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Título: Condições de vida, trabalho e acesso aos serviços de saúde em trabalhadores agrícolas e não agrícolas, Brasil, 2013
Título(s) alternativo(s): Living and working conditions and access to health services for agricultural and non-agricultural workers, Brazil, 2013
Autor(es): Nogueira, Fernanda de Albuquerque Melo
Landmann, Celia Szwarcwald
Damacena, Giseli Nogueira
Palavras-chave: Inquéritos Epidemiológicos
Health Surveys
Encuestas Epidemiológicas
Fazendeiros
Farmers
Agricultores
Condições Sociais
Social Conditions
Condiciones Sociales
Condições de Trabalho
Working Conditions
Condiciones de Trabajo
Serviços de Saúde
Health Services
Servicios de Salud
Data do documento: 2021
Editor: Ciência & Saúde Coletiva
Citação: NOGUEIRA, Fernanda de Albuquerque Melo; LANDMANN, Celia Szwarcwald; DAMACENA, Giseli Nogueira. Condições de vida, trabalho e acesso aos serviços de saúde em trabalhadores agrícolas e não agrícolas, Brasil, 2013. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 26, supl. 3, p. 5187-5200, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1413-812320212611.3.21312019.
Resumo: No Brasil, o crescimento do agronegócio em detrimento da agricultura familiar ocorreu ocultando danos sociais, ambientais e à saúde humana. Objetivou-se comparar as condições de vida, de trabalho e o acesso aos serviços de saúde, entre trabalhadores agrícolas e não agrícolas. Utilizaram-se os dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) sobre condições de vida e trabalho, características sociodemográficas, econômicas e de acesso aos serviços de saúde de uma amostra representativa da população ocupada brasileira. Empregou-se o teste qui-quadrado de Pearson, com nível de significância de 0,05, considerando-se o desenho complexo da amostragem. Os trabalhadores agrícolas apresentaram piores condições de vida, menor poder aquisitivo, maior exposição à radiação solar e agentes químicos e maior frequência e gravidade de acidentes de trabalho em comparação aos não agrícolas. A população agrícola teve maior cobertura da ESF, buscou atendimento médico no SUS para tratar doenças, enquanto a não agrícola, buscou atendimento médico privado para ações preventivas. As diferenças encontradas entre esses trabalhadores implicam em padrões de adoecimento distintos e definem necessidades de saúde específicas.
Descrição: v. 26, supl. 3, p. 5187-5200.: il. p&b.
URI: https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/9014
ISSN: 1678-4561
Aparece nas coleções:Artigos de Periódicos da área da Vigilância do Câncer Relacionado ao Trabalho e ao Ambiente

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