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dc.contributor.authorLomiento, Nayara Marques-
dc.contributor.authorAlcantara, Luciana da Silva-
dc.date.accessioned2026-08-13T17:25:31Z-
dc.date.available2026-08-13T17:25:31Z-
dc.date.issued2024-02-
dc.identifier.citationLOMIENTO, Nayara Marques; ALCANTARA, Luciana da Silva. A monoparentalidade feminina e suas repercussões no tratamento oncológico pediátrico em tempos da Covid-19. Revista Eletrônica de Políticas Sociais e Sociedade – SERPOS, Rio de Janeiro, v. 1, n. 3, p. 79-86, 2024. DOI: https://doi.org/10.24119/artigoserpos.v1i1.59. Disponível em: http://serpos.net.br/index.php/serpos/article/view/59.pt_BR
dc.identifier.issn2965-1093-
dc.identifier.urihttps://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18245-
dc.descriptionp. 79-86pt_BR
dc.description.abstractO estudo ora apresentado teve por escopo analisar os principais dilemas e desdobramentos enfrentados por famílias monoparentais chefiadas por mulheres, no âmbito do tratamento da Oncologia Pediátrica no Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) — sobretudo, considerando o atual contexto da pandemia do coronavírus —, bem como os desafios dirigidos ao trabalho do Serviço Social nesse panorama. Dessa maneira, tivemos como objetivos deste estudo: problematizar, à luz da bibliografia, o debate contemporâneo acerca da feminização da pobreza, do cuidado e o familismo nas Políticas Públicas, bem como suas repercussões no processo de adesão ao tratamento oncológico pediátrico; averiguar, a partir do depoimento das genitoras (e chefes de família), os principais desafios à adesão ao tratamento; avaliar as demandas dirigidas ao Serviço Social em decorrência do referido panorama; e contribuir para a formulação de estratégias de intervenção multidisciplinar que levem em consideração o perfil das famílias atendidas. Destarte, o estudo aqui proposto trata-se de uma pesquisa científica realizada com base em pesquisa bibliográfica, documental, na aplicação de entrevistas semiestruturadas e na metodologia de análise de conteúdo. Por meio dele, foi possível constatar o recrudescimento do empobrecimento das famílias analisadas, tanto em virtude das repercussões da pandemia, como do adoecimento por câncer dos usuários; os fortes obstáculos para o acesso aos seus direitos sociais, figurando os recursos provindos do Terceiro Setor, contraditoriamente, — em um cenário avassalador de retração/desmantelamento das Políticas Públicas — como um sucedâneo fundamental à adesão e continuidade do tratamento oncológico pediátrico.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherRevista Serpospt_BR
dc.relation.ispartofseries3;1-
dc.subjectFamília Monoparentalpt_BR
dc.subjectSingle-Parent Familypt_BR
dc.subjectFamilia Monoparentalpt_BR
dc.subjectNeoplasiaspt_BR
dc.subjectNeoplasmspt_BR
dc.subjectPediatriapt_BR
dc.subjectPediatricspt_BR
dc.subjectPediatríapt_BR
dc.subjectCOVID-19pt_BR
dc.titleA monoparentalidade feminina e suas repercussões no tratamento oncológico pediátrico em tempos da Covid-19pt_BR
dc.TypeArticlept_BR
dc.contributor.affilliationInstituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, RJ, Brasilpt_BR
dc.contributor.affilliationInstituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, RJ, Brasilpt_BR
Appears in Collections:Artigos de Periódicos da área de Serviço Social



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