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Título: Rede Câncer 56
Título(s) alternativo(s): Gerando oportunidades... e riscos: na oncologia, IA generativa é cada vez mais usada por pesquisadores, médicos e pacientes
Autor(es): Instituto Nacional de Câncer (INCA), Brasil
Palavras-chave: Neoplasias
Neoplasms
Inteligência Artificial
Artificial Intelligence
Inteligencia Artificial
Projetos de Tecnologias de Informação e Comunicação
Information Technologies and Communication Projects
Proyectos de Tecnologías de Información y Comunicación
Terapias Complementares
Complementary Therapies
Terapias Complementarias
Práticas Integrativas e Complementares
Práticas de Saúde Complementares e Integrativas
Indústria do Tabaco
Tobacco Industry
Industria del Tabaco
Tabagismo
Tobacco Use Disorder
Tabaquismo
Assistência Hospitalar
Hospital Care
Atención Hospitalaria
Arquitetura Hospitalar
Hospital Design and Construction
Arquitectura y Construcción de Hospitales
Espiritualidade
Spirituality
Espiritualidad
Transplante de Medula Óssea
Bone Marrow Transplantation
Trasplante de Médula Ósea
Embalagem de Alimentos
Food Packaging
Embalaje de Alimentos
Prevenção de Doenças
Disease Prevention
Prevención de Enfermedades
Neoplasias Pancreáticas
Pancreatic Neoplasms
Fatores de Risco
Risk Factors
Factores de Riesgo
Data do documento: Nov-2024
Editor: INCA
Citação: REDE CÂNCER. Rio de Janeiro: INCA, v. 56, nov. 2024.
Resumo: Há riscos e oportunidades com o crescimento cada vez mais veloz das tecnologias de comunicação e armazenamento de dados. Isso, claro, também é verdadeiro para as chamadas inteligências artificiais (IAs) generativas, cujo maior exemplo é o ChatGPT, que já vem sendo usado por pacientes e profissionais de saúde como fonte de informações sobre doenças. Exemplos de como a pesquisa em câncer vem aproveitando a ferramenta e os cuidados que os usuários precisam tomar estão detalhados em Capa. A IA também está presente nas plataformas digitais que oferecem orientação médica a distância. Pacientes com câncer atendidos pelo SUS têm sido incentivados a baixar aplicativos em seus smartphones para se conectar com profissionais de saúde, proporcionando acompanhamento mais próximo e facilitado. Além da redução da necessidade de deslocamento, há o monitoramento contínuo, que agiliza a tomada de decisão. Descubra em Tecnologia como isso está funcionando na prática. Tecnologia é fundamental, mas não explica toda a complexidade humana. Médicos e pesquisadores, por exemplo, constatam que a espiritualidade — que não necessariamente é religião — auxilia o paciente no processo de tratamento do câncer. Esse é um fato tão incontornável que já se transformou em disciplina acadêmica na área da saúde em muitas universidades brasileiras. Veja em Educação que um dos objetivos é que os alunos percebam a importância da espiritualidade na relação saúde-doença. Seguindo uma direção parecida, foi com a prática da meditação e da yoga que Luciana Lobo, de 48 anos, obteve ajuda para melhorar a própria qualidade de vida antes e depois dos anos de tratamento convencionais contra o câncer de mama. Como ela viu que funcionou, decidiu levar a atividade adiante. Além de mestre em Microbiologia, nossa Personagem é professora de yoga e meditação, escreveu um livro sobre como lidar mental e fisicamente com o câncer infantil e fundou uma instituição de apoio para amenizar os efeitos dos procedimentos de quem trata um câncer. E numa direção contrária, a indústria tabageira tem tentado driblar o ordenamento legal e as resoluções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para registrar produtos de tabaco com aditivos proibidos. Foram mais de mil em menos de dez anos. Só de tabaco para narguilé, que contém aditivos que modificam ou realçam sabores ou aromas do fumo — justamente o que a Anvisa tenta proibir —, são 641 registros. Nesse jogo desigual, infelizmente, os inimigos da saúde parecem ter sempre vantagem no placar. Saiba mais em Política. Mas as regras da partida também podem ser alteradas em favor da saúde: se o autoconhecimento é decididamente relevante, os espaços físicos exteriores podem desempenhar um papel importante. Uma pesquisa do Instituto Desiderata mostrou que um ambiente lúdico diminui o tempo de internação, melhora a qualidade de vida e o humor e até agiliza o trabalho dos profissionais de saúde. Descubra em Assistência como espaços humanizados e acolhedores têm sido adotados.
Descrição: 44 p.: il. color.
URI: https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17180
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