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dc.contributor.advisorPinto, Ingrid Luise Soarespt_BR
dc.contributor.authorSouza, Raiana Pereira de-
dc.date.accessioned2026-05-08T13:57:12Z-
dc.date.available2026-05-08T13:57:12Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationSOUZA, Raiana Pereira de. Remissão livre de tratamento da leucemia mieloide crônica: critérios, evidências e desafios clínicos. Trabalho de Conclusão de Curso (Residência Médica em Hematologia e Hemoterapia) — Instituto Nacional de Câncer (INCA), Rio de Janeiro, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18093-
dc.description37 f. : il.pt_BR
dc.description.abstractA leucemia mieloide crônica (LMC) é uma neoplasia mieloproliferativa caracterizada pela presença do gene de fusão BCR-ABL1, cujo tratamento com inibidores de tirosina-quinase modificou sua história natural e possibilitou a cronificação da doença. A manutenção prolongada dessas terapias associa-se a toxicidades cumulativas e não promove a erradicação completa das células-tronco leucêmicas. Nesse cenário, a remissão livre de tratamento (TFR) consiste na suspensão planejada do inibidor de tirosina quinase em pacientes com resposta molecular profunda sustentada por tempo adequado. A profundidade e a duração da resposta molecular são os principais fatores associados à manutenção da remissão, sendo as recaídas mais frequentes nos primeiros meses, geralmente em nível molecular e reversíveis com a reintrodução do tratamento, sem evidência consistente de progressão para fases avançadas. A TFR associa-se à redução de toxicidades relacionadas ao uso contínuo dos inibidores e à melhora de indicadores de qualidade de vida, além de possível impacto econômico. Sua aplicação requer monitorização molecular padronizada, acesso oportuno ao medicamento e organização assistencial compatível com o seguimento proposto. No Sistema Único de Saúde (SUS), limitações no acesso a exames de biologia molecular e na logística de dispensação terapêutica impõem restrições à implementação da estratégia. A TFR deve, portanto, ser compreendida como abordagem dependente de critérios clínicos definidos e de estrutura assistencial adequada. Foi realizada revisão narrativa da literatura por meio de busca na base PubMed/MEDLINE, incluindo ensaios clínicos, revisões da literatura e diretrizes internacionais, com ênfase em publicações recentes e inclusão de estudos clássicos considerados fundamentais para a consolidação do conceito de remissão livre de tratamento, sendo excluídos relatos de caso e artigos sem acesso ao texto completo. A limitada produção de dados nacionais restringe a extrapolação dos achados internacionais e reforça a necessidade de estudos voltados à avaliação da aplicabilidade e do impacto da TFR na realidade assistencial brasileira.pt_BR
dc.description.statementofresponsibilityRevisora: Shirley Burburan.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.subjectLeucemia Mielogênica Crônica BCR-ABL Positivapt_BR
dc.subjectLeukemia, Myelogenous, Chronic, BCR-ABL Positivept_BR
dc.subjectLeucemia Mielógena Crónica BCR-ABL Positivapt_BR
dc.subjectInibidores de Proteínas Quinasespt_BR
dc.subjectProtein Kinase Inhibitorspt_BR
dc.subjectProtocolos Clínicospt_BR
dc.subjectClinical Protocolspt_BR
dc.titleRemissão livre de tratamento na leucemia mieloide crônica: critérios, evidências e desafios clínicospt_BR
dc.TypeTCCpt_BR
dc.degree.grantorINCApt_BR
dc.degree.departmentCoordenação de Ensinopt_BR
dc.degree.programPrograma de Residência Médica em Hematologia e Hemoterapiapt_BR
dc.degree.localRio de Janeiropt_BR
dc.terms.abstractChronic myeloid leukemia (CML) is a myeloproliferative neoplasm characterized by the presence of the BCR-ABL1 fusion gene, whose treatment with tyrosine kinase inhibitors has changed its natural history and enabled the disease to become a chronic condition. Prolonged maintenance of these therapies is associated with cumulative toxicities and does not promote complete eradication of leukemic stem cells. In this context, treatment-free remission (TFR) consists of the planned discontinuation of tyrosine kinase inhibitors in patients who have achieved a sustained deep molecular response for an adequate period. The depth and duration of deep molecular response are the main factors associated with the maintenance of remission. Relapses occur more frequently in the first months, usually at the molecular level, and are generally reversible with treatment reintroduction, without consistent evidence of progression to advanced phases. TFR is associated with reduced toxicities related to continuous inhibitor use and with improvement in quality-of-life indicators, in addition to a potential economic impact. Its implementation requires standardized molecular monitoring, timely access to medication, and healthcare organization compatible with the proposed follow-up. In the Brazilian Unified Health System (SUS), limitations in access to molecular biology testing and in therapeutic dispensing logistics impose constraints on the implementation of this strategy. Therefore, TFR should be understood as an approach dependent on well-defined clinical criteria and adequate healthcare infrastructure. A narrative literature review was conducted through a search of the PubMed/MEDLINE database, including clinical trials, literature reviews, and international guidelines, with emphasis on recent publications and the inclusion of classical studies considered essential for the consolidation of the treatment-free remission concept. Case reports and articles without full-text access were excluded. The limited availability of national data restricts the extrapolation of international findings and highlights the need for studies evaluating the applicability and impact of TFR within the Brazilian healthcare context.pt_BR
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