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    <title>DSpace Community: Coleção de documentos produzidos pela área de Stricto Sensu e seus discentes</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/1931</link>
    <description>Coleção de documentos produzidos pela área de Stricto Sensu e seus discentes</description>
    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 21:32:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-08T21:32:15Z</dc:date>
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      <title>Auriculoterapia para o controle da dor em ferida tumoral de pacientes com câncer em cuidados paliativos</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18070</link>
      <description>Title: Auriculoterapia para o controle da dor em ferida tumoral de pacientes com câncer em cuidados paliativos
Authors: Neves, Bianca Lorrani de Araújo
Abstract: Introdução: As feridas tumorais (FT) podem desencadear dor, sendo esta explicada pela pressão da massa tumoral sobre as estruturas. A auriculoterapia (AT) é amplamente usada no controle álgico de outras condições de doença. Entretanto, ainda existe uma lacuna de evidências científicas quanto ao seu uso na dor relacionada às FT. Objetivos: Avaliar o efeito da AT na redução da dor em FT de pacientes com câncer avançado em cuidados paliativos e elaborar dois produtos técnicos tecnológicos: um relatório técnico conclusivo (RTC) e um procedimento operacional padrão (POP) de aplicação de AT. Materiais e métodos: Este estudo foi desenvolvido em duas etapas. A primeira trata-se de um ensaio clínico randomizado (ECR) piloto, com grupo controle (GC) e grupo intervenção (GI), envolvendo pacientes com câncer avançado internados na unidade de cuidados paliativos do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Foram incluídos pacientes com FT na mama, cabeça e pescoço, órgãos genitais e canal retal independente do estadiamento; ≥18 anos; com Karnofsky Performance Status (KPS) &gt;30%; e Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado. A segunda etapa consistiu na elaboração de dois produtos técnicos tecnológicos. Com base nos resultados, foi elaborado o RTC destinado aos gestores do INCA e liderança da Academia Nacional de Cuidado Paliativo. O POP de aplicação de AT foi elaborado e teve seu conteúdo foi validado por 10 especialistas. Foi calculado o Índice de Validade de Conteúdo (IVC) sendo considerada uma concordância &gt; 80% para consenso. Resultados: Foram incluídos 28 pacientes, com média de idade 53,5 anos, sendo a maioria do sexo feminino (n=15; 53,7%). Os pacientes possuíam, principalmente sítio tumoral localizado no canal anal (n=10, 35,7%) e FT localizada na região de cabeça e pescoço (n=9, 32,1%). Antes da intervenção, a maioria apresentou dor moderada (n=18, 64,2%). Os achados do ERC demonstraram que após 15 minutos da intervenção, houve uma maior redução na intensidade da dor nos pacientes do GI em comparação aos do GC (p-valor= 0,033). A redução da dor superior a 3 pontos foi mais frequente em pacientes no GI (n = 6; 40,0%) do que no GC (n = 1; 7,6%), sendo essa diferença estatisticamente significante (p = 0,049) e com um tamanho do efeito médio (TE = 0,300). A validação de conteúdo do POP apresentou resultados satisfatórios uma vez que todas as assertivas avaliadas atingiram IVC &gt;80% na primeira rodada. Conclusão: AAT mostrou efeito significativo e rápido na redução da dor após 15 minutos, mas sem manutenção significativa após 24 horas. Os pacientes tiveram percepção positiva do método. Além disso, foram elaborados e validados um RTC e um POP inéditos para padronização da prática.
Description: 179 f.: il. color.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18070</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Principais causas de absenteísmo em instituto federal de referência em oncologia</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18069</link>
      <description>Title: Principais causas de absenteísmo em instituto federal de referência em oncologia
Authors: Vaimberg, Carina
Abstract: O absenteísmo é um termo utilizado para designar o período em que os empregados se encontram ausentes de suas atividades, durante o horário do expediente, seja por atraso ou por falta. É um problema recorrente tanto nas instituições públicas, quanto nas privadas. No setor público, é preocupante por afetar o próprio trabalhador e a população em geral, seja pela ausência da prestação do serviço e/ou por gastos extras de recursos públicos. O objetivo deste estudo foi analisar as principais causas de afastamentos do trabalho por adoecimento em funcionários de um instituto federal especializado em oncologia, visando tornar-se fonte de subsídio para os gestores no que diz respeito à elaboração de estratégias para prevenir tais ausências e os motivos de tais adoecimentos. Foram analisados os afastamentos por doença concedidos por licença médica, ocorridos entre janeiro e dezembro de 2023. Utilizou-se dados secundários extraídos do banco de dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (SIAPE) e do sistema eletrônico de registro dos atestados médicos da Divisão de Saúde do Trabalhador (DISAT) do Instituto. As informações obtidas constituíram um banco de dados único que foi analisado utilizando-se o software Python. Foram analisadas 1974 licenças médicas, totalizando 46.592 dias de afastamento, que resultaram em um índice de absenteísmo-doença de 7,02%. Os achados revelaram predominância de afastamentos em mulheres (79,43% das licenças), na faixa etária de 36 a 59 anos, e uma maior ocorrência entre aqueles com menor tempo de vínculo profissional com a instituição. A equipe de enfermagem concentrou a maior parcela dos afastamentos e as principais causas foram Transtornos Mentais e Comportamentais (CID F) com 17%, Doenças do Sistema Osteomuscular e do Tecido Conjuntivo (CID M) com 16,4 %, e Doenças do Aparelho Respiratório (CID J) com 14,3%. Os achados deste estudo estão em concordância com a literatura científica e detalham a compreensão existente sobre o tema, revelando o absenteísmo-doença não como um evento isolado, mas como o resultado de uma complexa interação entre fatores individuais, organizacionais e sociais. Para superar os desafios do absenteísmo, é fundamental desenvolver políticas de saúde do trabalhador que sejam adaptadas ao perfil epidemiológico e às condições de trabalho locais, com o objetivo de não apenas reduzir as ausências, mas principalmente promover um ambiente de trabalho saudável, acolhedor e produtivo.
Description: 151 f.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18069</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Prognóstico e qualidade de vida em pacientes cirúrgicos com câncer de próstata tratados na saúde suplementar</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17816</link>
      <description>Title: Prognóstico e qualidade de vida em pacientes cirúrgicos com câncer de próstata tratados na saúde suplementar
Authors: Pinheiro, Paola Kelly dos Santos
Abstract: Introdução: Sem considerar os tumores de pele não melanoma, o câncer de próstata é o tipo de câncer com maior incidência entre os homens no Brasil. O câncer tem o potencial de provocar mudanças na qualidade de vida dos pacientes, manifestando-se através de diversas alterações, incluindo as motoras, somáticas, sociais, cognitivas e emocionais. Objetivo: Avaliar a sobrevida global e a qualidade de vida de pacientes com câncer de próstata que realizaram cirurgia como primeiro tratamento e são acompanhados em um hospital privado da cidade do Rio de Janeiro. Métodos: Trata-se de um estudo prospectivo com 91 pacientes com diagnóstico de câncer de próstata que receberam tratamento e acompanhamento nas unidades Rede Americas Rio de Janeiro. A probabilidade de sobrevida foi estimada com o método de KaplanMeier e teste de log-rank. A qualidade de vida dos pacientes foi avaliada utilizando o questionário específico para câncer de próstata, EPIC-26 e o questionário global EORTC-QLQC30. Resultados: No grupo analisado houve predomínio de homens na faixa etária de 60-69 anos (53,8%), brancos (57,1%), assintomáticos (75,9%), com doença localizada (86,8%) e que foram submetidos a prostatectomia não robótica (72,5%). Foi estimada uma probabilidade de sobrevida global em cinco anos de 90,0%, tendo os indivíduos com doença disseminada menor probabilidade de sobrevida que os com doença localizada (63,5% vs. 94,5%, p-valor=0,007), assim como negros quando comparados aos brancos (80,0% vs. 97,4%, p-valor=0,030). Na avaliação da qualidade de vida global pelo EORTC-QLQ-C30, observou-se elevadas médias para os escores das escalas funcionais e baixas para os escores de sintomas. Os escores médios indicam que pacientes negros, em comparação com os brancos, apresentaram melhor qualidade de vida funcional quando avaliados as funções: emocional, cognitiva e social (com p-valor &lt;0,05), além de maiores médias para as escalas de sintoma: fadiga, náusea e vômito (p-valor &lt;0,05). Em relação aos domínios avaliados pelo EPIC, observa-se que os indivíduos incluídos no estudo relataram maior impacto na função sexual, do que na função urinária ou hormonal, visto que as médias do domínio da função sexual foram menores do que nos demais domínios. Contudo, não observou-se diferença estatisticamente significativa para as categorias das variáveis analisadas, para nenhum dos domínios avaliados. Conclusão: A sobrevida global em cinco anos dos pacientes com câncer de próstata foi elevada, com disparidades associadas à extensão da doença e à raça/cor da pele. A modalidade cirúrgica (robótica ou não robótica) não influenciou significativamente a sobrevida ou a qualidade de vida. Os escores funcionais foram, em geral, elevados, com maior comprometimento na função emocional e sexual. A análise dos sintomas revelou que, embora os níveis médios tenham sido baixos, sintomas como insônia, fadiga e dificuldades financeiras destacam-se como aspectos relevantes no manejo clínico. Os resultados evidenciam a necessidade de atenção especial ao suporte emocional e à equidade no cuidado oncológico.
Description: 104 f. : il. color.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17816</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Perfil clínico de pacientes com tumor neuroendócrino e correlação do SUVmax do 18F-AIFNOTA-OCTREOTIDA PET/CT com índice Ki-67</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17815</link>
      <description>Title: Perfil clínico de pacientes com tumor neuroendócrino e correlação do SUVmax do 18F-AIFNOTA-OCTREOTIDA PET/CT com índice Ki-67
Authors: Loureiro, Marilack Viana D’Assunção Marques
Abstract: Os tumores neuroendócrinos (TNE) são neoplasias raras originadas em células do sistema neuroendócrino difuso, com capacidade de produzir hormônios e neurotransmissores. Podem surgir em diversas localizações, sendo mais frequentes no trato gastrointestinal (48%), pulmões (25%) e pâncreas (9%). Sua classificação baseia-se em critérios histopatológicos, como diferenciação celular e índice de proliferação (Ki-67 e índice mitótico), que influenciam o prognóstico e a abordagem terapêutica. Objetivos: Este estudo buscou avaliar a correlação entre o padrão de captação do 18F-AlF-NOTA-octreotida em PET/CT com o índice Ki-67 em pacientes com TNE, verificando se parâmetros de imagem podem predizer a agressividade tumoral de forma não invasiva; traçar o perfil epidemiológico, sociodemográfico e clínico dos pacientes atendidos no INCA; registrar os sítios mais acometidos nas imagens de PET/CT e elaborar um relatório técnico conclusivo. Metodologia: Estudo transversal com 45 pacientes adultos com TNE confirmado histologicamente, submetidos a PET/CT com 18F-AlF-NOTA-octreotida. Dados de imagem (SUVmax) foram coletados e correlacionados com o Ki-67. Análises estatísticas incluíram teste t de Student e correlação de Pearson. Resultados: A amostra (n=45) apresentou idade média de 55,8 anos (±12,8), com predominância de mulheres (62,2%) e indivíduos não brancos (62,2%). O trato gastrointestinal foi o sítio primário mais frequente (57,8%), sendo 60% dos casos diagnosticados em estádio IV. As metástases hepáticas foram as mais prevalentes (53,3%). O grau tumoral G2 predominou (51,1%), com médias de Ki-67 de 1,32% (G1) e 8,52% (G2). Os valores de SUVmax foram superiores no grupo G1 (28,8 ± 27,3) versus G2 (23,1 ± 23,3). A análise de correlação entre o SUVmax e o índice Ki-67 não demonstrou significância estatística (p = 0,712). Discussão: Os resultados sugerem que o 18F-AlF-NOTA-octreotida é eficaz na detecção de receptores de somatostatina em TNE G1 e G2, independentemente do grau de proliferação. A ausência de correlação significativa entre SUVmax e Ki-67 pode refletir a heterogeneidade tumoral ou limitações amostrais. A alta prevalência de diagnóstico em estágio avançado reforça a necessidade de estratégias para detecção precoce. Conclusão: O estudo revelou maior captação de ¹⁸F-AlF-NOTA-octreotida em tumores com Ki-67 baixo, embora sem significância estatística. Na amostra, predominaram pacientes de meia-idade, com doença em estágio avançado. O histórico familiar de câncer e o sobrepeso foram identificados como os principais fatores de risco. As metástases concentraram-se principalmente no fígado e linfonodos.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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