<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Collection: Coleção voltada para a inserção de documentos produzidos pelo ex-coordenador Gustavo Francisco de Souza e Mello.</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/2006</link>
    <description>Coleção voltada para a inserção de documentos produzidos pelo ex-coordenador Gustavo Francisco de Souza e Mello.</description>
    <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 21:30:38 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-03T21:30:38Z</dc:date>
    <image>
      <title>DSpace Collection: Coleção voltada para a inserção de documentos produzidos pelo ex-coordenador Gustavo Francisco de Souza e Mello.</title>
      <url>http://sr-vmlxapp40:8080/jspui/retrieve/0c5218d0-c0cb-4fdc-ae34-b4609fea8881/Gustavo Francisco de Souza Mello.png</url>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/2006</link>
    </image>
    <item>
      <title>Buried bumper syndrome as a complication of percutaneous endoscopic gastrostomy in cancer patients</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/2024</link>
      <description>Title: Buried bumper syndrome as a complication of percutaneous endoscopic gastrostomy in cancer patients
Authors: Meine, Gilmara Coelho; Lukashok, Hannah Pitanga; Mello, Gustavo Francisco de Souza e; Mansur, Gilberto Reynaldo; Guimarães, Denise Peixoto
Abstract: Background: Buried bumper syndrome (BBS) is a major complication of percutaneous endoscopic gastrostomy (PEG) in which the internal bumper migrates from the gastric lumen into the gastrostomy tract. The aim of the present study was to describe the frequency and characteristics of BBS in cancer patients. Methods: Retrospective chart review of cancer patients submitted to PEG placement. Results: Thirteen cases of BBS were diagnosed among 213 PEG procedures, with an incidence of 6.1%. The interval between PEG and BBS varied from 7 to 630 days (mean 217.5 days). All patients were treated on an outpatient basis. There were six partial, four subtotal and three total BBS. Three partial and four subtotal BBS were treated by external traction and replacement with a balloon-tipped tube. In three cases of partial BBS the PEG tube was not removed, just repositioned. In three cases of total BBS it was necessary to redo the PEG procedure. Conclusion: BBS is an uncommon and usually late complication of PEG. Most of our cases were detected early, due to instructions provided to patients and caregivers and regular follow up. Early diagnosis permits simple treatment consisting of replacement of the original PEG tube by a balloon-tube or repositioning the original system.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2007 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/2024</guid>
      <dc:date>2007-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Outpatient percutaneous endoscopic gastrostomy in selected head and neck cancer patients</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/2022</link>
      <description>Title: Outpatient percutaneous endoscopic gastrostomy in selected head and neck cancer patients
Authors: Mello, Gustavo Francisco de Souza e; Lukashok, Hannah Pitanga; Meine, Gilmara Coelho; Small, Isabele Avila; Carvalho, Roberto Luiz Teixeira de; Guimarães, Denise Peixoto; Mansur, Gilberto Reynaldo
Abstract: Background Percutaneous endoscopic gastrostomy&#xD;
(PEG) is a relatively simple and safe method of providing&#xD;
access for enteral feeding. The procedure is usually performed in hospitalized patients. The feasibility of PEG as&#xD;
an outpatient procedure has not been well estabilished in&#xD;
the medical literature. The main objective of this study was&#xD;
to investigate the feasibility and safety of PEG as an outpatient procedure in a selected group of head and neck&#xD;
cancer patients.&#xD;
Patients and methods In this prospective cohort study,&#xD;
head and neck cancer subjects in good clinical condition&#xD;
were selected and enrolled in a close follow-up protocol of&#xD;
outpatient PEG. The clinical and demographic variables&#xD;
evaluated were age, gender, early complications, and timing of PEG.&#xD;
Results Of a total of 136 PEG patients, 129 (94.8%) were&#xD;
discharged 3 h after the procedure. Three were excluded&#xD;
from the study and four were hospitalized because of&#xD;
moderate abdominal pain. The rate of minor complications&#xD;
was 17.6% (local pain, 7.4%; wound infection, 6.6%;&#xD;
abdominal pain, 2.9%; hematoma, 0.7%). Major complications occurred in 2.2% of the procedures (buried bumper&#xD;
syndrome, 1.5%; early tube displacement, 0.7%). There&#xD;
was no mortality.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jul 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/2022</guid>
      <dc:date>2009-07-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Avaliação da gastrostomia endoscópica percutânea como procedimento ambulatorial em pacientes com câncer de cabeça e pescoço</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/1964</link>
      <description>Title: Avaliação da gastrostomia endoscópica percutânea como procedimento ambulatorial em pacientes com câncer de cabeça e pescoço
Authors: Mello, Gustavo Francisco de Souza e
Abstract: A gastrostomia endoscópica percutânea (GEP) é um método relativamente simples e seguro de acesso enteral para pacientes com disfagia. Esse procedimento é normalmente realizado durante internação hospitalar. A utilização da GEP como procedimento ambulatorial ainda não está bem estabelecida na literatura. Os objetivos principais desse estudo foram investigar a viabilidade e segurança da GEP ambulatorial e o impacto clínico do momento de realização do procedimento (pré, per ou pós-tratamento) em pacientes com câncer de cabeça e pescoço (CCP). Em ensaio clínico prospectivo não controlado, pacientes com CCP em bom estado geral foram selecionados e incluídos em um protocolo de acompanhamento de GEP ambulatorial. O estudo foi dividido em 2 partes sequenciais e complementares, a primeira para avaliação da taxa de sucesso e de complicações precoces do procedimento, e a segunda para avaliação da taxa global de complicações em relação ao momento do tratamento. Na primeira parte do estudo, foram selecionados 136 pacientes. Três pacientes foram excluídos do estudo no pré-operatório, 4 foram hospitalizados pós-procedimento e 129 (94,8%) receberam alta hospitalar 3 horas após o procedimento. A taxa de complicações menores foi de 17,6% (dor local 7,4%; infecção de ferida 6,6%; dor abdominal 2,9%; hematoma 0,7%). Complicações maiores ocorreram em 2,2% (sepultamento do retentor interno da sonda 1,5%; saída acidental precoce da sonda 0,7%) dos procedimentos. Não houve óbitos. Na segunda fase do estudo, um total de 201 pacientes foram submetidos à GEP ambulatorial, sendo 58 (28,9%) pré-tratamento, 48 (23,9%) durante o tratamento e 95 (47,5%) pós-tratamento para a doença de base. Houve complicações em 55,7% dos pacientes no acompanhamento de longo prazo (precoces em 16,9% e tardias em 49,8%; maiores em 6,5% e menores em 55,2%). As taxas de complicações foram semelhantes às descritas para pacientes hospitalizados. A avaliação das variáveis estudadas (faixa etária, sexo e momento da realização da GEP) não mostrou associação com a taxa de complicações totais (precoces ou tardias, menores ou maiores). Não houve diferença significativa nas taxas de complicações das GEPs realizadas no pré, per ou pós-tratamento. A realização ambulatorial de GEP é viável e segura em pacientes com CCP em boas condições clinicas. Internações desnecessárias são evitadas e os custos hospitalares são reduzidos.</description>
      <pubDate>Fri, 25 Mar 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/1964</guid>
      <dc:date>2011-03-25T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

