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    <title>DSpace Community: Coleção voltada para a inserção de documentos da área de Citopatologia</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/14880</link>
    <description>Coleção voltada para a inserção de documentos da área de Citopatologia</description>
    <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 21:09:33 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-20T21:09:33Z</dc:date>
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      <title>Melhoria da qualidade em citopatologia através de treinamento de gestores de saúde dos municípios do Rio De Janeiro: SITEC/INCA</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17645</link>
      <description>Title: Melhoria da qualidade em citopatologia através de treinamento de gestores de saúde dos municípios do Rio De Janeiro: SITEC/INCA
Authors: Araujo Junior, Mario Lucio Cordeiro; Quintana, Shirley Borges de Souza; Guimarães, Claudio Borys Nunes; Pires, Claudia Lopes; Oliveira, Ivanir Martins de
Abstract: O rastreamento para o controle do câncer de colo de útero se faz a partir do exame preventivo de Papanicolaou. Entretanto, o trâmite desde a coleta até a entrega do resultado à paciente envolve muitas etapas, exigindo um treinamento efetivo para evitar insucessos. Este trabalho propõe um modelo para treinamento em laboratórios de citopatologia, ressaltando fatores que interferem negativamente na qualidade dos resultados dos exames, como o dessecamento do esfregaço, a fixação inadequada e o preenchimento incompleto das requisições.
Description: 1 pôster: il. color.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17645</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Qual Formação Oferecer a Técnicos em Citopatologia com a Incorporação de Testes Moleculares no Rastreio do Câncer do Colo do Útero?</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17589</link>
      <description>Title: Qual Formação Oferecer a Técnicos em Citopatologia com a Incorporação de Testes Moleculares no Rastreio do Câncer do Colo do Útero?
Authors: Santana, Daniela Alves; Araújo Junior, Mario Lucio Cordeiro; Stephens, Paulo Roberto Soares
Abstract: No Brasil, em março de 2024 o Ministério da Saúde tornou pública a decisão de incorporar os testes moleculares para rastreamento do câncer do colo de útero. Com a incorporação desse novo protocolo irá ocorrer uma redução considerável no quantitativo de exames citopatológicos, impactando diretamente os profissionais que atuam realizando esse exame, incluindo o técnico em citopatologia. Dessa forma, é necessário pensar na atuação desse profissional para que a sua formação esteja de acordo com as exigências do mercado de trabalho. O Instituto Nacional de Câncer atua na formação de técnicos em citopatologia e, de modo a consolidar uma proposta de fortalecimento desta categoria de trabalhadores está reestruturando o seu currículo para atender as novas demandas do mercado. A partir de março deste ano será incorporado na grade curricular do técnico em citopatologia os conhecimentos de histopatologia, imuno-histoquímica e o treinamento técnico para a confecção de material para avaliação rápida no local durante procedimentos de aspiração por agulha fina ampliando as possibilidades de atuação desse profissional.  Os centros de formação precisam estar atentos aos avanços tecnológicos para dispor de infraestrutura necessária para capacitar esses profissionais para atenderem as demandas atuais.
Description: e-065099</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeitos colaterais da radioterapia para o câncer do colo de útero</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17209</link>
      <description>Title: Efeitos colaterais da radioterapia para o câncer do colo de útero
Authors: Quintana, Shirley Borges de Souza
Abstract: Embora seja um tema difícil de se abordar, mas falar sobre o câncer de forma aberta e clara, pode ajudar a esclarecer mitos e verdades e com isso aumentar o conhecimento e diminuir o temor associado à doença.&#xD;
O câncer não é uma sentença de morte ou um mal incurável ou inevitável. Um em cada três casos de câncer pode ser curado se for descoberto logo no início, mas muitas pessoas, por medo ou desinformação, evitam o assunto e acabam retardando o diagnóstico.
Description: 33 p.: il, color.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17209</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Falso negativo em colpocitologia: Estudo transversal retrospectivo no monitoramento da qualidade do Instituto Nacional de Câncer – INCA/RJ</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17208</link>
      <description>Title: Falso negativo em colpocitologia: Estudo transversal retrospectivo no monitoramento da qualidade do Instituto Nacional de Câncer – INCA/RJ
Authors: Quintana, Shirley Borges de Souza; Silva, Glória Regina Ferreira da; Moreira, Ana Celina Palmieri Parente; Quintana, Marcel de Souza Borges; Evaristo, Simone Maia; Araújo Júnior, Mario Lucio Cordeiro
Abstract: Introdução: Falsos negativos (FN) podem resultar em prejuízo à saúde da mulher, postergam o tratamento, impactam no programa de rastreamento e aumentam as taxas de morbidade e mortalidade. Objetivos: Analisar o indicador falso negativo do Setor Integrado de Tecnologia em Citopatologia (SITEC) do Instituto Nacional de Câncer. Metodologia: Estudo transversal retrospectivo. Período de 2008 a 2018. As frequências absolutas e relativas foram apresentadas (proporções) além dos intervalos de confiança de 95%. Os programas Microsoft Excel 2010 e R versão 4.3.2 foram utilizados na análise estatística dos dados. Resultados: A proporção no período foi de 1,4% (IC95%: 1,38% - 1,48%). Dos 100% dos exames revisados pelo Monitoramento Interno da Qualidade (MIQ) (n=196.803), utilizando os métodos de revisão aleatória de 10% e revisão dos esfregaços selecionados com base em critérios clínicos de risco, foram encontrados 2.811 falsos negativos. O total absoluto e relativo (n(%)) para cada categoria correspondeu a ASC-US (1.332 (47,4)); ASC-H (167 (5,9)); AGC-SOE (108 (3,8)); AGC-NEO (16 (0,6)); LSIL (1.074 (38,2)); HSIL (103 (3,7)) e neoplasia maligna invasora (11(0,4)). Conclusão: Exames falsos negativos estão principalmente relacionados às categorias indeterminadas (ASC), em especial ASC-US. O MIQ trabalha para melhorar a proporção do FN e do índice de positividade.
Description: 9 p.: il. color.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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