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dc.contributor.authorMelo, Andreia Cristina de-
dc.contributor.authorOliveira, Maria de Lourdes Lopes de-
dc.date.accessioned2021-12-21T13:24:41Z-
dc.date.available2021-12-21T13:24:41Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationMELO, Andreia Cristina de; OLIVEIRA, Maria de Lourdes Lopes de. Hipertensão portal não cirrótica associada à oxaliplatina em câncer colorretal. Revista Brasileira de Cancerologia, v. 57, n. 1, p. 57-61, 2011.-
dc.identifier.issn2176-9745-
dc.identifier.urihttp://sr-vmlxaph03:8080/jspui/handle/123456789/4800-
dc.descriptionp. 57-61.: il. p&b.-
dc.description.abstractNos últimos anos a história de câncer colorretal tem mudado devido à introdução de estratégias multimodais, com associação de novas técnicas cirúrgicas tais como ressecção de metástases e abordagem do tumor primário, aplicação de métodos radiológicos intervencionistas utilizando embolização e radioablação de metástases hepáticas, indicação de quimioterapia adjuvante e neoadjuvante. O armamentário quimioterápico conta hoje com uso de novas drogas, entre elas a oxaliplatina. A oxaliplatina é largamente utilizada no esquema conhecido como quimioterapia com infusão contínua com oxaliplatina, 5-Fluorouracil e ácido folinico, tanto na adjuvância quanto em estádios avançados de doença metastática. Os efeitos colaterais já estão bem definidos com relação à toxicidade intestinal com vômitos, diarreia; e neurológica com neuropatia sensorial periférica. Relato do Caso: Este artigo descreve um paciente sem hepatopatia prévia que, após exposição por longo tempo à oxaliplatina, desenvolveu plaquetopenia e esplenomegalia, atribuídas à toxicidade sinusoidal hepática causada pelo uso prolongado da mesma. Conclusão: Reforça-se, assim, a tendência de se optar por esquema de uso intermitente da oxaliplatina que permite o benefício máximo da droga, com redução dos riscos de toxicidade.-
dc.publisherRevista Brasileira de Cancerologiapt_BR
dc.subjectHipertensão Portalpt_BR
dc.subjectHypertension Portalpt_BR
dc.subjectNeoplasias Colorretaispt_BR
dc.subjectColorectal Neoplasmspt_BR
dc.subjectOxaliplatinapt_BR
dc.subjectOxaliplatinpt_BR
dc.titleHipertensão portal não cirrótica associada à oxaliplatina em câncer colorretalpt_BR
dc.title.alternativeNon-cirrhotic portal hypertension associated with oxaliplatin in colorectal cancerpt_BR
dc.TypeArticlept_BR
dc.description.abstractenRecently, colorectal cancer history has been changing due to the use of multimodal strategies, associated with new therapeutic approaches such as metastasis resection and addressing to the primary tumor, application of radiological interventions using radioablation and embolization of liver metastases, suggestion of adjuvant and neoadjuvant chemotherapy. Among the chemotherapic new drugs is oxaliplatin, a drug that has been largely used in a protocol known as continuous infusion chemotherapy with oxaliplatin, 5-fluorouracil and folinic acid, either in adjuvant or in advanced stages of metastatic disease. Well known side effects have been described: intestinal, such as emesis and diarrhea; and neurological, such as periferic sensorial neuropathy. Case report: This article describes a patient without previous hepatic disease who, after long exposure to oxaliplatin, developed progressive trombocytopenia with a noncirrhotic splenomegaly, which are attributed to liver sinusoidal toxicity caused by prolonged use of oxaliplatin. Conclusion: This emphasizes the tendency for choosing a protocol with intermittent use of oxaliplatin to allow for the best benefits of this drug, thus reducing the risks of toxicity.-
dc.description.abstractesEn los últimos años la historia del cáncer colorrectal ha cambiado por la introducción de estrategias multimodales, en asociación con nuevas técnicas quirúrgicas tales como resección de metástasis y abordaje del tumor primario, aplicación de métodos radiológicos intervencionistas utilizando embolización y radioablación de metástasis hepáticas, indicación de quimioterapia adyuvante y neoadyuvante. El arsenal quimioterápico cuenta hoy día con el empleo de nuevos medicamentos, entre ellos el oxaliplatino, 5-Fluorouracil y ácido folínico, tanto en la adyuvancia cuanto en etapas más adelantadas de la enfermedad metastática. Los efectos colaterales ya están bien definidos con respecto a la toxicidad intestinal con vómitos, diarrea; y neurológica con neuropatía sensorial periférica. Informe de Caso: La descripción de caso abajo indica un paciente sin hepatopatía antecedente, que tras larga exposición al oxaliplatino desarrolló plaquetopenia y esplenomegalia, atribuidas a toxicidad sinusoidal hepática causada por el amplio empleo de la misma. Conclusión: Así se refuerza la tendencia por la opción de un esquema de uso intermitente del oxaliplatino que permite su beneficio máximo y con reducción de los riesgos de toxicidad.-
Appears in Collections:Artigos de Periódicos da área de Ginecologia

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