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    <title>DSpace Community: Conjunto de documentos técnico-científicos produzidos no âmbito das ações gerenciais e de planejamento do INCA.</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/12</link>
    <description>Conjunto de documentos técnico-científicos produzidos no âmbito das ações gerenciais e de planejamento do INCA.</description>
    <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 02:51:54 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-28T02:51:54Z</dc:date>
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      <title>DSpace Community: Conjunto de documentos técnico-científicos produzidos no âmbito das ações gerenciais e de planejamento do INCA.</title>
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      <title>Sem voz e sem vez: a mutilação no câncer de laringe e a (des)proteção social dos trabalhadores</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18248</link>
      <description>Title: Sem voz e sem vez: a mutilação no câncer de laringe e a (des)proteção social dos trabalhadores
Authors: Alcantara, Luciana da Silva
Abstract: Esta tese tem como questão central a (des)proteção social vivenciada pelos pacientes submetidos à retirada cirúrgica da laringe, através do procedimento de laringectomia total. Trata-se de um estudo de caso, fruto da reflexão e da experiência profissional da autora, como assistente social, junto aos pacientes com câncer de laringe, atendidos na Seção de Cirurgia de Cabeça e Pescoço de Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), e demonstra que a laringectomia total pode ser compreendida como uma das expressões da dinâmica predatória de acumulação capitalista e um desfecho mutilador na vida de uma parcela significativa de pacientes idosos homens, inseridos principalmente na Construção Civil. Compreende-se que a desproteção social pode ocorrer mediante a dificuldade de acesso as políticas de Saúde, Previdência e Assistência Social. A pesquisa possui natureza exploratória e cunho qualitativo, tendo por referência a perspectiva dialética, com a realização de revisão teórico-bibliográfica, bem como pesquisa documental para levantamento e análise de dados secundários, tanto na legislação, quanto de estatísticas e informações de atendimento disponiveis no setor. Foram analisados os prontuários dos pacientes matriculados no período de março de 2014 a maio de 2015, totalizando 38 pacientes com idade igual ou superior a 18 anos. A partir da identificação das condições da atividade laborativa e formas de proteção social, seja pela atenção em Saúde, seja pela inserção previdenciária e/ou assistencial no decorrer do tratamento, foi possível realizar a discussão e expor os resultados da pesquisa que afirma, como hipótese de trabalho, a desproteção social dos trabalhadores. Foram eixos balizadores da análise e exposição: a relação entre o desenvolvimento capitalista no Brasil e a degradação da saúde dos trabalhadores laringectomizados; o aporte teórico do conceito de determinação social do processo saúde-doença; o câncer como doença crónica não transmissível (DCNT) no capitalismo e o caráter tecnológico de que vem se revestindo o tratamento; a possibilidade de exposição no ambiente de trabalho e a demais agentes externos, com a intensa cupabilização a que é submetido o paciente no que tange ao consumo de substâncias consideradas "de risco" à saúde, a exemplo do tabaco e do álcool - considerando que a mesma sociedade que estimula o consumo e a que culpabiliza o usuário, recorrendo à abordagem comportamental para o fomento de campanhas de prevenção ao câncer; a demanda e o acesso ao tratamento oncológico no Sistema Unico de Saúde (SUS), bem como os entraves à sua continuidade; os limites e possibilidades no acesso dos pacientes à proteção social, ambitos da Assistência e Previdência Social e o processo de&#xD;
"assistencialização". Considera, nesse sentido, a atuação ex post facto das políticas que compõem o tripé da Seguridade Social, em seu processo de (des)proteção social, bem como a (in) visibilidade do câncer relacionado ao trabalho no Brasil.
Description: 238 f. : il. color., gráfs., tabs.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18248</guid>
      <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Plano estratégico do INCA 2024-2027: valores que inspiram, propósito que transforma: revisão 2025</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18235</link>
      <description>Title: Plano estratégico do INCA 2024-2027: valores que inspiram, propósito que transforma: revisão 2025
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil
Abstract: Breve recapitulação da elaboração do Plano Estratégico 2024–2027&#xD;
O Instituto Nacional de Câncer (INCA) iniciou, em 2024, a execução de seu ciclo de planejamento estratégico &#xD;
para o quadriênio até 2027. A formulação do plano, desenvolvida ao longo de 2023, ocorreu por meio de um &#xD;
processo estruturado, participativo e orientado pela integração das coordenações técnico-administrativas, &#xD;
com envolvimento de especialistas em gestão estratégica e da alta liderança. Esse arranjo metodológico &#xD;
assegurou maior robustez ao diagnóstico organizacional e alinhamento às necessidades institucionais.&#xD;
Com o objetivo de fortalecer a gestão orientada a resultados e conferir maior objetividade ao acompanhamento &#xD;
das entregas, o INCA adotou a metodologia Objectives and Key Results (OKR). Essa abordagem, amplamente &#xD;
reconhecida em diferentes setores e aplicada em instituições públicas e privadas, permite estabelecer metas &#xD;
mensuráveis, promover transparência na execução e assegurar monitoramento contínuo dos avanços.&#xD;
A construção do plano compreendeu a revisão e formalização da identidade estratégica institucional — &#xD;
missão, visão e valores — e a definição de seis objetivos estratégicos que orientam as ações finalísticas e &#xD;
de suporte do Instituto. Esses objetivos foram desdobrados em 16 resultados-chave (KRs), que estabelecem &#xD;
parâmetros claros para aferição do desempenho estratégico ao longo do quadriênio.&#xD;
O Plano Estratégico INCA 2024–2027 está disponível em:&#xD;
https://www.gov.br/inca/pt-br/acesso-a-informacao/transparencia-e-prestacao-de-contas/plano-estrategico
Description: 12 p. : il. color., tabs.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18235</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Cartilha de compliance e integridade</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18187</link>
      <description>Title: Cartilha de compliance e integridade
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil
Abstract: Esta Cartilha de Compliance e Integridade nasce com o objetivo de fortalecer &#xD;
essa cultura institucional de ética, integridade, transparência e conformidade, &#xD;
promovendo o alinhamento de toda a força de trabalho aos valores e princípios &#xD;
que orientam a missão do Instituto. A publicação explica, de forma clara e &#xD;
objetiva, os conceitos fundamentais do compliance, as responsabilidades dos &#xD;
agentes públicos e os padrões de comportamento esperados, reforçando o &#xD;
papel de cada um na proteção da integridade e da reputação do INCA.&#xD;
Reconhecemos que desafios são impostos diariamente, tais como as constantes &#xD;
mudanças no cenário político e econômico, as crescentes expectativas &#xD;
da sociedade, as exigências legais e regulatórias, o relacionamento com &#xD;
fornecedores e prestadores de serviços, além da responsabilidade pela &#xD;
segurança, pela privacidade e pelo acolhimento dos pacientes. Portanto, é &#xD;
essencial que todos os agentes públicos conheçam, compreendam e apliquem &#xD;
as diretrizes e os princípios contidos nesta cartilha, incorporando a integridade &#xD;
e a ética em cada decisão e ação cotidianas.&#xD;
O lançamento desta publicação reafirma o compromisso do INCA com os mais &#xD;
elevados padrões de integridade, ética e conformidade. Evidencia também o &#xD;
papel da Alta Administração na construção e na manutenção de um ambiente &#xD;
organizacional íntegro e transparente, que valoriza o interesse público e &#xD;
fortalece a reputação do Instituto, cuidadosamente construída ao longo de &#xD;
quase 90 anos de dedicação à saúde pública.
Description: 31 p. : il. color.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18187</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Fatores ocupacionais, incidência e mortalidade por câncer : resultados dos estudos longitudinal de saúde do adulto (ELSA-Brasil)</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18165</link>
      <description>Title: Fatores ocupacionais, incidência e mortalidade por câncer : resultados dos estudos longitudinal de saúde do adulto (ELSA-Brasil)
Authors: Bernardino, Débora Cristina de Almeida Mariano
Abstract: O câncer relacionado ao trabalho (CRT) é uma das principais causas de adoecimento e morte entre trabalhadores no mundo, resultante da exposição a agentes carcinogênicos presentes nos ambientes e processos de trabalho. Apesar da relevância, no Brasil há carência de investigações sobre CRT, sobretudo de estudos conduzidos ao longo do tempo com grupos de trabalhadores. Para realização desta tese, utilizou-se dados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), com resultados apresentados sob a forma de dois artigos. No primeiro, o objetivo foi explorar as relações conjuntas entre a mortalidade por câncer, fatores ocupacionais e características socioeconômicos, entre os participantes do estudo. Para isso, foi realizada uma análise seccional, por meio da Análise de Correspondência Múltipla (ACM), incluindo trabalhadores ativos da linha de base (2008-2009) do ELSA-Brasil, que foram à óbito por câncer até 2018. A ACM possibilitou a representação gráfica do perfil de comportamento do grupo de variáveis analisadas. Como resultado do estudo, observou-se dois grandes perfis distintos de trabalhadores. O primeiro perfil reúne características socioeconômicas e ocupacionais como: alto grau de escolaridade, idade mais avançada, sexo feminino, sem exposição ao trabalho noturno, regime de trabalho diarista, jornada de trabalho limitada a 40 horas semanais, baixo desgaste no trabalho, ocupações não carcinogênicas, trabalho ativo e óbito por câncer não relacionado ao trabalho. O segundo perfil apresentou características expressamente opostos: baixo grau de escolaridade, idade mais Jovem, sexo masculino, exposição ao trabalho noturno, regime de plantão, jornada de trabalho que excede 40 horas semanais, alto desgaste no trabalho, ocupação carcinogênica, trabalho passivo e óbito por câncer relacionado ao trabalho. No segundo artigo, o objetivo foi avaliar a associação entre trabalho noturno e incidência de câncer de mama feminino, próstata e cólon reto na população de estudo. Mais de 12 mil participantes da primeira onda (2008-2010), de ambos os sexos, foram acompanhados em média por 13 anos. As razões de risco foram estimadas por modelos de regressão de Cox. A exposição ao trabalho noturno ao longo da vida, foi associada a um maior risco de câncer, especialmente de próstata, sobretudo, em trabalhadores expostos por mais de 10 anos. A tese sugere que trabalhadores com condições socioeconômicas desfavoráveis, expostos a fatores ocupacionais carcinogênicos, como o trabalho noturno, têm maior risco de adoecer e morrer por câncer relacionado ao trabalho. São necessários esforços para o cumprimento das políticas de saúde do trabalhador vigentes no Brasil, com o objetivo de promover ambientes laborais seguros, com foco na prevenção de neoplasias decorrentes dessas exposições.</description>
      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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