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dc.contributor.advisorMaroun, Pedro Senise-
dc.contributor.authorHeygate, Amanda Florence Bligh-
dc.contributor.authorVasconcellos, Lisa Freire de.-
dc.date.accessioned2024-03-27T17:44:48Z-
dc.date.available2024-03-27T17:44:48Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.citationHEYGATE, Amanda Florence Bligh; VASCONCELLOS, Lisa Freire de. Linfonodo sentinela positivo após a quimioterapia: discordância entre a parafina e a avaliação peroperatória. Trabalho de Conclusão de Curso (Residência Médica em Mastologia) — Instituto Nacional de Câncer (INCA), Rio de Janeiro, 2024.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/15656-
dc.description22 f. il.; graf.pt_BR
dc.description.abstractO câncer de mama é o câncer mais incidente na população feminina no Brasil e no mundo. Seu tratamento foi fortemente influenciado pela neoadjuvância com quimioterapia, permitindo a realização de um maior número de cirurgias conservadoras na mama. Em relação ao manejo da axila, algumas estratégias são utilizadas para reduzir a taxa de falso negativo na análise peroperatória do linfonodo sentinela, como o uso de dupla marcação com radiocoloide e corante azul, e a análise de pelo menos 3 linfonodos. Este estudo buscou analisar a resposta axilar ao tratamento neoadjuvante, de acordo com os diferentes subtipos moleculares dos tumores. Dessa forma, o objetivo foi identificar que grupo de pacientes poderia ser eventualmente poupado do esvaziamento axilar. Foi constatado neste trabalho que os tumores luminais são aqueles que apresentam maiores taxas de falso-negativo no linfonodo sentinela no cenário pós-neoadjuvância, além de maior número de linfonodos comprometidos na linfadenectomia axilar, enquanto os triplo negativos, triplo positivos e HER2 superexpressos demonstraram baixa taxa de linfonodos comprometidos na linfadenectomia axilar. Dessa forma, é possível inferir que o subtipo molecular pode influenciar a decisão em relação a abordagem axilar pós-linfonodo sentinela.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherINCApt_BR
dc.subjectNeoplasias da Mamapt_BR
dc.subjectBreast Neoplasmspt_BR
dc.subjectNeoplasias de la Mamapt_BR
dc.subjectTerapia Neoadjuvantept_BR
dc.subjectNeoadjuvant Therapypt_BR
dc.subjectExcisão de Linfonodopt_BR
dc.subjectLymph Node Excisionpt_BR
dc.subjectEscisión del Ganglio Linfáticopt_BR
dc.subjectLinfonodo Sentinelapt_BR
dc.subjectSentinel Lymph Nodept_BR
dc.subjectGanglio Linfático Centinelapt_BR
dc.titleLinfonodo sentinela positivo após a quimioterapia: discordância entre a parafina e a avaliação peroperatóriapt_BR
dc.title.alternativePositive sentinel lymph node after chemotherapy: discordance between paraffin and perioperative assessment.pt_BR
dc.TypeTCCpt_BR
dc.degree.grantorInstituto Nacional de Câncerpt_BR
dc.degree.programResidência Médica em Mastologiapt_BR
dc.degree.localRio de Janeiropt_BR
dc.terms.abstractBreast cancer is the most common cancer in the female population in Brazil and worldwide. Its treatment was strongly influenced by neoadjuvant chemotherapy, allowing a greater number of breast-conserving surgeries to be performed. Regarding the management of the axilla, some strategies are used to reduce the false negative rate in the perioperative analysis of the sentinel lymph node, such as the use of double labeling with radiocolloid and blue dye, and the analysis of at least 3 lymph nodes. This study sought to analyze the axillary response to neoadjuvant treatment, according to the different molecular subtypes of tumors. Therefore, the objective was to identify which group of patients could eventually be spared from axillary dissection. It was found in this study that luminal tumors are those that present higher false-negative rates in the sentinel lymph node in the post-neoadjuvant setting, in addition to a greater number of lymph nodes involved in axillary lymphadenectomy, while triple negative, triple positive and HER2 overexpressed tumors demonstrated a low rate of lymph nodes involved in axillary lymphadenectomy. Therefore, it is possible to infer that the molecular subtype can influence the decision regarding the post-sentinel lymph node axillary approach.pt_BR
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