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dc.contributor.authorSzklo, André Salem-
dc.contributor.authorYuan, Zhe-
dc.contributor.authorLevy, David-
dc.date.accessioned2023-07-27T19:19:00Z-
dc.date.available2023-07-27T19:19:00Z-
dc.date.issued2017-12-
dc.identifier.issn1678-4464-
dc.identifier.urihttps://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/14512-
dc.description.abstractA previous application of the Brazil SimSmoke tobacco control policy sim ulation model was used to show the effect of policies implemented between 1989 and 2010 on smoking-attributable deaths (SADs). In this study, we up dated and further validated the Brazil SimSmoke model to incorporate poli cies implemented since 2011 (e.g., a new tax structure with the purpose of in creasing revenues/real prices). In addition, we extended the model to estimate smoking-attributable maternal and child health outcomes (MCHOs), such as placenta praevia, placental abruption, preterm birth, low birth weight, and sudden infant death syndrome, to show the role of tobacco control in achieving the Millennium Development Goals. Using data on population, births, smok ing, policies, and prevalence of MCHOs, the model is used to assess the ef fect on both premature deaths and MCHOs of tobacco control policies imple mented in Brazil in the last 25 years relative to a counterfactual of policies kept at 1989 levels. Smoking prevalence in Brazil has fallen by an additional 17% for males (16%-19%) and 19% for females (14%-24%) between 2011 and 2015. As a result of the policies implemented since 1989, 7.5 million (6.4-8.5) deaths among adults aged 18 years or older are projected to be averted by 2050. Current policies are also estimated to reduce a cumulative total of 0.9 million (0.4-2.4) adverse MCHOs by 2050. Our findings show the benefits of tobacco control in reducing both SADs and smoking-attributable MCHOs at population level. These benefits may be used to better inform policy makers in low and middle income countries about allocating resources towards tobacco control policies in this important área.pt_BR
dc.publisherCaderno de Saúde Pública-
dc.subjectFumarpt_BR
dc.subjectSmokingpt_BR
dc.subjectGestantespt_BR
dc.subjectPregnant Womenpt_BR
dc.subjectSaúde Materno-Infantilpt_BR
dc.subjectMaternal and Child Healthpt_BR
dc.titleUpdate and extension of the Brazil SimSmoke model to estimate the health impact of cigarette smoking by pregnant women in Brazilpt_BR
dc.title.alternativeAtualização e extensão do modelo SimSmoke para estimar o impacto do tabagismo na saúde das gestantes brasileiraspt_BR
dc.title.alternativeActualización y extensión del modelo SimSmoke para estimar el impacto del tabaquismo en la salud de las gestantes brasileñaspt_BR
dc.TypeArticlept_BR
dc.terms.abstractFoi utilizada uma versão anterior do modelo SimSmoke, de simulação de políticas de controle do tabagismo, para mostrar o efeito das políticas implementadas entre 1989 e 2010 sobre a mortalidade atribuível ao tabagismo (MAT). O estudo atualiza e estende a validação do modelo SimSmoke para incorporar as políticas implementadas a par tir de 2011 (p.ex.: uma nova estrutura tributária com o objetivo de aumentar os impostos e preços reais do produtos de tabaco). Estendemos o modelo também para estimar os danos à saúde materna e infantil atribuíveis ao tabagismo, como placenta prévia, descolamento prematuro da placenta, pre maturidade, baixo peso ao nascer e síndrome da morte súbita infantil, para demonstrar o papel do controle do tabagismo no cumprimento dos Objetivos do Milênio. O modelo usa dados demográficos, de nascimentos, de tabagismo, de políticas e de prevalência de desfechos maternos e infantis para avaliar o efeito das políticas de controle do tabagismo dos últimos 25 anos sobre mortes prematuras e danos à saúde materna e infantil, comparado a um cenário contrafatual de manutenção das políticas nos níveis de 1989. Entre 2011 e 2015, a prevalência do tabagismo no Brasil caiu em mais 17% entre homens (16%-19%) e 19% em mulheres (14%-24%). Como resultado das políticas lançadas desde 1989, estima-se que até 2050 serão evitadas 7,5 milhões (6,4-8,5 milhões) de mortes entre adultos com 18 anos ou mais. Estima-se também que as políticas atuais reduzirão um total acumulado de 0,9 milhão (0,4-2,4 milhões) de desfechos adversos de saúde materna e infantil até 2050. Nossos achados demonstram os benefícios do controle do tabagismo na redução da MAT e de danos à saúde materna e infantil atribuíveis ao tabagismo em nível populacional. Esses benefícios podem ser utilizados para informar os gestores nos países de renda baixa e média sobre a alocação de recursos para as políticas de controle do tabagismo.pt_BR
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