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dc.contributor.advisorTomaz, Ana Paula Kelly de Almeida-
dc.contributor.authorPinho, Carolina Mozart de-
dc.date.accessioned2026-08-06T15:08:14Z-
dc.date.available2026-08-06T15:08:14Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationPINHO, Carolina Mozart de. Contribuições da navegação de pacientes para o engajamento e a continuidade do cuidado em crianças com câncer: uma revisão integrativa. Orientadora: Ana Paula Kelly de Almeida Tomaz. 2026. 40 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia Enfermagem) – Instituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18236-
dc.description40 f. : tab.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: O câncer infantojuvenil constitui importante causa de morbimortalidade entre crianças e adolescentes, sendo a primeira causa de morte por doença nessa faixa-etária. A complexidade do cuidado e a fragmentação dos sistemas de saúde impõem desafios à continuidade do tratamento oncológico pediátrico. Nesse contexto, a navegação de pacientes surge como estratégia para qualificar a coordenação do cuidado e reduzir barreiras ao acesso e ao engajamento terapêutico. Objetivo: Identificar o impacto da implementação de programas de navegação de pacientes no engajamento ao tratamento no contexto da oncologia pediátrica. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. Foram incluídos artigos que abordassem o tema principal do estudo e que contivessem os termos de busca listados no título ou resumo, publicados na íntegra, disponíveis gratuitamente, nos idiomas português, inglês ou espanhol, entre 2015 e 2025, com pacientes infanto-juvenis. Resultados: Observou-se heterogeneidade quanto aos modelos de navegação, perfil profissional e formação dos navegadores, com predomínio da atuação de enfermeiros. Os estudos indicaram que os programas de navegação contribuem para a redução da descontinuidade do cuidado, melhoram a comunicação entre os serviços e fortalecem o apoio familiar, fatores que favorecem o engajamento no tratamento. Embora os impactos em desfechos clínicos específicos ainda não sejam claros, os benefícios na experiência do paciente e na manutenção da assistência foram consistentes. Discussão: A literatura demonstra consenso de que os Programas de Navegação de Pacientes em oncologia pediátrica são eficazes para promover o engajamento e a continuidade do tratamento. Isso ocorre, principalmente, pela minimização de dificuldades logísticas e estruturais, pelo reforço da comunicação e pelo suporte emocional oferecido às famílias. A navegação atua como estratégia organizadora do cuidado, mitigando a fragmentação dos serviços e favorecendo a coordenação em trajetórias assistenciais longas e complexas. Os estudos indicam predominância do enfermeiro no papel de navegador, especialmente em contextos de alta complexidade, devido às suas competências clínicas, gerenciais e de coordenação do cuidado, embora também existam modelos com assistentes sociais e navegadores não clínicos, com funções mais delimitadas. As funções centrais do navegador são descritas como ponto de referência contínuo, facilitador da comunicação, articulador da rede e promotor do empoderamento familiar. Conclusão: A navegação de pacientes demonstra potencial para melhor o engajamento ao tratamento e a coordenação do cuidado em oncologia pediátrica, especialmente em contextos de alta complexidade. Contudo, persistem lacunas relacionadas à padronização dos modelos, à sustentabilidade das intervenções e à produção de evidências robustas.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.subjectNeoplasiaspt_BR
dc.subjectNeoplasmspt_BR
dc.subjectCriançapt_BR
dc.subjectChildpt_BR
dc.subjectNiñopt_BR
dc.subjectAdolescentept_BR
dc.subjectAdolescentpt_BR
dc.subjectNavegação de Pacientespt_BR
dc.subjectPatient Navigationpt_BR
dc.subjectNavegación de Pacientespt_BR
dc.subjectContinuidade da Assistência ao Pacientept_BR
dc.subjectContinuity of Patient Carept_BR
dc.subjectContinuidad de la Atención al Pacientept_BR
dc.titleContribuições da navegação de pacientes para o engajamento e a continuidade do cuidado em crianças com câncer: uma revisão integrativapt_BR
dc.TypeTCCpt_BR
dc.contributor.affilliationInstituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, RJ, Brasilpt_BR
dc.contributor.memberRamos, Raquel de Souza-
dc.contributor.memberVieira, Rosana Fidelis Coelho-
dc.degree.grantorINCApt_BR
dc.degree.departmentCoordenação de Ensinopt_BR
dc.degree.programPrograma de Residência Multiprofissional em Oncologia Enfermagempt_BR
dc.terms.abstractIntroduction: Childhood and adolescent cancer are a major cause of morbidity and mortality among children and adolescents and represents the leading cause of death by disease in this age group. The complexity of care and the fragmentation of health systems pose significant challenges to the continuity of pediatric oncology treatment. In this context, patient navigation emerges as a strategy to enhance care coordination and reduce barriers to access and therapeutic engagement. Objective: To identify the impact of implementing patient navigation programs on treatment engagement in pediatric oncology. Methodology: This is an integrative literature review. Articles addressing the main topic of the study and containing the listed search terms in the title or abstract were included. Eligible studies were published in full, available free of charge, in Portuguese, English, or Spanish, between 2015 and 2025, with pediatric and adolescent patients. Results: Heterogeneity was observed regarding navigation models, professional profiles, and navigator training, with a predominance of nurses performing the navigator role. The studies indicated that navigation programs contribute to reducing discontinuity of care, improving communication between services, and strengthening family support, factors that favor treatment engagement. Although impacts on specific clinical outcomes remain unclear, benefits related to patient experience and continuity of care were consistent. Discussion: The literature shows consensus that patient navigation programs in pediatric oncology are effective in promoting engagement and continuity of treatment. This effectiveness is mainly related to the minimization of logistical and structural barriers, improved communication, and emotional support for families. Navigation acts as an organizing strategy for care, mitigating service fragmentation and enhancing coordination along long and complex care trajectories. Nurses predominantly assume the navigator role, especially in high-complexity settings, due to their clinical, managerial, and care coordination competencies, although models involving social workers and non-clinical navigators with more delimited functions also exist. Core navigator functions include serving as a continuous point of reference, facilitating communication, coordinating the care network, and promoting family empowerment. Conclusion: Patient navigation shows potential to improve treatment engagement and care coordination in pediatric oncology, particularly in high-complexity contexts. However, gaps remain regarding model standardization, intervention sustainability, and the production of robust evidence.pt_BR
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