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dc.contributor.authorGuerra, Paulo Henrique-
dc.contributor.authorCarvalho, Fabio Fortunato Brasil de-
dc.contributor.authorLoch, Mathias Roberto-
dc.date.accessioned2026-07-10T18:24:18Z-
dc.date.available2026-07-10T18:24:18Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationGUERRA, Paulo Henrique; CARVALHO, Fabio Fortunato Brasil de; LOCH, Mathias Roberto. “Seja ativo”: contradições na parceria entre Federação Internacional de Futebol e Organização Mundial da Saúde. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, Florianópolis, v. 31, e0438, 2026. DOI: https://doi.org/10.12820/rbafs.31e0438. Disponível em: https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/15527.pt_BR
dc.identifier.issn2317-1634-
dc.identifier.urihttps://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18173-
dc.description5 p.pt_BR
dc.description.abstractDa parceria entre a Federação Internacional de Futebol (FIFA) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2022, foi lançada a campanha Be Active (“Seja Ativo”), que busca incentivar a prática de atividades físicas, especialmente entre crianças e adolescentes. Mesmo que as instituições de grande porte tenham papel importante na disseminação de ações em saúde, o presente texto traz reflexões sobre as contradições quanto aos seus compromissos com a proteção à saúde, que são motivadas, sobretudo, por aspectos econômicos. A principal delas está no contraste entre as relações históricas entre a FIFA e as indústrias de commodities insalubres, que patrocinam seus megaeventos há mais de 50 anos e os esforços da OMS em recomendar a formulação de políticas mais assertivas para proteger crianças e adolescentes dos impactos do marketing alimentar, bem como seu apoio ao debate sobre os determinantes comerciais da saúde. O texto também traz reflexões sobre questões de outros domínios, como o étnico-racial e o político. Por fim, a partir destes pontos de contradição quanto aos compromissos da FIFA e da OMS em relação a proteção à saúde, que são permeadas, sobretudo, por prerrogativas econômicas, cabe indicar, sob o enfoque da promoção da atividade física, e, por consequência, da saúde, que esta parceria não se sustenta, recomendando-se que a OMS se afaste de entidades que, em suas práticas, não prezam pela saúde e equidade.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherRevista Brasileira de Atividade Física & Saúdept_BR
dc.relation.ispartofseries31;-
dc.subjectEducação em Saúdept_BR
dc.subjectEnvironmental Health Educationpt_BR
dc.subjectEducación en Salud Ambientalpt_BR
dc.subjectOrganização Mundial da Saúdept_BR
dc.subjectWorld Health Organizationpt_BR
dc.subjectOrganización Mundial de la Saludpt_BR
dc.subjectConflito de Interessespt_BR
dc.subjectConflict of Interestpt_BR
dc.subjectConflicto de Interesespt_BR
dc.subjectFutebolpt_BR
dc.subjectSoccerpt_BR
dc.subjectFútbolpt_BR
dc.title“Seja ativo”: contradições na parceria entre Federação Internacional de Futebol e Organização Mundial da Saúdept_BR
dc.title.alternative“Be active”: contradictions in the partnership between Fédération Internationale de Football Association and World Health Organizationpt_BR
dc.TypeArticlept_BR
dc.contributor.affilliationUniversidade Estadual Paulista, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Interunidades, Rio Claro, SP, Brasilpt_BR
dc.contributor.affilliationInstituto Nacional de Câncer, Ministério da Saúde, Rio de Janeiro, RJ, Brasilpt_BR
dc.contributor.affilliationUniversidade Estadual de Londrina, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Londrina, PR, Brasilpt_BR
Appears in Collections:Artigos de Periódicos da área técnica Alimentação, Nutrição, Atividade Física e Câncer

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