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    <title>DSpace Community: Coleção voltada para a inserção de documentos dos diretores e ex-diretores das unidades hospitalares.</title>
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    <description>Coleção voltada para a inserção de documentos dos diretores e ex-diretores das unidades hospitalares.</description>
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    <dc:date>2026-04-19T09:44:02Z</dc:date>
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    <title>Transplante de sangue de cordão umbilical – SCU</title>
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    <description>Title: Transplante de sangue de cordão umbilical – SCU
Authors: Rodrigues, Celso Antônio; Pereira, Noemi Farah; Oliveira, Danielli Cristina Muniz de; Torres, Margareth; Alencar, Iracema; Salomão, Izabella; Mauad, Marcos Augusto; Colturato, Vergilio Antonio Rensi; Bouzas, Luis Fernando da Silva; Moraes, Maria Elisa
Abstract: A frequente utilização de sangue de cordão umbilical - SCU como fonte de células- tronco hematopoéticas - CTH, tanto em crianças, como em adultos, que não dispõem de doador na família, tem levado ao estabelecimento da padronização de critérios em sua seleção, objetivando a obtenção de melhores resultados. A escolha da unidade de SCU deve basear-se no número total de células nucleadas e no número de diferenças de antígenos leucocitários humanos (HLA). Diante de uma unidade com celularidade mínima, deve-se considerar a possibilidade da utilização de duplo cordão. Frente a mais de uma unidade com características semelhantes, a realização da contagem de células CD34 e da compatibilidade ABO, assim como a qualidade e a rapidez para obtenção da unidade, podem definir a escolha.</description>
    <dc:date>2010-05-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/13993">
    <title>Transplante de medula óssea em pediatria e transplante de cordão umbilical.</title>
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    <description>Title: Transplante de medula óssea em pediatria e transplante de cordão umbilical.
Authors: Bouzas, Luis Fernando da Silva
Abstract: O transplante de medula óssea tem sido utilizado em crianças, no tratamento de&#xD;
um crescente número de doenças hematológicas, malignas ou não, e nos tumores sólidos. A&#xD;
fonte de medula óssea, nesses casos, tem sido, na sua maioria, alogênica, incluindo doador&#xD;
relacionado HLA-idêntico; relacionado com um antígeno HLA diferente; não aparentados, HLA idênticos; ou, em raras circunstâncias, relacionado com dois ou três antígenos HLA diferentes . As&#xD;
células do sangue do cordão umbilical e placentário (SCUP) têm sido consideradas para trans plante alogênico, aparentado ou não, com resultados promissores. A relativa facilidade de obten ção, a flexibilidade quanto à compatibilidade HLA entre pacientes e doadores e a possibilidade&#xD;
de armazenamento em bancos de células são alguns dos fatores que têm contribuído para o&#xD;
desenvolvimento da técnica. Os pacientes tratados com tumores sólidos recebem, em sua maio ria, transplantes autogênicos de medula ou de células de sangue periférico. As complicações dos&#xD;
transplantes continuam a incluir a toxicidade precoce ou tardia dos regimes de condicionamento,&#xD;
doença de enxerto-contra-hospedeiro aguda e crônica, infecções, imunodeficiência prolongada e&#xD;
recidiva da doença de base. Com o aumento do tempo da sobrevida, principalmente na faixa etária&#xD;
pediátrica, existe uma grande preocupação com os efeitos colaterais tardios, que comprometem&#xD;
os resultados, no que diz respeito à qualidade de vida, alterações orgânicas debilitantes e distúr bios neuropsicossociais incapacitantes. As constantes pesquisas, desenvolvidas nessa área,&#xD;
continuarão a contribuir com métodos que diminuam as complicações pós-transplante, aumen tando a sobrevida dos submetidos a transplantes, tanto de forma quantitativa, como qualitativa.</description>
    <dc:date>2000-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/13992">
    <title>T-Iymphocyte function from peripheral blood stem cell donors is inhibited by activated granulocyte</title>
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    <description>Title: T-Iymphocyte function from peripheral blood stem cell donors is inhibited by activated granulocyte
Authors: Vasconcelos, Zilton Farias Meira de; Santos, Bruna Maria dos; Bouzas, Luis Fernando da Silva; Bonomo, Adriana Cesar; Costa, Elaine Sobral da; Tabak, Daniel Goldberg; Barcinski, Marcello Andre; Lima, Marcos
Abstract: PBSC transplant provides 10 times more T cells than BMT. However, the incidence and severity of acute GvHD is similar among recipients of both types of transplants. Studies in mouse models suggest that the similar clinical outcome in BMT and PBSCT is due to differences in the lymphokine profiles.&#xD;
&#xD;
Methods&#xD;
PBMC, PBMC from G-CSF mobilized donors (G-PBMC) and BM mononuclear cells (BM-MC) were analyzed by flow cytometry and ELISA to detect γ-IFN and IL-4 production. Hematoxylin and eosin staining was used to identify morphology and annexin/propidium-iodide was used for apoptosis assays.&#xD;
&#xD;
Results&#xD;
We show decreased production ofy-interferon (85%) and IL-4 (60%) in G-PBMC when compared with either PBMC or BM-MC T cells on ex vivo assays. Surprisingly, 85% of fresh G-PBMC is composed of low-density granulocytes (LDG), which undergo apoptosis after 48 h in culture. At this same time, γ-IFN production from G-PBMC T cell was reverted. In vitro, G-CSF converts granulocytes into LDGs, able to inhibit T-cell function by H2O2 production, and not through immune-deviation towards a Th2-type phenotype.&#xD;
&#xD;
Discussion&#xD;
We show that the estimated numbers ofThl and Th2 cells infused in BMT and PBSCT do not differ significantly. These findings are discussed with reference to the relatively low incidence of acute GvHD in PBSCT shown in the literature. We suggest that these results might depend on the high number of granulocytes and progenitors infused. The potential use of granulocytes as immunosu-pressive short-term therapy is now being investigated by our group using a mouse experimental model.</description>
    <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/13971">
    <title>The Impact of Additional Chromosomal Abnormalities in Response to Imatinib Mesylate Therapy for Chronic Myeloid Leukemia</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/13971</link>
    <description>Title: The Impact of Additional Chromosomal Abnormalities in Response to Imatinib Mesylate Therapy for Chronic Myeloid Leukemia
Authors: Otero, Luize; Souza, Maria Helena Ornellas de; Azevedo, Alexandre Mello de; Abdelhay, Eliana Saul Furquim Werneck; Bouzas, Luis Fernando da Silva; Fernandez, Teresa de Souza; Dobbin, Jane de Almeida
Abstract: Imatinib induces a complete cytogenetic response in more than 80% of newly diagnosed patients with chronic&#xD;
myeloid leukemia (CML) in the chronic phase (CP) and in 41% of patients in the first chronic phase after failure&#xD;
of interferon-α treatment. However, some patients do not respond completely. Therefore, according to most&#xD;
studies, drug resistance in CML patients treated with imatinib is correlated with cytogenetic abnormalities acquired&#xD;
during treatment. In this study we analyzed 48 CML patients treated with imatinib mesylate after interferon-α&#xD;
resistance in order to elucidate the impact of additional chromosomal abnormalities prior to imatinib in response&#xD;
to therapy. Cytogenetic abnormalities in addition to the Philadelphia chromosome (Ph) were detected in 33.3% of&#xD;
patients. Patients with Ph as the sole cytogenetic abnormality prior to imatinib therapy presented a major cytogenetic&#xD;
response and significantly longer median overall survival (p=0.006) than patients with additional chromosomal&#xD;
abnormalities. Therefore, in this group of patients, another choice of treatment should be considered, such as stem&#xD;
cell transplantation or combination regimens as appropriate. The present study indicates the importance of detecting&#xD;
a double Ph chromosome prior to imatinib therapy. Patients showing this abnormality did not respond to imatinib,&#xD;
thus indicating the abnormality's association with resistance. Our study suggests that classical cytogenetic analysis&#xD;
is still an important tool prior to and during follow-up of CML patients treated with imatinib.</description>
    <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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