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https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18173| Title: | “Seja ativo”: contradições na parceria entre Federação Internacional de Futebol e Organização Mundial da Saúde |
| Other Titles: | “Be active”: contradictions in the partnership between Fédération Internationale de Football Association and World Health Organization |
| Authors: | Guerra, Paulo Henrique Carvalho, Fabio Fortunato Brasil de Loch, Mathias Roberto Universidade Estadual Paulista, Programa de Pós-Graduação em Ciências do Movimento Interunidades, Rio Claro, SP, Brasil Instituto Nacional de Câncer, Ministério da Saúde, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Universidade Estadual de Londrina, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, Londrina, PR, Brasil |
| Keywords: | Educação em Saúde Environmental Health Education Educación en Salud Ambiental Organização Mundial da Saúde World Health Organization Organización Mundial de la Salud Conflito de Interesses Conflict of Interest Conflicto de Intereses Futebol Soccer Fútbol |
| Issue Date: | 2026 |
| Publisher: | Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde |
| Citation: | GUERRA, Paulo Henrique; CARVALHO, Fabio Fortunato Brasil de; LOCH, Mathias Roberto. “Seja ativo”: contradições na parceria entre Federação Internacional de Futebol e Organização Mundial da Saúde. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, Florianópolis, v. 31, e0438, 2026. DOI: https://doi.org/10.12820/rbafs.31e0438. Disponível em: https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/15527. |
| Series/Report no.: | 31; |
| Abstract: | Da parceria entre a Federação Internacional de Futebol (FIFA) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2022, foi lançada a campanha Be Active (“Seja Ativo”), que busca incentivar a prática de atividades físicas, especialmente entre crianças e adolescentes. Mesmo que as instituições de grande porte tenham papel importante na disseminação de ações em saúde, o presente texto traz reflexões sobre as contradições quanto aos seus compromissos com a proteção à saúde, que são motivadas, sobretudo, por aspectos econômicos. A principal delas está no contraste entre as relações históricas entre a FIFA e as indústrias de commodities insalubres, que patrocinam seus megaeventos há mais de 50 anos e os esforços da OMS em recomendar a formulação de políticas mais assertivas para proteger crianças e adolescentes dos impactos do marketing alimentar, bem como seu apoio ao debate sobre os determinantes comerciais da saúde. O texto também traz reflexões sobre questões de outros domínios, como o étnico-racial e o político. Por fim, a partir destes pontos de contradição quanto aos compromissos da FIFA e da OMS em relação a proteção à saúde, que são permeadas, sobretudo, por prerrogativas econômicas, cabe indicar, sob o enfoque da promoção da atividade física, e, por consequência, da saúde, que esta parceria não se sustenta, recomendando-se que a OMS se afaste de entidades que, em suas práticas, não prezam pela saúde e equidade. |
| Description: | 5 p. |
| URI: | https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/18173 |
| ISSN: | 2317-1634 |
| Appears in Collections: | Artigos de Periódicos da área técnica Alimentação, Nutrição, Atividade Física e Câncer |
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