos também ratificar, para que estejamos entre as 40 ratificações necessárias para que a&#xD;
Convenção entre em vigor. Assim seremos um dos Estados Parte das negociações de futuros&#xD;
Protocolos, dentre eles o que buscará captar apoio para o desenvolvimento de alternativas economicamente viáveis e saudáveis à cultura do fumo. Esta publicação é uma iniciativa do Instituto Nacional de Câncer, órgão do Ministério da&#xD;
Saúde, subsidiada pelo projeto “Apoio à Ratificação e Implementação da Convenção Quadro para&#xD;
Controle do Tabaco” da organização canadense International Development Research Center (IDRC)/&#xD;
International Development Research for International Tobacco Control (RITC). Seu objetivo é&#xD;
desmistificar as distorções criadas para impedir a ratificação da Convenção pelo Brasil.&#xD;
É preciso que mudemos o rumo que está sendo dado a ratificação da Convenção Quadro&#xD;
por nosso país, pois destoa do cenário mundial onde os Objetivos para o Desenvolvimento do&#xD;
Milênio das Nações Unidas estimula os países a incluírem o controle do tabaco como importante&#xD;
aspecto do desenvolvimento social e destoa da liderança que o governo brasileiro vem conquistando na mobilização global para o combate à fome e à pobreza.&#xD;
Com a ratificação da Convenção Quadro para Controle do Tabaco, esperamos estar contribuindo para uma sociedade global mais justa e saudável.
Description: 35 p.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/7062">
    <title>Convenção-quadro para o Controle do Tabaco: texto oficial</title>
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    <description>Title: Convenção-quadro para o Controle do Tabaco: texto oficial
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Brasil. Ministério da Saúde; Comissão Nacional para Implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (Brasil). Secretaria Executiva
Abstract: A Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) nasceu a&#xD;
partir de evidências de que o crescimento do mercado mundial dos produtos&#xD;
de tabaco, como resultado da liberalização do comércio e do investimento&#xD;
do capital estrangeiro direto, trouxe uma séria ameaça à saúde pública&#xD;
global. Essa ameaça tem sido potencializada por estratégias de grandes&#xD;
companhias transnacionais de tabaco para se inserirem em economias de&#xD;
mercado emergentes, bem como por desafios transfronteiriços, tais como a&#xD;
propaganda e o marketing de caráter universal, o comércio pela internet e o&#xD;
mercado ilegal de produtos de tabaco1&#xD;
.&#xD;
Em outras palavras, a globalização da economia tem sido um dos&#xD;
determinantes do movimento de passagem da carga epidêmica do tabagismo&#xD;
e de doenças tabaco-relacionadas de países desenvolvidos para países em&#xD;
desenvolvimento. Ela tem permitido uma agilidade global de transferência&#xD;
do investimento de grandes companhias de tabaco para países que ofereçam&#xD;
um terreno fértil para esse comércio, traduzido em mão de obra de baixíssimo&#xD;
custo, importante ingrediente para otimizar a produção, e em uma elevada&#xD;
população de jovens pronta para ser estimulada a iniciar o consumo.&#xD;
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada ano&#xD;
morrem cerca de 5 milhões de pessoas, em todo o mundo, devido ao consumo&#xD;
dos produtos derivados do tabaco. A OMS também estima que, se a atual&#xD;
tendência de consumo for mantida nos próximos 30 a 40 anos, quando os&#xD;
fumantes jovens de hoje atingirem a meia-idade, a epidemia tabagística&#xD;
será responsável por 10 milhões de mortes por ano, sendo que 70% delas&#xD;
ocorrerão em países em desenvolvimento. No Brasil, são estimadas mais de&#xD;
200 mil mortes/ano decorrentes do tabagismo.&#xD;
O reconhecimento de que a expansão do tabagismo é um problema&#xD;
mundial fez com que, em maio de 1999, durante a 52ª Assembleia Mundial&#xD;
da Saúde (AMS), os Estados Membros das Nações Unidas propusessem a&#xD;
adoção do primeiro tratado internacional de saúde pública da história da humanidade negociado sob os auspícios da OMS. Trata-se da ConvençãoQuadro para o Controle do Tabaco.&#xD;
Esse tratado articula um grupo de ações baseadas em evidências para&#xD;
responder à globalização da epidemia do tabagismo e reafirmar o direito de&#xD;
todas as pessoas aos mais altos padrões de saúde, o que é claramente assumido&#xD;
no primeiro parágrafo do seu Preâmbulo: “As Partes dessa Convenção&#xD;
(estão) determinadas a dar prioridade aos seus direitos de proteger a saúde&#xD;
pública”2&#xD;
.&#xD;
A CQCT considera o tabagismo uma epidemia global, e apresenta&#xD;
o consumo e a exposição à fumaça do tabaco como questões de saúde&#xD;
pública, com consequências sanitárias, sociais, ambientais e econômicas que&#xD;
impõem a implementação de medidas, “a fim de reduzir de maneira contínua&#xD;
e substancial a prevalência do consumo e a exposição à fumaça do tabaco”
Description: 2. reimpr.; 62 p.</description>
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