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Título: Adesão às orientações fisioterapêuticas na prevenção da estenose vaginal após braquiterapia no tratamento do câncer do colo de útero
Título(s) alternativo(s): Adherence to physiotherapeutic guidelines in the prevention of vaginal stenosis after brachytherapy in the treatment of cervical cancer
Adherencia a las pautas fisioterapéuticas en la prevención de la estenosis vaginal después de la braquiterapia en el tratamiento del cáncer de cuello uterino
Autor(es): Nascimento, Kelley Cristian do
Modesto, Felipe Cardozo
Carvalho, Raquel Boechat de Moura
Ferreira, Kamila Rodrigues
Souza, Patrícia Lopes de
Silva, Gustavo Telles da
Palavras-chave: Braquiterapia
Brachytherapy
Modalidades de Fisioterapia
Physical Therapy Modalities
Constriction Pathologic
Constrição Patológica
Neoplasias do Colo do Útero
Uterine Cervical Neoplasms
Cooperação e Adesão ao Tratamento
Treatment Adherence and Compliance
Data do documento: 2021
Editor: Research, Society and Development
Citação: NASCIMENTO, Kelley Cristian do et al. Adesão às orientações fisioterapêuticas na prevenção da estenose vaginal após braquiterapia no tratamento do câncer do colo de útero. Research, Society and Development, v. 10, n. 5, p. 1-11, 2021.
Resumo: Exercícios de dilação e a relação sexual são orientações preventivas e estenose vaginal. Objetivo: avaliar a adesão das pacientes às orientações fisioterapêuticas na prevenção da estenose vaginal. Métodos: estudo retrospectivo dos prontuários de mulheres com câncer de colo uterino submetidas a braquiterapia entre janeiro e dezembro de 2018, e com seguimento de um ano no ambulatório da fisioterapia. As variáveis contínuas foram descritas por média e desvio padrão e as variáveis categóricas por frequência percentual. Aplicou-se teste QCochran, considerando um nível de significância p≤ 0,05, para avaliar as variações em 6meses e 1ano. Resultados: Foram analisados prontuários de 60 mulheres com idade média de 49,4 anos (± 11,1). Na primeira avaliação após braquiterapia 21 mulheres (35%) realizaram os exercícios de dilatação vaginal, 26 mulheres (43,3%) eram sexualmente ativas e 13 mulheres (21,7%) apresentavam estenose vaginal. Em1ano, 21 mulheres (35%) realizavam os exercícios de dilatação vaginal e 26 mulheres (43,3%) eram sexualmente ativas. Considerando as que realizavam pelo menos uma das orientações, nota-se a adesão de 43 mulheres (73,3%). Não houve alteração significativa para esses parâmetros ao longo de 6meses, nem para 1ano (p=0,368). A adesão não variou significativamente para realização dos exercícios de dilatação neste período de 6meses e 1ano, nem para prática de relação sexual neste período (p=0,097 e p=0,368, respectivamente). Conclusão: Houve uma boa adesão pelas mulheres em seguir algum tipo de orientação preventiva de estenose e manutenção da prática dessas orientações ao longo de 1ano.
Descrição: p. 1-11.: tab. p&b.
URI: https://ninho.inca.gov.br/jspui/handle/123456789/7503
ISSN: 2525-3409
Aparece nas coleções:Artigos de Periódicos da área de Fisioterapia



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