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dc.contributor.advisorThuler, Luiz Claudio Santos-
dc.contributor.advisorMelo, Andreia Cristina de-
dc.contributor.authorAraujo, Bruno Luis de Castro-
dc.date.accessioned2022-07-21T13:55:06Z-
dc.date.available2022-07-21T13:55:06Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationARAUJO, Bruno Luis de Castro. Impacto do uso intraoperatório de anti-inflamatórios não esteroidais na recorrência e sobrevida de pacientes com diagnóstico de melanoma maligno submetidos a biópsia de linfonodo sentinela. 2020. Dissertação (Mestrado em Oncologia) - Instituto Nacional de Câncer, Rio de Janeiro, 2020.-
dc.identifier.urihttp://sr-vmlxaph03:8080/jspui/handle/123456789/9422-
dc.description.abstractO melanoma é uma forma agressiva de câncer de pele. A biópsia do linfonodo sentinela é um procedimento de estadiamento padrão no melanoma localizado de alto risco. O uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINES) perioperatórios tem sido associado à melhora nos resultados oncológicos a longo prazo em outros tipos de tumores. O objetivo do estudo foi investigar se havia uma associação entre o uso intra-operatório de AINES e a recorrência ou sobrevida. Foi selecionada uma coorte retrospectiva de um único centro, incluindo pacientes submetidos à biópsia de linfonodo sentinela entre março de 2000 e janeiro de 2012. Os desfechos primários foram tempo até a falha ao tratamento e sobrevida melanoma específica. Sobrevida livre de doença e sobrevida global foram os desfechos secundários. Dos 544 pacientes submetidos à biópsia de linfonodo sentinela neste período, 516 foram incluídos na análise. AINES foram utilizados em 307 pacientes. A duração mediana (IQR) de acompanhamento foi de 72 meses (35-112) e a sobrevida melanoma específica em 10 anos foi de 63,2% (IC 95% 58,4%-68,4%). Os grupos de estudo não alcançaram diferença estatisticamente significante em tempo para falha ao tratamento (p = 0,660), sobrevida melanoma específica (p = 0,485), sobrevida livre de doença (p = 0,671) e sobrevida global (p = 0,522) no teste de log rank. O modelo de regressão múltipla de riscos proporcionais de Cox confirmou os resultados não ajustados. O presente estudo não avaliza o uso de AINES intraoperatórios na prevenção de morte ou recorrência em pacientes com melanoma.pt_BR
dc.description.uri124 p.: il. color.-
dc.language.isootherpt_BR
dc.subjectMelanomapt_BR
dc.subjectAnti-Inflamatórios não Esteroidespt_BR
dc.subjectAnti-Inflammatory Agents, Non-Steroidalpt_BR
dc.subjectFármaco Anti-Inflamatório não Esteroidapt_BR
dc.subjectOncologia Cirúrgicapt_BR
dc.subjectSurgical Oncologypt_BR
dc.subjectOncología Quirúrgicapt_BR
dc.subjectAnestesiapt_BR
dc.subjectAnesthesiapt_BR
dc.subjectSobrevidapt_BR
dc.subjectSurvivalpt_BR
dc.subjectRecidivapt_BR
dc.subjectRecurrencept_BR
dc.subjectRecurrenciapt_BR
dc.titleImpacto do uso intraoperatório de anti-inflamatórios não esteroidais na recorrência e sobrevida de pacientes com diagnóstico de melanoma maligno submetidos a biópsia de linfonodo sentinelapt_BR
dc.TypeMaster Thesispt_BR
dcterms.abstractMelanoma is an aggressive form of skin cancer. Sentinel lymph node biopsy is a standard staging procedure in localized melanoma. Perioperative nonsteroidal anti-inflammatory drugs (NSAIDS) use has been associated with improvement in long-term outcomes of other tumour types. The aim of the study was to investigate if there was an association between intraoperative NSAIDS use and recurrence or survival. In this single centre retrospective cohort study, patients who underwent sentinel lymph node biopsy (544 patients) between March 2000 and January 2012 were included. The primary outcomes were time to treatment failure (TTF) and melanoma-specific survival (MSS). Disease-free survival (DFS) and overall survival (OS) were the secondary outcomes. After applying exclusion criteria, 516 were finally included in the analysis. NSAIDS were used in 307 patients. The median (IQR[range]) duration of follow-up was 72 (35–112 [1–216]) months and the 10-year MSS was 63.2% (95% CI, 58.4–68.4%). Log rank test showed no statistically significant differences in TTF (p = 0.660), MMS (p = 0.485), DFS (p = 0.671) and OS (p = 0.522) between the study groups. Multivariate Cox proportional hazards model confirmed the unadjusted results. The current study did not support the use of intraoperative NSAIDS in preventing death or recurrence in patients with melanoma.-
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