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dc.contributor.authorBernardo, Debora-
dc.contributor.authorCarvalho, Fabio Fortunato Brasil de-
dc.contributor.authorVieira, Leonardo Araújo-
dc.date.accessioned2026-07-10T19:17:26Z-
dc.date.available2026-07-10T19:17:26Z-
dc.date.issued2025-10-17-
dc.identifier.citationSILVA, Debora Bernardo da; CARVALHO, Fabio Fortunato Brasil de; VIEIRA, Leonardo Araújo. Equidade na distribuição da força de trabalho: análise dos profissionais de educação física por meio do índice de vulnerabilidade social. SciELO Preprints, 2025. DOI: https://doi.org/10.1590/SciELOPreprints.13709. Disponível em: https://preprints.scielo.org/index.php/scielo/preprint/view/13709pt_BR
dc.identifier.urihttps://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18174-
dc.description18 p.: il. p&b, graf., tab.pt_BR
dc.description.abstractApresentar a taxa de Profissionais de Educação Física no Sistema Único de Saúde por habitantes nas Unidades Federativas, macrorregiões e Brasil, e analisar a distribuição dos profissionais a partir do Índice de Vulnerabilidade Social. Método: Estudo de característica ecológica com uso de dados secundários relativos ao número de Profissionais de Educação Física, o Índice de Vulnerabilidade Social e à população nacional, regional e estadual. Foi realizada uma análise de correlação, para relacionar o Índice de Vulnerabilidade Social com a taxa de Profissionais de Educação Física/10.000 habitantes para os anos de 2017, 2021 e 2025. Resultados: Em 2017 o Brasil tinha 5.932 Profissionais de Educação Física, em 2021 eram 7.059 e em 2025 são 12.145, representando um aumento de 104,7% no período analisado. Entre as Unidades Federativas, Minas Gerais concentrou a maior porcentagem, sendo 15,14% (2017), 14,73% (2021) e 13,99% (2025). Já para as macrorregiões, o Nordeste concentrou a maior porcentagem, sendo 38,32% (2017), 37,04% (2021) e 40,41% (2025). A análise de correlação entre a taxa de Profissionais de Educação Física/10.000 habitantes e o Índice de Vulnerabilidade Social revelou correlação positiva fraca para os três anos observados, 2017 (0,177), 2021 (0,192) e 2025 (0,379). Conclusão: A taxa de Profissionais de Educação Física/10.000 habitantes variou nas diferentes Unidades Federativas e macrorregiões brasileiras, revelando disparidades no Brasil e necessidade da criação e fortalecimento de políticas públicas com foco na maior inserção deste profissional no sistema público de saúde.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.subjectEquidade em Saúdept_BR
dc.subjectHealth Equitypt_BR
dc.subjectEquidad en Saludpt_BR
dc.subjectSistema Único de Saúdept_BR
dc.subjectUnified Health Systempt_BR
dc.subjectSistema Único de Saludpt_BR
dc.subjectÍndice de Vulnerabilidade Socialpt_BR
dc.subjectSocial Vulnerability Indexpt_BR
dc.subjectÍndice de Vulnerabilidad Socialpt_BR
dc.subjectMão de Obra em Saúdept_BR
dc.subjectHealth Workforcept_BR
dc.subjectFuerza Laboral en Saludpt_BR
dc.titleEquidade na distribuição da força de trabalho: análise dos profissionais de educação física por meio do índice de vulnerabilidade socialpt_BR
dc.title.alternativeEquidade na distribuição da força de trabalho: análise dos Profissionais de Educação Física por meio do Índice de vulnerabilidade socialpt_BR
dc.TypeArticlept_BR
dc.contributor.affilliationHospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, SP, Brasilpt_BR
dc.contributor.affilliationInstituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, RJ, Brasilpt_BR
dc.contributor.affilliationUniversidade Federal do Espírito Santo. Centro de Educação Física e Desportos.,Vitória, ES, Brasilpt_BR
Appears in Collections:Artigos de Periódicos da área técnica Alimentação, Nutrição, Atividade Física e Câncer



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