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https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17977Full metadata record
| DC Field | Value | Language |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Arcuri, Leonardo Javier | - |
| dc.contributor.author | Nunes, Samon Henrique | - |
| dc.date.accessioned | 2026-03-10T14:46:38Z | - |
| dc.date.available | 2026-03-10T14:46:38Z | - |
| dc.date.issued | 2026 | - |
| dc.identifier.citation | NUNES, Samon Henrique. Doença óssea no pós-transplante de células tronco hematopoiéticas: revisão de literatura. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Fellow em Transplante de Medula Óssea) – Instituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, 2026. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17977 | - |
| dc.description | 8f. il. color. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Introdução: A doença óssea é uma complicação comum no pós-transplante de células tronco hematopoiéticas (TCTH), com perda difusa significativa de densidade mineral óssea (DMO) nos primeiros 12 meses, especialmente no fêmur e na coluna lombar. Este estudo revisa a literatura sobre os fatores que influenciam a saúde óssea e as estratégias de manejo para prevenir osteopenia e osteoporose. Objetivos: O objetivo deste estudo é revisar a literatura existente para identificar os fatores que afetam a saúde óssea no pós-TCTH, avaliar os métodos de diagnóstico e propor estratégias de manejo para minimizar a perda óssea e prevenir fraturas. Metodologia: Foi realizada uma revisão de literatura abrangente, incluindo artigos científicos, diretrizes clínicas e estudos de caso. As fontes foram selecionadas com base na relevância e na qualidade metodológica, abrangendo um período de 20 anos. Resultados: A revisão identificou que a maior perda óssea ocorre nos primeiros seis meses após o TCTH, com marcadores de remodelação óssea mostrando aumento na reabsorção (fosfatase alcalina óssea, osteocalcina, propeptídeo N-terminal do procolágeno tipo I) e diminuição na formação óssea (Telopeptídeo C-terminal do colágeno tipo I, Telopeptídeo N-terminal do colágeno tipo I e deoxipiridinolina) . Fatores como regimes preparatórios (regimes de condicionamento mieloablativos - MAC, Irradiação Corporal Total - TBI), uso crônico de corticoides, complicações do tratamento, anormalidades endócrinas e doenças subjacentes influenciam significativamente a saúde óssea. A avaliação da saúde óssea deve incluir exames de sangue (dosagem de 25-OH vitamina D, cálcio, fósforo e função renal) densitometria óssea e marcadores de remodelação óssea (reabsorção e diminuição da formação óssea). Discussão: Os resultados destacam a importância de monitorar a saúde óssea antes e após o TCTH. A suplementação de cálcio 1.200 mg/dia (em caso de baixa ingesta), vitamina D 1.000 UI/dia (reposição em todos os pacientes), o uso de bisfosfonatos e Denosumab (anticorpo monoclonal contra RANK ligante) em pacientes com osteopenia ou osteoporose e a triagem regular são práticas recomendadas para o manejo da perda óssea. Vale ressaltar que o Denosumab não deve ser suspenso abruptamente, devido a risco de perda rápida da densidade óssea e fraturas vertebrais múltiplas. A necrose avascular é uma complicação séria, afetando até 19% dos sobreviventes de TCTH, e requer medidas para redução do impacto na articulação com uso de muletas e cadeira de rodas e avaliação do ortopedista para definir indicação de tratamento (conservador ou cirúrgico). Conclusão: A revisão de literatura enfatiza a necessidade de estratégias de manejo eficazes para prevenir a perda óssea e melhorar a qualidade de vida dos pacientes pós-TCTH. A triagem precoce, a suplementação adequada e o tratamento oportuno são essenciais para minimizar os riscos de osteopenia, osteoporose e necrose avascular. | pt_BR |
| dc.description.statementofresponsibility | Revisão: Shirley Burburan | pt_BR |
| dc.language.iso | por | pt_BR |
| dc.subject | Doença óssea | pt_BR |
| dc.subject | Transplante de Medula Óssea | pt_BR |
| dc.subject | Bone Marrow Transplantation | pt_BR |
| dc.subject | Trasplante de Médula Ósea | pt_BR |
| dc.subject | Doenças Ósseas Metabólicas | pt_BR |
| dc.subject | Bone Diseases, Metabolic | pt_BR |
| dc.subject | Enfermedades Óseas Metabólicas | pt_BR |
| dc.subject | Osteopenia | pt_BR |
| dc.subject | Osteoporose | pt_BR |
| dc.subject | Osteoporosis | pt_BR |
| dc.title | Doença óssea no pós-transplante de células tronco hematopoiéticas: revisão de literatura | pt_BR |
| dc.Type | TCC | pt_BR |
| dc.contributor.affilliation | Instituto Nacional de Câncer (INCA), Rio de Janeiro, RJ, Brasil. | pt_BR |
| dc.contributor.member | Maradei, Simone Cunha | - |
| dc.degree.grantor | INCA | pt_BR |
| dc.degree.department | Coordenação de Ensino | pt_BR |
| dc.degree.program | Curso de Aperfeiçoamento nos Moldes Fellow em Transplante de Medula Óssea | pt_BR |
| dc.degree.local | Rio de Janeiro | pt_BR |
| dc.terms.abstract | Introduction: Bone disease is a common complication after hematopoietic stem cell transplantation (HSCT), with significant diffuse loss of bone mineral density (BMD) in the first 12 months, especially in the femur and lumbar spine. This study reviews the literature on factors influencing bone health and management strategies to prevent osteopenia and osteoporosis. Objectives: The aim of this study is to review the existing literature to identify factors affecting bone health after HSCT, evaluate diagnostic methods, and propose management strategies to minimize bone loss and prevent fractures. Methodology: A comprehensive literature review was conducted, including scientific articles, clinical guidelines, and case studies. Sources were selected based on relevance and methodological quality, covering a period of 20 years. Results: The review identified that the greatest bone loss occurs in the first six months after HSCT, with bone remodeling markers showing increased resorption (bone alkaline phosphatase, osteocalcin, N-terminal propeptide of type I procollagen) and decreased bone formation (C-terminal telopeptide of type I collagen, N-terminal telopeptide of type I collagen, and deoxypyridinoline). Factors such as preparatory regimens (myeloablative conditioning regimens - MAC, Total Body Irradiation - TBI), chronic use of corticosteroids, treatment complications, endocrine abnormalities, and underlying diseases significantly influence bone health. Bone health assessment should include blood tests (25-OH vitamin D, calcium, phosphorus, and renal function), bone densitometry, and bone remodeling markers (resorption and decreased bone formation). Discussion: The results highlight the importance of monitoring bone health before and after HSCT. Calcium supplementation (1200 mg/day in cases of low intake), vitamin D (1000 IU/day) (replacement in all patients), the use of bisphosphonates and Denosumab (monoclonal antibody against RANK ligand) in patients with osteopenia or osteoporosis, and regular screening are recommended practices for managing bone loss. It is important to note that Denosumab should not be abruptly discontinued due to the risk of rapid bone density loss and multiple vertebral fractures. Avascular necrosis is a serious complication, affecting up to 19% of HSCT survivors, and requires measures to reduce joint impact with the use of crutches and wheelchairs, and evaluation by an orthopedist to determine the indication for treatment (conservative or surgical). Conclusion: The literature review emphasizes the need for effective management strategies to prevent bone loss and improve the quality of life of post-HSCT patients. Early screening, adequate supplementation, and timely treatment are essential to minimize the risks of osteopenia, osteoporosis, and avascular necrosis. | pt_BR |
| Appears in Collections: | Trabalhos de Conclusão de Curso da Área de Ensino Médico | |
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|---|---|---|---|---|
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