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Title: Prevalência de fatores de risco para doenças não transmissíveis na população adulta de 18 capitais brasileiras: um inquérito domiciliar.
Authors: Thuler, Luiz Claudio Santos
Costa, Letícia Casado
Barbosa, Maria Tereza Serrano
Silva, Vera Luiza da Costa e
Keywords: Doença Crônica
Chronic Disease
Enfermedad Crónica
Doenças não Transmissíveis
Noncommunicable Diseases
Enfermedades no Transmisibles
Prevalência
Prevalence
Prevalencia
Fatores de Risco
Risk Factors
Factores de Riesgo
Estudos Transversais
Cross-Sectional Studies
Estudios Transversales
Issue Date: 2010
Citation: COSTA, Letícia Casado. Prevalência de fatores de risco para doenças não transmissíveis na população adulta de 18 capitais brasileiras: um inquérito domiciliar. 2010. Dissertação (Mestrado em Neurologia) – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010.
Abstract: Introdução: No Brasil, devido às mudanças nos perfis demográfico, epidemiológico e nutricional da população, as doenças infecciosas vêm cedendo lugar às crônicodegenerativas, o que tem ocasionado um aumento significativo na prevalência das doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs). O Brasil se divide em cinco macro regiões (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro Oeste) que possuem grande heterogeneidade demográfica, social e econômica, que se reflete em diferentes padrões de mortalidade e de morbidade pelas DCNTs, exigindo ações de Saúde Pública que sejam adequadas às realidades locais. Somente por meio de inquéritos de saúde é possível obter dados consistentes que reflitam essas realidades, permitindo a construção de indicadores das condições de saúde de uma determinada população, assim como dos fatores de risco e dos determinantes sociais do processo saúde/doença. Por outro lado, a morbidade e mortalidade pelas DCNTs podem ser reduzidas ao se eliminar o impacto dos comportamentos de alto risco (por exemplo, tabagismo, alimentação inadequada, alcoolismo ou inatividade física). Métodos: Foi realizado um inquérito domiciliar, entre junho de 2002 a outubro de 2005, em amostra representativa de 18 das 27 capitais dos Estados brasileiros, com a seguinte distribuição: Região Norte: Manaus, Belém e Palmas; Região Nordeste: São Luis, Fortaleza, Natal, João Pessoa, Recife, Aracaju; Região Sudeste: Vitória, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo; Região Sul: Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre; Região Centro-Oeste: Campo Grande e Brasília. Dos 13.885 domicílios selecionados, realizou-se a pesquisa em 89,1%. Foram entrevistadas 19.252 pessoas (90,6% dos elegíveis) de 25 e mais anos de idade. Resultados: As prevalências dos fatores de risco para DCNTs foram elevadas na população estudada, sendo o sobrepeso ou obesidade identificados a partir do Índice de Massa Corporal os de maior frequência (48,1%; IC 95% 46,6-49,6). Pessoas irregularmente ativas fisicamente ou sedentárias totalizaram 39,7% (IC 95% 38,0-41,5). Consumo de cigarros foi identificado em 20,8% (IC 95% 19,8-21,9) da população estudada. Consumo de álcool de risco esteve presente em 7,8% (IC 95% 7,2-8,5) dos entrevistados. Os que referiram hipertensão arterial em duas consultas representaram 25,2% (IC 95% 24,1-26,4) e os que referiram diabetes totalizaram 8% (IC 95% 7,1-8,9) da amostra. A presença de hipercolesterolemia foi de 23,6% (IC 95% 22,4-24,8) na população. A ausência de fatores de risco foi observada em apenas 8,5% (IC 95% 7,7-9,3) da população estudada. Conclui-se que a alta prevalência (91,5%; IC 95% 90,7-92,4) de exposição a pelo menos um dos fatores de risco estudados evidencia que as ações em saúde devem ser multifatoriais.
Description: 83 f. : il. color
URI: https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18060
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