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dc.contributor.authorMelo, Andreia Cristina de-
dc.contributor.authorAraújo, Luiz Henrique de Lima-
dc.contributor.authorVictorino, Ana Paula Ornellas de Souza-
dc.contributor.authorAssad, Daniele Xavier-
dc.contributor.authorLima, Danilo Silva-
dc.contributor.authorAlencar, Divaldo Rodrigues de-
dc.contributor.authorMoreira, Melba Moura Lobo-
dc.contributor.authorMetzger Filho, Otto-
dc.contributor.authorCoelho, Rafaela de Faria de Souza-
dc.contributor.authorAsmar, Selem Brandão-
dc.contributor.authorPereira, Bruno dos Santos Vilhena-
dc.contributor.authorScheliga, Adriana Sousa de-
dc.date.accessioned2021-12-22T17:29:15Z-
dc.date.available2021-12-22T17:29:15Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationMELO, Andreia Cristina de et al. Linfoma não-Hodgkin de alto grau: revisão da literatura. Revista Brasileira de Cancerologia, v. 54, n. 2, p. 175-183, 2008.-
dc.identifier.issn2176-9745-
dc.identifier.urihttp://sr-vmlxaph03:8080/jspui/handle/123456789/4809-
dc.descriptionp. 175-183.-
dc.description.abstractLinfomas são transformações neoplásicas de células linfóides normais que residem predominantemente em tecidos linfóides. O linfoma não-Hodgkin (LNH) é a quarta neoplasia mais incidente nos Estados Unidos, excluindo o câncer de pele não-melanoma, e é também a nona causa de morte por câncer no sexo masculino e a sétima no sexo feminino, envolvido em 5% das mortes por câncer. Os linfomas de alto grau são responsáveis por cerca de 50% de todos os casos de LNH e englobam o linfoma não-Hodgkin difuso de grandes células B, o linfoma folicular pouco diferenciado, o linfoma de células do manto, o linfoma de células T periférico e o linfoma de grandes células anaplásico. As manifestações clínicas são variadas e incluem linfadenomegalia, doença extranodal e emergências oncológicas. O sistema de Ann Arbor é o método de escolha no estadiamento desses pacientes. Utiliza-se o índice prognóstico internacional para estratificação prognóstica, incluindo os seguintes fatores: idade superior a 60 anos, LDH elevado, performance status de 2 a 4, estágio III ou IV pelo sistema de Ann Arbor e envolvimento de mais de um sítio extranodal. Métodos de imagem modernos vêm sendo incorporados ao cuidado do paciente com LNH agressivo, em especial a tomografia com emissão de pósitrons. A maior evolução no tratamento desses pacientes, desde o advento do esquema CHOP, foi a introdução do anticorpo monoclonal rituximab aos esquemas de poliquimioterapia, principalmente em pacientes com doença avançada. Associação de etoposídeo ao esquema CHOP e intensificação de doses também são opções terapêuticas inovadoras na terapia do LNH.-
dc.publisherRevista Brasileira de Cancerologiapt_BR
dc.subjectLinfoma não Hodgkinpt_BR
dc.subjectLymphoma Non-Hodgkinpt_BR
dc.subjectQuimioterapia Combinada-
dc.subjectDrug Therapy, Combination-
dc.subjectLinfoma no Hodgkin-
dc.titleLinfoma não-Hodgkin de alto grau: revisão da literatura.pt_BR
dc.title.alternativeHigh-grade non-Hodgkin's lymphoma: literature review.pt_BR
dc.TypeArticlept_BR
dc.description.abstractenLymphomas are neoplastic transformations of normal lymphoid cells, located predominantly in lymphoid tissues. Non-Hodgkin lymphoma (NHL) is the fourth most common neoplasm in the United States. It also is the ninth leading cause of cancer death in males and the seventh in females, representing 5% of cancer mortality. High-grade lymphomas represent about 50% of NHLs, and the most common subtypes include diffuse large B-cell lymphoma, grade III follicular lymphoma, mantle cell lymphoma, peripheral T-cell lymphoma, and anaplastic large cell lymphoma. Clinical presentation may vary, and patients should be evaluated for lymphadenopathy, extranodal involvement, and oncologic emergencies. Ann Arbor staging classification remains the best method available for anatomic staging of non-Hodgkin lymphoma and has been universally adopted for this purpose. The international prognostic index is a widely used system to stratify patients with aggressive lymphomas and includes five features found to have approximately an equal and independent effect on survival: age greater than 60, serum LDH greater than upper limit of normal, performance status greater than 2, advanced-stage disease, and involvement of two or more extranodal sites. Positron emission tomography has emerged as a powerful functional imaging tool for staging, restaging, and response assessment of lymphomas. Addition of the monoclonal antibody rituximab to CHOP has shown significant improvement in outcomes compared with CHOP alone and is considered the standard for treating aggressive non-Hodgkin lymphoma. Other options include the addition of etoposide to the CHOP regimen and reduction of treatment intervals.-
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