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    <title>DSpace Community: Coleção voltada para a inserção de documentos desenvolvidos pela gestão de pessoas, seus servidores e/ou colaboradores.</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/2010</link>
    <description>Coleção voltada para a inserção de documentos desenvolvidos pela gestão de pessoas, seus servidores e/ou colaboradores.</description>
    <pubDate>Tue, 18 Aug 2026 20:40:02 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-18T20:40:02Z</dc:date>
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      <title>Sem voz e sem vez: a mutilação no câncer de laringe e a (des)proteção social dos trabalhadores</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18248</link>
      <description>Title: Sem voz e sem vez: a mutilação no câncer de laringe e a (des)proteção social dos trabalhadores
Authors: Alcantara, Luciana da Silva
Abstract: Esta tese tem como questão central a (des)proteção social vivenciada pelos pacientes submetidos à retirada cirúrgica da laringe, através do procedimento de laringectomia total. Trata-se de um estudo de caso, fruto da reflexão e da experiência profissional da autora, como assistente social, junto aos pacientes com câncer de laringe, atendidos na Seção de Cirurgia de Cabeça e Pescoço de Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA), e demonstra que a laringectomia total pode ser compreendida como uma das expressões da dinâmica predatória de acumulação capitalista e um desfecho mutilador na vida de uma parcela significativa de pacientes idosos homens, inseridos principalmente na Construção Civil. Compreende-se que a desproteção social pode ocorrer mediante a dificuldade de acesso as políticas de Saúde, Previdência e Assistência Social. A pesquisa possui natureza exploratória e cunho qualitativo, tendo por referência a perspectiva dialética, com a realização de revisão teórico-bibliográfica, bem como pesquisa documental para levantamento e análise de dados secundários, tanto na legislação, quanto de estatísticas e informações de atendimento disponiveis no setor. Foram analisados os prontuários dos pacientes matriculados no período de março de 2014 a maio de 2015, totalizando 38 pacientes com idade igual ou superior a 18 anos. A partir da identificação das condições da atividade laborativa e formas de proteção social, seja pela atenção em Saúde, seja pela inserção previdenciária e/ou assistencial no decorrer do tratamento, foi possível realizar a discussão e expor os resultados da pesquisa que afirma, como hipótese de trabalho, a desproteção social dos trabalhadores. Foram eixos balizadores da análise e exposição: a relação entre o desenvolvimento capitalista no Brasil e a degradação da saúde dos trabalhadores laringectomizados; o aporte teórico do conceito de determinação social do processo saúde-doença; o câncer como doença crónica não transmissível (DCNT) no capitalismo e o caráter tecnológico de que vem se revestindo o tratamento; a possibilidade de exposição no ambiente de trabalho e a demais agentes externos, com a intensa cupabilização a que é submetido o paciente no que tange ao consumo de substâncias consideradas "de risco" à saúde, a exemplo do tabaco e do álcool - considerando que a mesma sociedade que estimula o consumo e a que culpabiliza o usuário, recorrendo à abordagem comportamental para o fomento de campanhas de prevenção ao câncer; a demanda e o acesso ao tratamento oncológico no Sistema Unico de Saúde (SUS), bem como os entraves à sua continuidade; os limites e possibilidades no acesso dos pacientes à proteção social, ambitos da Assistência e Previdência Social e o processo de&#xD;
"assistencialização". Considera, nesse sentido, a atuação ex post facto das políticas que compõem o tripé da Seguridade Social, em seu processo de (des)proteção social, bem como a (in) visibilidade do câncer relacionado ao trabalho no Brasil.
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      <pubDate>Sun, 01 Jan 2017 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18248</guid>
      <dc:date>2017-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Fatores ocupacionais, incidência e mortalidade por câncer : resultados dos estudos longitudinal de saúde do adulto (ELSA-Brasil)</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18165</link>
      <description>Title: Fatores ocupacionais, incidência e mortalidade por câncer : resultados dos estudos longitudinal de saúde do adulto (ELSA-Brasil)
Authors: Bernardino, Débora Cristina de Almeida Mariano
Abstract: O câncer relacionado ao trabalho (CRT) é uma das principais causas de adoecimento e morte entre trabalhadores no mundo, resultante da exposição a agentes carcinogênicos presentes nos ambientes e processos de trabalho. Apesar da relevância, no Brasil há carência de investigações sobre CRT, sobretudo de estudos conduzidos ao longo do tempo com grupos de trabalhadores. Para realização desta tese, utilizou-se dados do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), com resultados apresentados sob a forma de dois artigos. No primeiro, o objetivo foi explorar as relações conjuntas entre a mortalidade por câncer, fatores ocupacionais e características socioeconômicos, entre os participantes do estudo. Para isso, foi realizada uma análise seccional, por meio da Análise de Correspondência Múltipla (ACM), incluindo trabalhadores ativos da linha de base (2008-2009) do ELSA-Brasil, que foram à óbito por câncer até 2018. A ACM possibilitou a representação gráfica do perfil de comportamento do grupo de variáveis analisadas. Como resultado do estudo, observou-se dois grandes perfis distintos de trabalhadores. O primeiro perfil reúne características socioeconômicas e ocupacionais como: alto grau de escolaridade, idade mais avançada, sexo feminino, sem exposição ao trabalho noturno, regime de trabalho diarista, jornada de trabalho limitada a 40 horas semanais, baixo desgaste no trabalho, ocupações não carcinogênicas, trabalho ativo e óbito por câncer não relacionado ao trabalho. O segundo perfil apresentou características expressamente opostos: baixo grau de escolaridade, idade mais Jovem, sexo masculino, exposição ao trabalho noturno, regime de plantão, jornada de trabalho que excede 40 horas semanais, alto desgaste no trabalho, ocupação carcinogênica, trabalho passivo e óbito por câncer relacionado ao trabalho. No segundo artigo, o objetivo foi avaliar a associação entre trabalho noturno e incidência de câncer de mama feminino, próstata e cólon reto na população de estudo. Mais de 12 mil participantes da primeira onda (2008-2010), de ambos os sexos, foram acompanhados em média por 13 anos. As razões de risco foram estimadas por modelos de regressão de Cox. A exposição ao trabalho noturno ao longo da vida, foi associada a um maior risco de câncer, especialmente de próstata, sobretudo, em trabalhadores expostos por mais de 10 anos. A tese sugere que trabalhadores com condições socioeconômicas desfavoráveis, expostos a fatores ocupacionais carcinogênicos, como o trabalho noturno, têm maior risco de adoecer e morrer por câncer relacionado ao trabalho. São necessários esforços para o cumprimento das políticas de saúde do trabalhador vigentes no Brasil, com o objetivo de promover ambientes laborais seguros, com foco na prevenção de neoplasias decorrentes dessas exposições.</description>
      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18165</guid>
      <dc:date>2025-12-18T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avaliação da aprendizagem das práticas profissionais em saúde: problematizando processos avaliativos em programas de residência em área profissional da saúde: o caso  do INCA</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18103</link>
      <description>Title: Avaliação da aprendizagem das práticas profissionais em saúde: problematizando processos avaliativos em programas de residência em área profissional da saúde: o caso  do INCA
Authors: Ribeiro, Nélia Beatriz Caiafa
Abstract: Esta tese busca identificar os limites e as possibilidades da avaliação da aprendizagem prática nos programas de residência em área profissional da saúde do Instituto Nacional do Câncer (INCA), discutindo o modo como preceptores e residentes se relacionam com as práticas avaliativas e com eventuais alterações do processo. Para tanto, foram realizados grupos de discussão compostos, separadamente, por representantes do corpo docente-assistencial e por residentes. O referencial teórico-metodológico foi a Análise Institucional, e a pesquisa- intervenção, que pressupõe uma intervenção de ordem micropolítica na experiência social. O estudo aborda os modelos de práticas e de formação em saúde, com vistas a embasar a compreensão do modelo de formação adotado no INCA. Aborda, também, distintas visões teóricas sobre avaliação da aprendizagem, com destaque para autores que discutem práticas avaliativas de caráter formativo, e a avaliação da aprendizagem como dispositivo pedagógico produtor de subjetividade. Os efeitos do ensino em serviço nas residências em saúde são debatidos com base em estudos que relacionam as condições de saúde e o sofrimento gerado pelo trabalho e no trabalho. Estão também em debate nesta pesquisa os fatores que limitam o trabalho docente em saúde e, ainda, a Educação Permanente em Saúde como espaço ativo para processos de ensinagem. O estudo traz reflexões buscando contribuir para o sucesso da formação profissional oferecida pelo INCA. A tese afirma a necessidade de percebermos a avaliação como uma estratégia auxiliar na formação profissional em saúde. E, por fim, destaca a importância de a Instituição definir o lugar que o ensino ocupa entre as suas prioridades, oferecer suporte institucional para as ações de ensino, além de reconhecer e valorizar o trabalho dos profissionais que exercem função docente, de tutoria e preceptoria.
Description: 201 f.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Prevalência de fatores de risco para doenças não transmissíveis na população adulta de 18 capitais brasileiras: um inquérito domiciliar.</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18060</link>
      <description>Title: Prevalência de fatores de risco para doenças não transmissíveis na população adulta de 18 capitais brasileiras: um inquérito domiciliar.
Authors: Casado, Letícia
Abstract: Introdução: No Brasil, devido às mudanças nos perfis demográfico, epidemiológico e nutricional da população, as doenças infecciosas vêm cedendo lugar às crônicodegenerativas, o que tem ocasionado um aumento significativo na prevalência das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). O Brasil se divide em cinco macro regiões (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro Oeste) que possuem grande heterogeneidade demográfica, social e econômica, que se reflete em diferentes padrões de mortalidade e de morbidade pelas DCNTs, exigindo ações de Saúde Pública que sejam adequadas às realidades locais. Somente por meio de inquéritos de saúde é possível obter dados consistentes que reflitam essas realidades, permitindo a construção de indicadores das condições de saúde de uma determinada população, assim como dos fatores de risco e dos determinantes sociais do processo saúde/doença. Por outro lado, a morbidade e mortalidade pelas DCNTs podem ser reduzidas ao se eliminar o impacto dos comportamentos de alto risco (por exemplo, tabagismo, alimentação inadequada, alcoolismo ou inatividade física). Métodos: Foi realizado um inquérito domiciliar, entre junho de 2002 a outubro de 2005, em amostra representativa de 18 das 27 capitais dos Estados brasileiros, com a seguinte distribuição: Região Norte: Manaus, Belém e Palmas; Região Nordeste: São Luis, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Aracaju; Região Sudeste: Vitória, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo; Região Sul: Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre; Região Centro-Oeste: Campo Grande e Brasília. Dos 13.885 domicílios selecionados, realizou-se a pesquisa em 89,1%. Foram entrevistadas 19.252 pessoas (90,6% dos elegíveis) de 25 e mais anos de idade. Resultados: As prevalências dos fatores de risco para DCNTs foram elevadas na população estudada, sendo o sobrepeso ou obesidade identificados a partir do Índice de Massa Corporal os de maior frequência (48,1%; IC 95% 46,6-49,6). Pessoas irregularmente ativas fisicamente ou sedentárias totalizaram 39,7% (IC 95% 38,0-41,5). Consumo de cigarros foi identificado em 20,8% (IC 95% 19,8-21,9) da população estudada. Consumo de álcool de risco esteve presente em 7,8% (IC 95% 7,2-8,5) dos entrevistados. Os que referiram hipertensão arterial em duas consultas representaram 25,2% (IC 95% 24,1-26,4) e os que referiram diabetes totalizaram 8% (IC 95% 7,1-8,9) da amostra. A presença de hipercolesterolemia foi de 23,6% (IC 95% 22,4-24,8) na população. A ausência de fatores de risco foi observada em apenas 8,5% (IC 95% 7,7-9,3) da população estudada. Conclui-se que a alta prevalência (91,5%; IC 95% 90,7-92,4) de exposição a pelo menos um dos fatores de risco estudados evidencia que as ações em saúde devem ser multifatoriais.
Description: 83 f. : il. color</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
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