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    <title>DSpace Community: Coleção de documentos produzidos pela área de Ensino Médico e seus discentes</title>
    <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/2025</link>
    <description>Coleção de documentos produzidos pela área de Ensino Médico e seus discentes</description>
    <pubDate>Wed, 08 Jul 2026 02:04:37 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-08T02:04:37Z</dc:date>
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      <title>Análise retrospectiva do perfil de recorrência do câncer de endométrio P53ABN sem invasão miometrial em um centro único brasileiro.</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18096</link>
      <description>Title: Análise retrospectiva do perfil de recorrência do câncer de endométrio P53ABN sem invasão miometrial em um centro único brasileiro.
Authors: Branco, Thiago Cordeiro da Rocha
Abstract: O câncer de endométrio do subtipo molecular p53 aberrante (p53abn) está associado a pior prognóstico, inclusive na ausência de invasão miometrial. Há escassez de dados de recorrência referentes à população brasileira. Este estudo teve como objetivo avaliar a taxa e o perfil de recidiva de pacientes com câncer de endométrio epitelial estágio FIGO IA sem invasão miometrial, de acordo com o status do p53, tratadas em um centro único brasileiro. Trata-se de uma análise retrospectiva de prontuários de pacientes acompanhadas no Instituto Nacional de Câncer entre 2010 e 2023, incluindo apenas casos restritos ao endométrio ou pólipo, com exclusão de sarcomas. Cinquenta e nove pacientes preencheram os critérios de inclusão, com mediana de idade de 64 anos. A maioria foi submetida à histerectomia com salpingooforectomia bilateral, sendo o principal subtipo histológico o endometrioide. Tratamento adjuvante foi realizado em parcela limitada da amostra. Onze pacientes apresentaram progressão da doença, todas com perfil p53 aberrante, correspondendo a uma taxa de recorrência de 23% nesse subgrupo, com predomínio de recidivas extrapélvicas. Os resultados observados são compatíveis com séries internacionais e reforçam o impacto prognóstico negativo do p53abn mesmo na ausência de invasão miometrial, sugerindo a necessidade de reflexão sobre estratégias adjuvantes sistêmicas específicas para essa população
Description: 13 f. : il. color.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18096</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Rotinas do serviço de mastologia do INCA (HC III): quimioterapia neoadjuvante no câncer de mama</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18095</link>
      <description>Title: Rotinas do serviço de mastologia do INCA (HC III): quimioterapia neoadjuvante no câncer de mama
Authors: Mathuiy, Natascha Stenzel
Abstract: O câncer de mama é o tumor maligno com maior mortalidade e incidência na população feminina brasileira, após os tumores de pele não melanoma. Com tamanha magnitude epidemiológica, a doença configura importante problema de saúde pública, associando-se a impactos clínicos, sociais e econômicos. Os constantes avanços em técnicas diagnósticas e terapêuticas promovem paulatinamente melhores desfechos às mulheres acometidas pela doença. Neste contexto, a terapia sistêmica assume papel relevante. Os principais objetivos da quimioterapia neoadjuvante são a redução do volume tumoral em mama e axila, reduzindo, portanto, a radicalidade do tratamento cirúrgico ou tornando operáveis tumores inicialmente irressecáveis; tratamento precoce de micrometástases; avaliar a resposta in vivo ao tratamento e da sensibilidade tumoral ao mesmo; fornecer informações preditivas e prognósticas; possibilitar escalonamento ou descalonamento de terapias adjuvantes de acordo com a resposta à neoadjuvância. Os esquemas quimioterápicos utilizados variam a depender do perfil molecular do tumor, podendo ser acrescentadas drogas ao esquema padrão. Sua indicação e manejo podem consistir em desafio para o especialista, exigindo colaboração multidisciplinar e profundo conhecimento de biologia tumoral. Dessa forma, a quimioterapia neoadjuvante é componente valioso no manejo do câncer de mama, em todos seus subtipos. Seu impacto em desfechos de longo prazo, como sobrevida global, depende da resposta tumoral e a resposta patológica completa segue como importante marcador prognóstico.
Description: 26 f.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18095</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Remissão livre de tratamento na leucemia mieloide crônica: critérios, evidências e desafios clínicos</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18093</link>
      <description>Title: Remissão livre de tratamento na leucemia mieloide crônica: critérios, evidências e desafios clínicos
Authors: Souza, Raiana Pereira de
Abstract: A leucemia mieloide crônica (LMC) é uma neoplasia mieloproliferativa caracterizada pela presença do gene de fusão BCR-ABL1, cujo tratamento com inibidores de tirosina-quinase modificou sua história natural e possibilitou a cronificação da doença. A manutenção prolongada dessas terapias associa-se a toxicidades cumulativas e não promove a erradicação completa das células-tronco leucêmicas. Nesse cenário, a remissão livre de tratamento (TFR) consiste na suspensão planejada do inibidor de tirosina quinase em pacientes com resposta molecular profunda sustentada por tempo adequado. A profundidade e a duração da resposta molecular são os principais fatores associados à manutenção da remissão, sendo as recaídas mais frequentes nos primeiros meses, geralmente em nível molecular e reversíveis com a reintrodução do tratamento, sem evidência consistente de progressão para fases avançadas. A TFR associa-se à redução de toxicidades relacionadas ao uso contínuo dos inibidores e à melhora de indicadores de qualidade de vida, além de possível impacto econômico. Sua aplicação requer monitorização molecular padronizada, acesso oportuno ao medicamento e organização assistencial compatível com o seguimento proposto. No Sistema Único de Saúde (SUS), limitações no acesso a exames de biologia molecular e na logística de dispensação terapêutica impõem restrições à implementação da estratégia. A TFR deve, portanto, ser compreendida como abordagem dependente de critérios clínicos definidos e de estrutura assistencial adequada. Foi realizada revisão narrativa da literatura por meio de busca na base PubMed/MEDLINE, incluindo ensaios clínicos, revisões da literatura e diretrizes internacionais, com ênfase em publicações recentes e inclusão de estudos clássicos considerados fundamentais para a consolidação do conceito de remissão livre de tratamento, sendo excluídos relatos de caso e artigos sem acesso ao texto completo. A limitada produção de dados nacionais restringe a extrapolação dos achados internacionais e reforça a necessidade de estudos voltados à avaliação da aplicabilidade e do impacto da TFR na realidade assistencial brasileira.
Description: 37 f. : il.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18093</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Avanços na avaliação radiológica das metástases de melanoma no sistema nervoso central: uma revisão integrativa</title>
      <link>https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18092</link>
      <description>Title: Avanços na avaliação radiológica das metástases de melanoma no sistema nervoso central: uma revisão integrativa
Authors: Lacerda, Vinícius Ferreira
Abstract: As metástases de melanoma no sistema nervoso central (SNC) representam um desafio clínico significativo devido à sua alta agressividade e impacto prognóstico. Este estudo objetivou analisar os avanços na avaliação radiológica dessas metástases. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, com pesquisa nas bases de dados PubMed, SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde, abrangendo artigos publicados entre 2015 e 2024. A seleção dos estudos foi orientada pela estratégia PICO. Os 11 artigos selecionados destacaram avanços relevantes nas técnicas de imagem, especialmente na ressonância magnética (RM). A RM ponderada em T1 com contraste foi apontada como a técnica mais sensível para detecção precoce de metástases cerebrais, superando outras sequências, como T2-FLAIR e RM ponderada por suscetibilidade magnética (SWI). A SWI, apesar de ser útil em certos contextos, tem limitações no diagnóstico das metástases melanóticas. Técnicas avançadas como perfusão e difusão mostraram benefícios complementares na diferenciação de tipos de metástases, mas com restrições em distinguir as diferentes origens. A análise também revelou que a presença de micrometástases leptomeníngeas e múltiplas lesões está associada a pior prognóstico, ressaltando a importância de uma abordagem prognóstica mais detalhada. Esses achados reforçam o papel crítico da RM na avaliação radiológica, desde detecção precoce até monitoramento dinâmico de pacientes com melanoma metastático no SNC. Conclui se que a combinação de técnicas de imagem avançadas é essencial para uma avaliação abrangente, proporcionando informações valiosas para a gestão clínica e terapêutica, ao mesmo tempo que enfatiza a necessidade de abordagens multidimensionais para melhorar o diagnóstico e o tratamento dessas metástases.
Description: 17 f. : il. color.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18092</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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