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Title: Anestesia para cirurgia oncológica de grande porte em paciente gestante no segundo trimestre: relato de caso.
Authors: Lemos Neto, Sylvio Valença de
Silva, Isabela Moreira
Keywords: Neoplasias de Cabeça e Pescoço
Head and Neck Neoplasms
Neoplasias de Cabeza y Cuello
Síndrome de Li-Fraumeni
Li-Fraumeni Syndrome
Síndrome de Li-Fraumeni
Gravidez
Pregnancy
Embarazo
Osteossarcoma
Osteosarcoma
Cirurgia Não-Obstétrica
Issue Date: 2024
Citation: SILVA, Isabela Moreira. Anestesia para cirurgia oncológica de grande porte em paciente gestante no segundo trimestre: relato de caso. Trabalho de Conclusão de Curso (Programa de Residência Médica em Anestesiologia) — Instituto Nacional de Câncer (INCA), Rio de Janeiro, 2024.
Abstract: Justificativa e Objetivos: A síndrome de Li-Fraumeni (LFS) é um distúrbio raro de suscetibilidade hereditária ao câncer com um amplo espectro tumoral, tanto em crianças como adultos. Pacientes com LFS têm risco de câncer ao longo da vida, e os tumores mais comumente encontrados incluem sarcoma de tecido mole, câncer de mama, tumores cerebrais, osteossarcoma, leucemia e carcinoma adrenocortical. Cirurgia não obstétrica pode ser necessária em qualquer trimestre da gravidez, o que traz os desafios únicos de cuidar simultaneamente de dois pacientes. O relato de caso foi com paciente que apresentou tumor de cabeça e pescoço e tumor de mama, durante três gestações, sendo operada no 2o trimestre da 3a gravidez. Relato do Caso: A história da paciente tem início em 2015 durante o 3o trimestre da 1a gestação, com abscesso dentário e biópsia revelou osteossarcoma condroblástico de mandíbula, aguardando o final da gravidez para início tratamento. Dois meses após nascimento, hemimandibulectomia direita com desarticulação temporomandibular. Durante a 2a gestação câncer ductal de mama, evoluindo para abortamento. Quimioterapia e mastectomia radical esquerda com mastectomia segmentar direita. Na 14a semana da 3a gestação recidiva com osteossarcoma condroblástico de maxila direita, indicado ressecção no 2o trimestre, sendo realizado maxilarectomia parcial direita sob anestesia geral multimodal, sem comprometimento do feto. Conclusão: Cirurgias não eletivas nunca devem ser negadas a pacientes grávidas, embora seja recomendado adiar casos eletivos até seis semanas após o parto. Consultas com equipes de obstetrícia, neonatologia, anestesiologia e cirurgia são essenciais para o cuidado da paciente, independentemente do tipo de cirurgia. Esta reunião foi realizada com as diversas equipes e os familiares, tendo sucesso após cirurgia de maxilarectomia subtotal direita, com feto viável e nascimento algumas semanas após a cirurgia
Description: 15 f.: il.
URI: https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/17245
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