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dc.contributor.advisorJomar, Rafael Tavares-
dc.contributor.authorAlmeida, Alessandra de Moraes de-
dc.date.accessioned2026-08-06T17:41:20Z-
dc.date.available2026-08-06T17:41:20Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationALMEIDA, Alessandra de Moraes de. Tempo de submissão para o primeiro tratamento de câncer de endométrio: um estudo retrospectivo. Orientador: Rafael Tavares Jomar.2026. 21 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Programa de Residência Multiprofissional em Oncologia Enfermagem – Instituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18239-
dc.description21 f. : il. color., tabs.pt_BR
dc.description.abstractO câncer de endométrio é a neoplasia ginecológica mais frequente em países desenvolvidos e apresenta incidência crescente no Brasil, associada ao envelhecimento populacional e ao aumento de fatores de risco metabólicos. Embora o prognóstico seja favorável quando diagnosticado precocemente, o início oportuno do tratamento é determinante para a sobrevida e para a redução de desfechos desfavoráveis. No âmbito do Sistema Único de Saúde, a Lei nº 12.732/2012 estabelece o início do tratamento oncológico em até 60 dias após a confirmação diagnóstica, porém o cumprimento desse prazo ainda representa um desafio. Este artigo teve como objetivo analisar o tempo transcorrido entre o diagnóstico e o início do primeiro tratamento do câncer de endométrio em unidades de alta complexidade em oncologia no estado do Rio de Janeiro. Trata-se de um estudo retrospectivo, de abordagem quantitativa, realizado a partir de dados secundários do Integrador dos Registros Hospitalares de Câncer, incluindo casos de pessoas maiores de 19 anos, diagnosticadas com câncer de endométrio e atendidas em UNACON/CACON no ano de 2018. O tempo para início do tratamento foi calculado em dias e categorizado conforme o limite legal de 60 dias. Observou-se maior celeridade no início do tratamento entre pacientes que chegaram ao serviço especializado sem diagnóstico prévio, com mediana de zero dias, apesar da elevada variabilidade dos tempos. Em contraste, pacientes que chegaram com diagnóstico previamente estabelecido apresentaram medianas superiores a 150 dias, independentemente do estadiamento da doença, é baixíssima proporção de início do tratamento dentro do prazo legal. Os resultados indicam que os principais atrasos se concentram nas etapas prévias ao acesso aos serviços de alta complexidade, evidenciando fragilidades nos fluxos diagnósticos, na regulação assistencial e na articulação entre os níveis de atenção. Conclui-se que o tempo para início do tratamento do câncer de endométrio frequentemente excede o limite estabelecido pela legislação, sobretudo entre pacientes previamente diagnosticadas, reforçando a necessidade de qualificação do itinerário diagnóstico, fortalecimento da rede oncológica e aprimoramento dos mecanismos de regulação para garantir acesso oportuno e equitativo ao cuidado oncológico.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.subjectNeoplasias do Endométriopt_BR
dc.subjectEndometrial Neoplasmspt_BR
dc.subjectNeoplasias Endometrialespt_BR
dc.subjectTempo para o Tratamentopt_BR
dc.subjectTime-to-Treatmentpt_BR
dc.subjectTiempo de Tratamientopt_BR
dc.subjectEstudos Longitudinaispt_BR
dc.subjectLongitudinal Studiespt_BR
dc.subjectEstudios Longitudinalespt_BR
dc.subjectSistema Único de Saúdept_BR
dc.subjectUnified Health Systempt_BR
dc.subjectSistema Único de Saludpt_BR
dc.titleTempo para submissão ao primeiro tratamento de câncer de endométrio: um estudo retrospectivopt_BR
dc.TypeTCCpt_BR
dc.contributor.affilliationInstituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, RJ, Brasilpt_BR
dc.contributor.memberMenezes, Raquel Ferreira de-
dc.contributor.memberMagliano, Erika da Silva-
dc.degree.grantorINCApt_BR
dc.degree.departmentCoordenação de Ensinopt_BR
dc.degree.programPrograma de Residência Multiprofissional em Oncologia Enfermagempt_BR
dc.degree.localRio de Janeiropt_BR
dc.terms.abstractEndometrial cancer is the most common gynecologic malignancy in developed countries and has shown an increasing incidence in Brazil, associated with population aging and the rise of metabolic risk factors. Although prognosis is favorable when diagnosed at an early stage, timely initiation of treatment is a key determinant of survival and the reduction of adverse outcomes. Within the Brazilian Unified Health System (Sistema Único de Saúde), Law No. 12,732/2012 mandates the initiation of oncologic treatment within 60 days after diagnostic confirmation; however, compliance with this timeframe remains a challenge. This study aimed to analyze the time elapsed between diagnosis and initiation of first treatment for endometrial cancer in high complexity oncology units in the state of Rio de Janeiro. This is a retrospective, quantitative study based on secondary data from the Integrator of Hospital Cancer Registry Records, including cases of individuals older than 19 years, diagnosed with endometrial cancer and treated at UNACON/CACON facilities in 2018. Time to treatment initiation was calculated in days and categorized according to the legal limit of 60 days. Greater promptness in treatment initiation was observed among patients who arrived at specialized services without a prior diagnosis, with a median of zero days, despite high variability in treatment times. In contrast, patients who arrived with a previously established diagnosis showed median times exceeding 150 days, regardless of disease stage, and a very low proportion initiated treatment within the legally mandated timeframe. The findings indicate that the main delays occur in stages preceding access to high-complexity services, highlighting weaknesses in diagnostic pathways, care regulation, and coordination between levels of care. It is concluded that the time to initiation of treatment for endometrial cancer frequently exceeds the limit established by legislation, particularly among previously diagnosed patients, underscoring the need to improve diagnostic pathways, strengthen the oncology care network, and enhance regulatory mechanisms to ensure timely and equitable access to oncologic care.pt_BR
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