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dc.contributor.authorProença, Raquel-
dc.contributor.authorAlbuquerque, André Gustavo Neves de-
dc.contributor.authorAlcantara, Geisy de Carvalho-
dc.contributor.authorCruz, Valéria Lima da-
dc.date.accessioned2022-05-19T14:26:52Z-
dc.date.available2022-05-19T14:26:52Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationPROENÇA, Raquel et al. A adequação do suporte nutricional enteral na unidade de terapia intensiva não afeta o prognóstico em curto e longo prazos dos pacientes mecanicamente ventilados: um estudo piloto. Rev Bras Ter Intensiva, v. 32, n. 3, p. 481-482, 2020.-
dc.identifier.issn1982-4335-
dc.identifier.urihttp://sr-vmlxaph03:8080/jspui/handle/123456789/7018-
dc.descriptionp. 481-482.: tab. p&b.-
dc.description.abstractObjetivo: Correlacionar os desfechos clínicos, em curto (tempo em ventilação mecânica e tempo de unidade de terapia intensiva) e longo prazos (capacidade funcional), dos pacientes que atingiram adequação nutricional ≥ 70% do previsto nas primeiras 72 horas de internação na unidade de terapia intensiva. Métodos: Estudo piloto prospectivo observacional, realizado em unidade de terapia intensiva de 18 leitos. Foram incluídos cem pacientes mecanicamente ventilados, recebendo suporte nutricional enteral exclusivo e submetidos à terapia intensiva por mais de 72 horas. Foram excluídos pacientes que nunca receberam nutrição enteral, gestantes, com trauma raquimedular, doadores de órgãos e casos de recusa familiar. As variáveis estudadas foram adequação nutricional ≥ 70% do previsto nas primeiras 72 horas de internação, tempo de unidade de terapia intensiva, tempo em ventilação mecânica e, após 12 meses, via contato telefônico, a capacidade de realizar Atividades da Vida Diária por meio do instrumento Lawton-Atividades de Vida Diária. Resultados: O tempo médio em ventilação mecânica foi de 18 ± 9 dias, e de internação na unidade de terapia intensiva de 19 ± 8 dias. Somente 45% dos pacientes receberem mais de 70% do alvo nutricional em 72 horas. Não houve associação entre a adequação nutricional e os desfechos em curto prazo (tempo de permanência em ventilação mecânica, tempo de internação na unidade de terapia intensiva e mortalidade), nem com os desfechos clínicos em longo prazo (capacidade funcional e mortalidade). Conclusão: Pacientes criticamente enfermos que recebem aporte calórico ≥ 70%, nas primeiras 72 horas de internação não apresentaram melhores desfechos em curto prazo ou após 1 ano.-
dc.publisherRev Bras Ter Intensivapt_BR
dc.subjectCuidados Críticospt_BR
dc.subjectCritical Carept_BR
dc.subjectHumanospt_BR
dc.subjectHumanspt_BR
dc.subjectUnidades de Terapia Intensivapt_BR
dc.subjectIntensive Care Unitspt_BR
dc.subjectApoio Nutricionalpt_BR
dc.subjectNutritional Supportpt_BR
dc.subjectProjetos Pilotopt_BR
dc.subjectPilot Projectspt_BR
dc.subjectPrognósticopt_BR
dc.subjectPrognosispt_BR
dc.subjectEstado Terminalpt_BR
dc.subjectCritical Illnesspt_BR
dc.titleA adequação do suporte nutricional enteral na unidade de terapia intensiva não afeta o prognóstico em curto e longo prazos dos pacientes mecanicamente ventilados: um estudo pilotopt_BR
dc.title.alternativeAdequacy of enteral nutritional support in intensive care units does not affect short- and long-term prognosis of mechanically ventilated patients: a pilot studypt_BR
dc.TypeArticlept_BR
dc.description.abstractenTo correlate short-term (duration of mechanical ventilation and length of intensive care unit stay) and long-term (functional capacity) clinical outcomes of patients who reached nutritional adequacy ≥ 70% of predicted in the first 72 hours of hospitalization in the intensive care unit. Methods: This was a prospective observational pilot study conducted in an 18-bed intensive care unit. A total of 100 mechanically ventilated patients receiving exclusive enteral nutritional support and receiving intensive care for more than 72 hours were included. Patients who never received enteral nutrition, those with spinal cord trauma, pregnant women, organ donors and cases of family refusal were excluded. The variables studied were nutritional adequacy ≥ 70% of predicted in the first 72 hours of hospitalization, length of intensive care unit stay, duration of mechanical ventilation and the ability to perform activities of daily living after 12 months, assessed via telephone contact using the Lawton Activities of Daily Living Scale. Results: The mean duration of mechanical ventilation was 18 ± 9 days, and the mean intensive care unit length of stay was 19 ± 8 days. Only 45% of the patients received more than 70% of the target nutrition in 72 hours. There was no association between nutritional adequacy and short-term (duration of mechanical ventilation, length of stay in the intensive care unit and mortality) or long-term (functional capacity and mortality) clinical outcomes. Conclusion: Critically ill patients receiving caloric intake ≥ 70% in the first 72 hours of hospitalization did not present better outcomes in the short term or after 1 year.-
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