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dc.contributor.advisorAraújo, Bruno Espírito Santo de-
dc.contributor.authorAraujo, Mariana Bastos-
dc.date.accessioned2026-01-27T13:58:28Z-
dc.date.available2026-01-27T13:58:28Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationARAUJO, Mariana Bastos. Extubação paliativa em paciente pediátrico oncológico: série de casos. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Residência Médica em Medicina Intensiva Pediátrica) — Instituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17892-
dc.description17 f. : il. color.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: A extubação paliativa (PALEXT) consiste na interrupção da ventilação mecânica via dispositivo endotraqueal de pacientes em situação de terminalidade. Objetivo: relatar a experiência do setor pediátrico de um hospital oncológico, partilhando a vivência de um procedimento ainda pouco documentado na literatura médica. Parte desta casuística foi apresentada em 2023; o presente estudo traz atualização com novos dados e inclusão de paciente adicional. Método: Foi realizada análise retrospectiva de prontuários de pacientes pediátricos submetidos à PALEXT entre janeiro de 2021 e fevereiro de 2023, no Instituto Nacional do Câncer. Critérios de inclusão: idade entre 0 e 19 anos, dependência permanente de suporte ventilatório, tratamento paliativo exclusivo e autorização familiar para a PALEXT. Resultados: Incluídos 5 pacientes, com idades de 2, 5, 11, 16 e 18 anos. Quatro (80%) apresentavam tumores de sistema nervoso central (2 do sexo masculino, 2 do feminino) e um (20%) tinha sarcoma de Ewing metastático (masculino). Em quatro casos (80%) foi utilizada escopolamina pré-procedimento. O suporte ventilatório foi retirado para ar ambiente (2), cateter nasal (1) ou máscara com reservatório (2). Quatro pacientes (80%) receberam morfina intravenosa contínua após a extubação. Todos evoluíram a óbito. O tempo entre PALEXT e óbito variou de 1 minuto a 22 dias (1 minuto; 1, 4, 6 e 22 dias). Conclusão: A PALEXT mostrou-se viável, segura e eticamente adequada, contribuindo para o alívio do sofrimento e para um processo de luto mais compassivo. Protocolos específicos podem auxiliar na sistematização dessa prática em pediatria oncológica.pt_BR
dc.description.statementofresponsibilityRevisão: Shirley Burburanpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.subjectCuidados Paliativospt_BR
dc.subjectPalliative Carept_BR
dc.subjectCuidados Paliativospt_BR
dc.subjectExtubaçãopt_BR
dc.subjectAirway Extubationpt_BR
dc.subjectExtubación Traquealpt_BR
dc.subjectPediatriapt_BR
dc.subjectPediatricspt_BR
dc.subjectPediatríapt_BR
dc.subjectOncologiapt_BR
dc.subjectMedical Oncologypt_BR
dc.subjectOncología Médicapt_BR
dc.subjectAssistência Terminalpt_BR
dc.subjectTerminal Carept_BR
dc.subjectCuidado Terminalpt_BR
dc.titleExtubação paliativa em paciente pediátrico oncológico: série de casospt_BR
dc.TypeTCCpt_BR
dc.degree.grantorINCApt_BR
dc.degree.departmentCoordenação de Ensinopt_BR
dc.degree.programPrograma de Residência Médica em Medicina Intensiva Pediátricapt_BR
dc.degree.localRio de Janeiropt_BR
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