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https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/12248| Título: | Conhecimento e uso de cigarros eletrônicos e percepção de risco no Brasil: Resultados de um país com requisitos regulatórios rígidos |
| Título(s) alternativo(s): | Electronic cigarette awareness, use, and perception of harmfulness in Brazil: findings from a country that has strict regulatory requirements Concienciación sobre el cigarrillo electrónico, uso, y percepción de sus efectos dañinos en Brasil: resultados de un país que cuenta con estrictos requisitos normativos |
| Autor(es): | Cavalcante, Tânia Maria Perez, Cristina de Abreu Thrasher, James F. Szklo, Moysés Ouimet, Janine Gravely, Shannon Fong, Geoffrey T. Almeida, Liz Maria de Szklo, Andre Salem |
| Palavras-chave: | Sistemas Eletrônicos de Liberação de Nicotina Electronic Nicotine Delivery Systems Nicotina Nicotine Produtos do Tabaco Tobacco Products |
| Data do documento: | 2017 |
| Editor: | Cadernos de Saúde Pública |
| Resumo: | Devido às incertezas sobre o impacto dos cigarros eletrônicos na saúde, o Bra sil adotou, em 2009, regulamentação que proibiu venda, importação e propa ganda desses produtos até que fabricantes possam demonstrar que são seguros e/ou efetivos na cessação de fumar. O objetivo do estudo foi analisar entre fumantes brasileiros: (1) conhecimento sobre existência de cigarros eletrôni cos, uso na vida, e uso recente; (2) percepção de risco sobre cigarros eletrônicos comparados a cigarros convencionais; e (3) fatores correlacionados ao conhe cimento e percepção de risco. Este é um estudo transversal entre fumantes brasileiros (≥ 18 anos) usando amostra de reposição da Onda 2 do Inquérito Internacional sobre Controle do Tabaco. Os participantes foram recruta dos em três cidades por meio de um protocolo de discagem randomizada entre outubro de 2012 e fevereiro de 2013. Entre os 721 respondentes, 37,4% (n = 249) dos fumantes atuais conheciam cigarros eletrônicos, 9,3% (n = 48) re lataram ter experimentado ou usado alguma vez na vida e 4,6% (n = 24) ter usado nos últimos 6 meses. Entre os que conheciam cigarros eletrônicos, 44,4% (n = 103) acreditavam que eles eram menos nocivos que os cigarros regulares (baixa percepção de risco). A “baixa percepção de risco” foi associada com ter maior nível educacional e com ter experimentado/usado cigarro eletrônico re centemente. Apesar das restrições aos cigarros eletrônicos no Brasil, 4,6% dos fumantes da amostra relataram uso recente. Programas de vigilância em saú de do Brasil e demais países deveriam incluir questões sobre uso e percepções sobre cigarros eletrônicos considerando os respectivos ambientes regulatórios |
| URI: | https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/12248 |
| ISSN: | 1678-4464 |
| Aparece nas coleções: | Artigos de Periódicos da área de Pesquisa Populacional |
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| Conhecimento e uso de cigarros eletrônicos e percepção de risco no Brasil Resultados de um país com requisitos regulatórios rígidos.pdf | 583.63 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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