<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Collection: Coleção voltada para a inserção de livros desenvolvidos pela área de cuidados paliativos, seus servidores e/ou colaboradores.</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/14956</link>
    <description>Coleção voltada para a inserção de livros desenvolvidos pela área de cuidados paliativos, seus servidores e/ou colaboradores.</description>
    <pubDate>Sun, 19 Apr 2026 18:58:21 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-19T18:58:21Z</dc:date>
    <item>
      <title>Cuidados paliativos: vivências e aplicações práticas do Hospital do Câncer IV</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17003</link>
      <description>Title: Cuidados paliativos: vivências e aplicações práticas do Hospital do Câncer IV
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17003</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Últimos dias de vida</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/14930</link>
      <description>Title: Últimos dias de vida
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil
Abstract: Desde a década de 1980, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) assumiu o compromisso do&#xD;
cuidado integral do paciente com câncer, do diagnóstico ao estágio final da doença, tendo&#xD;
como fundamento a qualidade de vida do enfermo, guardando coerência com as doutrinas de&#xD;
universalidade, equidade e integralidade do Sistema Único de Saúde (SUS). No INCA, há 36 anos, instituímos uma unidade dedicada aos cuidados paliativos, assumindo um papel de protagonismo, no Brasil, no desenvolvimento de ações de assistência, ensino e pesquisa, baseado no conceito de hospice não só como local de internação específico, mas com a filosofia e os conceitos de trabalho e acolhimento de pacientes, familiares e cuidadores, em ações que ultrapassavam o muro da Instituição e chegavam aos lares dos doentes com neoplasias malignas em fase terminal. Ao longo dos anos, reunimos profissionais que se dedicaram a estabelecer programas para pacientes com câncer quando as terapias específicas de cura e controle tornam-se ineficazes e a terapia específica torna-se imperativa. Aprendemos que esse acolhimento se estende também a familiares e cuidadores. Passamos a ser formadores e contribuímos na construção da filosofia dos cuidados paliativos, hoje reconhecida como área de atuação médica e multiprofissional. Aprendemos a lidar com o luto e dar conforto espiritual, qualificando a percepção da importância do processo de linha de cuidados integral na oncologia.&#xD;
Recentemente, a International Association for Hospice and Palliative Care desenvolveu um consenso de mais de 450 paliativistas de todo o mundo com o objetivo de ampliar a definição de “cuidado paliativo”. Esse novo conceito foi apresentado pela Lancet Commission Global Acess to Palliative Care and Pain Relief, como cuidados holísticos ativos de indivíduos de todas as idades,&#xD;
com sérios sofrimentos relacionados à saúde em razão de doenças graves e, especialmente,&#xD;
daqueles próximos ao fim da vida. O cuidado paliativo, portanto, tem como objetivo melhorar a&#xD;
qualidade de vida de pacientes, familiares e cuidadores. Essa nova definição vem sendo adotada&#xD;
em alguns documentos da Organização Mundial da Saúde (OMS)b.&#xD;
O câncer vem se tornando a questão de saúde pública primordial, devendo vir a ser, em um futuro&#xD;
próximo, a principal causa de mortalidade por doença no mundo. No Brasil, o INCA estima que&#xD;
704 mil novos casos por ano serão diagnosticados no próximo triênio. O rápido envelhecimento&#xD;
da nossa população fez aumentar não só a incidência de câncer, mas de outras doenças crônicas&#xD;
não transmissíveis, tornando cada vez mais urgente a necessidade de um cuidado especializado&#xD;
para alívio do sofrimento humano e atenção ao luto complicado. Em 2017, mais de 56 milhões&#xD;
de pessoas no mundo necessitavam de cuidados paliativos. No entanto, a demanda por esse tipo&#xD;
de cuidado não é suficientemente atendida. Há um vasto caminho a ser percorrido rumo à oferta&#xD;
universal e à melhoria desse tipo de cuidado. Neste sentido, a publicação de uma obra que pode avaliar a prática de profissionais de saúde de diferentes partes do Brasil deve ser saudada com entusiasmo. Principalmente se ela, como é o caso, é fruto de trabalho coletivo de profissionais dedicados e de grande conhecimento, adquiridos no trabalho constante nesta área. Sua publicação constitui-se em um marco que sinaliza nosso compromisso com o cuidado integral ao paciente com câncer. O trabalho inicial da Dra. Magda Côrtes Rodrigues Rezende desenvolveu-se, frutificou e precisa ser multiplicado em outros locais&#xD;
do Brasil. Boa leitura.
Description: 260 p.: il. color.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/14930</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Cuidados paliativos oncológicos: controle da dor</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/11634</link>
      <description>Title: Cuidados paliativos oncológicos: controle da dor
Authors: Brasil. Ministério da Saúde; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil
Abstract: A Medicina paliativa, já reconhecida como especialidade em alguns países, visa a tratar pacientes com doença ativa e prognóstico reservado desviando o foco de suas atenções da cura para a qualidade de&#xD;
vida.&#xD;
A assistência a pacientes com câncer avançado, que não encontram resposta curativa com os tratamentos tradicionais, iniciou o caminho da especialização há cerca de 40 anos.&#xD;
Historicamente o marco de transformação desta assistência se deu&#xD;
na Inglaterra, quando a Drª Cecily Saunders, médica e uma das fundadoras do St. Christopher Hospice em 1967 passou a defender o cuidado a&#xD;
estes pacientes como atribuição de equipe. Equipe que deveria se empenhar em aumentar a qualidade de vida restante de pacientes e familiares&#xD;
que lutavam com uma doença mortal. Ao enfocar a diversidade das&#xD;
necessidades destes pacientes, contemplar os benefícios da&#xD;
multidisciplinaridade para o êxito dos objetivos e incluir os familiares na&#xD;
problemática da doença avançada, Drª Cecily Saunders moldou o futuro&#xD;
do que conhecemos hoje por Cuidados Paliativos. Os quais diferem da&#xD;
Medicina Paliativa pela interdisciplinaridade.&#xD;
Para a Organização Mundial da Saúde, Cuidado Paliativo é: “O&#xD;
cuidado total e ativo de pacientes cuja doença não é mais responsiva ao&#xD;
tratamento curativo. São da maior importância: o controle da dor e outros&#xD;
sintomas, como também os psicológicos, espirituais e sociais” WHO&#xD;
1990.&#xD;
A magnitude dos termos “cuidado total e ativo” dão a exata dimensão da visão ideal sobre cuidados paliativos. Cuidado no sentido mais&#xD;
amplo possível, considerando as necessidades destes pacientes em todos&#xD;
os seus aspectos e ativo, no sentido do afastamento da passividade e&#xD;
conformismo em direção a investimentos pelo aprimoramento e qualificação da assistência.&#xD;
A ênfase na importância dos sintomas psicológicos, espirituais e&#xD;
sociais amplia as responsabilidades desta assistência que deve atuar para&#xD;
além do controle de sintomas físicos, priorizando o alívio do sofrimento&#xD;
humano e considerando o impacto de suas ações segundo as considerações de qualidade de vida dos próprios pacientes.&#xD;
A dor é uma das mais freqüentes razões de incapacidade e sofrimento para pacientes com câncer em progressão. Em algum momento&#xD;
da evolução da doença, 80% dos pacientes experimentarão dor.&#xD;
Atualmente, 70% dos tumores malignos na infância são curáveis.&#xD;
No entanto, o maior medo enfrentado pelos pais é que sofram neste decurso. Devemos desenvolver e divulgar rotinas multidisciplinares para&#xD;
assegurar que o alívio da dor é possível na maioria dos casos.&#xD;
O adequado preparo da equipe é estratégia fundamental para o controle&#xD;
da dor e sintomas prevalentes em pacientes com câncer avançado sob&#xD;
cuidados paliativos.&#xD;
É condição imprescindível que os profissionais de saúde saibam&#xD;
como controlar a dor de pacientes com câncer avançado, que reajam&#xD;
contra mitos e conceitos principalmente sobre as drogas disponíveis e&#xD;
que se mantenham atualizados. Para tanto, aborda as possibilidades de&#xD;
tratamento da dor adequado aos recursos disponíveis. Especialmente neste&#xD;
momento em que o Ministério da Saúde, disponibiliza um arsenal suficiente de medicamentos, conforme demonstrado na última parte desta&#xD;
publicação, facilitando às Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde a&#xD;
viabilização de condições para que se possa assistir adequadamente os&#xD;
cidadãos brasileiros.
Description: 124 p. : il. color.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2001 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/11634</guid>
      <dc:date>2001-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>A avaliação do paciente em cuidados paliativos</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/11605</link>
      <description>Title: A avaliação do paciente em cuidados paliativos
Authors: Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil; Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil
Abstract: Este primeiro volume, a avaliação do paciente em cuidados paliativos, abrange a etapa inicial da abordagem ao paciente em cuidados paliativos. É necessário compreender quem é o paciente e quais as suas principais demandas, sua relação com o profissional, a importância da abordagem interdisciplinar, as especificidades próprias das categorias profissionais e, por fim, a elaboração do plano de cuidados em saúde. Este volume perpassa todas essas etapas. Foi elaborado por 70 profissionais atuantes direta ou indiretamente na assistência a pacientes atendidos na unidade com intuito de multiplicar sua expertise para diversos cantos do país.
Description: 284 p. : il. color</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2022 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/11605</guid>
      <dc:date>2022-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

